terça-feira, 31 de maio de 2011

LIOS DE VECINDAD - 2

 

Aquela tática de ser envolvente nunca falhava…

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                (continua)

ARTE DO FUTEBOL – GIL, ZICO E ROBERTO

 

Há 35 anos a Seleção Brasileira derrotava a Itália por 4x1 e conquistava o Torneio do Bicentenário dos EUA.

Detalhe para o terceiro gol (Zico) que virou cena de abertura do Esporte Espetacular…

OS FRANCESES TÊM UM NOVO SÍMBOLO SEXUAL (O Estado de São Paulo, 02/08/1988)

 

Eleita a Brigitte Bardot dos anos 80, a atriz Beatrice Dalle volta às telas, na França, num novo filme de Marco Bellochio. Mas há quem coloque seu talento em dúvida

Béatrice Dalle

Paris – Há lugar para uma Brigitte Bardot nos anos 80 ? A crítica francesa pensa que sim e aponta o nome da sucessora. Trata-se da jovem atriz Beatrice Dalle, que percorreu  uma rápida escalada ao estrelato após sua tórrida interpretação no filme Betty Blue, de Jean Jacques Beniex. Seu novo filme, A Bruxa, de Marco Bellochio, acaba de estrear na França, confirmando os atributos físicos da exuberante morena de 23 anos.

O talento de Dalle, no entanto, continua sendo discutido. Pergunta-se se ela era seria capaz de interpretar um papel realmente diverso do seu tipo na vida real, ou seja, uma mulher sem preconceitos, não conformista, amante dos prazeres da vida, de linguagem direta, em tom popular e sem pretensões intelectuais. É assim a Betty  do filme de Beniex. É certo que, para a uma nova BB, sex appeal interessa mais que talento dramático. Pelo menos parece ser essa a opinião dos franceses.

De origem social modesta, Dalle subiu rapidamente fazendo o gênero sensual e espontâneo , como a intempestiva companheira de um escritor marginal descrita por Philippe Djian no livro autobiográfico que deu origem ao filme. De lá para cá, choveram propostas para que atuasse em novos filmes, mas sempre com o requisito de que mostrasse  sua opulenta anatomia. As entrevistas se multiplicaram  e Dalle passou a ser um rosto frequente na televisão francesa.

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Todos a disputam. Cinéfilos e intelectuais passam diante de sua naturalidade e franqueza. No fundo, eles adoram essa mistura de sexo ingênuo e massa cinzenta, representada pelo casal do filme Betty Blue – um pouco ao estilo da mitológica parceria americana formada por Marilyn Monroe e o teatrólogo  Arthur Miller, nos anos 50. Já o francês médio se contenta em admirar o físico impressionante de Dalle, além de suas declarações espetaculares . Por exemplo, ela garante não ser uma adolescente atrasada e ingênua, como afirmam alguns e, ainda que os jovens de hoje – muitos dos quais se identificam com ela – são “sinistros porque só pensam em êxito social e econômico”.

Com tranquilidade, admite não ter cultura e aceita, com humor, a condição de símbolo sexual, apesar de temer tomar-se uma prisioneira desse rótulo. No que diz respeito ao cinema, Dalle só trabalha com um diretor “se há paixão”. Quanto ao seu próprio futuro, é definitiva: “Prefiro morrer com 35 anos, com o destino de uma Marilyn Monroe, em vez de com 60, com a maravilhosa carreira de Meryl Streep”.

Dalle atribui seu sucesso meteórico à sua “boa estrela” e, é claro, á simpatia que desperta nas pessoas por seu jeito espontâneo e entusiasmado, destoante do “impecável e frio ambiente cinematográfico”. Mas não teria receio em abandonar, sem remorsos, tudo “por um grande amor”. Nesse caso os que mais lamentariam seriam seus pais. “Venho de uma família proletária e muito fascinada por tudo que brilha”, comenta. Sobre as propostas que lhechegam de todos os lados – incluindo os Estados Unidos –, só lamenta não falar inglês como gostaria.

Mas, por enquanto, Dalle terá de esperar para conseguir o título definitivo de boa atriz. Sua atuação no novo filme de Marco Bellochio, A Bruxa não conseguiu a aprovação da crítica francesa, apesar do seu difícil papel. Dalle interpreta uma jovem que seria a reencarnação de uma bruxa do século XVII, Madalena. Em seus transes intuitivos, ela acaba solitária e perdida diante do nacionalismo dos nossos dias. O papel lhe cabe bem, mas ainda não foi a prova de fogo da carreira de Dalle.

Assim, a decepção da personagem de A Bruxa deve redobrar as expectativas com a carreira da atriz intuitiva, que já começa a rodar um novo filme, agora sob a direção de Claire Denvers, outra vez uma história de amor que – à semelhança de Betty Blue – termina tragicamente. É mais um teste para Dalle. Resta saber se o que se espera dela é uma prova de talento dramático, ou que seja a reencarnação de um mito – Brigitte Bardot – cuja fama jamais esteve especialmente relacionada com a força interpretativa.

Esse texto não foi assinado.

 

Que fim levou ? A Beatrice foi uma espécie de Angelina Jolie dos anos 80. Infelizmente de passagem meteórica.

PARA TORNAR-SE UM HOMEM IRRESISTÍVEL

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Material:
2 notas de 1 real
1 colônia floral
Ritual:
Levante-se bem cedo e não fale com ninguém. Faça a barba e tome um banho. Procure e vista a roupa que mais gosta. Calce os sapatos depois de colocar dentro de cada um uma nota de 1 real. Antes de sair, faça uso de seu perfume preferido, passando-o pela nuca, pulsos e peito. Isso se o seu perfume for uma colônia floral. Verá que as coisas começarão a mudar para o seu lado.
As mulheres não tirarão os olhos de você, olhando-o daquela maneira que faz correr um frio na espinha.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

LIOS DE VECINDAD (Casos de Alarma Nº 94)

 

Llergo (1973)

Não reclama não, afinal o SBT passou telenovelas mexicanas por um tempão…

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                        (continua)

ULTIMATUM

 

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Gravações Elétricas S/A.

DORSAL ATLÂNTICA, alguém que vai ao inferno e volta, num turismo infindável !

Esta edição Nº 16 da ROCK BRIGADE está em festa ! Aqui, matéria sobre a segunda banda brasileira a ser publicada em nosso informativo ! A primeira foi o KARISMA, que sumiu como fumaça ! A segunda vem do doble-one LP ULTIMATUM, o inacreditável estilhaço do Leblon DORSAL ATLÂNTICA . A primeira banda de Power Metal brasileira, que talvez poderá , até, ocupar um lugar no Top 30 LPs , Demos, and Live Shows da WVOX – Westchester 1,460 AM de New Rochele, N.Y. E isso é o mínimo que nós poderíamos fazer. Enviar para todos nossos amigos e correspondentes nossa mais poderosa morte ! A DORSAL ATLÂNTICA ! Como os metaleiros mais avançados do mundo exigem, explosão atômica ! ARMAGEDON é a faixa mais elogiada. E embora eu goste das cinco, ARMAGEDON coloca a DORSAL ATLÂNTICA ao lado das mais mortíferas bandas de Power Metal do mundo. Disto não tenham dúvidas!

E aqui estão seus aliados, DORSAL, que temos o prazer de coloca-los a sua frente para seu teste de fogo: VOI VOD (Canadá), ARMAGEDON tem muito desta banda. TORMENTOR (Alemanha Ocidental), DESTRUCTION (idem), MANTAS (USA), POSSESSED (USA) e um sem número de outras que é inútil enumera-las aqui, e que estão lado a lado com todas elas !!! E é uma alegria muito grande saber que CARLOS “VÂNDALO” (garganta massacrante e guitarras) saiu das vísceras metálicas junto com a ROCK BRIGADE e é sócio desde seu primeiro número (parabéns “VÂNDALO”). E o que é mais mortífero ainda é saber que você compôs estas três mortes maravilhosas, ARMAGEDON, o grande solo de PRINCESA DO PRAZER e a sentença do mal IMPÉRIO DE SATÃ: O LP ULTIMATUM saiu pela Gravações Elétricas S/A. e apresenta do outro lado a banda METALMORPHOSE, a quem agradecemos o LP e a dedicatória em nome de CELSO SUCKOW (guitarrista), banda que, aliás, se destaca por duas músicas DESEJO IMORTAL e COMPLEXO URBANO, com um vocalista (TAVINHO GODOY) que, em bons momentos lembra a voz de IAN GILLAN.

Por certo este é um LP que todos os leitores da ROCK BRIGADE devem comprar. Não só para dar ao Metal nacional apoio e condições de sobrevivência , como para apreciar e se identificar com uma nova realidade musical que se aproxima. De nossa parte, ROCK BRIGADE vive em METAL e morrerá em METAL. Tudo faremos para alardear essa “kultura” !

Obrigado DORSAL ATLÃNTICA pela biografia, foto e demo-tape. Vocês nasceram HARDCORE METAL. Não esqueceremos disso ! Obrigado METALMORPHOSE ! Até a morte !!!

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Berrah de Alencar (Rock Brigade N] 16, 1985)

no rádio:

Metalmorphose – Cavaleiro Negro

Metalmorphose – Nosso Futuro

Dorsal Atlântica – Armagedon

Dorsal Atlântica – Princesa do Prazer

baixe: http://www.divshare.com/download/14856724-

EL LAMA BLANCO

 

Pandora

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domingo, 29 de maio de 2011

VALEU PELO BANDO DOS QUATRO (O Estado de S.Paulo, 30/11/1986)

PP True Stories
Estes nomes salvaram o pobre FestRio do desastre: Jarmusch, Demme, Byrne e McBride
PEPE ESCOBAR
Já dizia o velho e ainda guaribado Trini Lopez : I like to be America. No tempo dele era uma certa América pré-psicodélica, Vietnã e Watergate. Mas o que eu quero, você quer e todo mundo quer, é estar em uma outra América. Um filme montado por um novo e arrasador "Bando Dos Quatro": Demme, Jarmusch, Byrne e McBride. Eles foram o creme  de todos os cremes deste FestRio onde imperaram filminhos de quarta categoria, tietagens a-gô-gô, uma ridícula briguinha provinciana Rio-São Paulo e inevitáveis baianadas. Fogo em Brasília, Funaro entrega ou não os pontos, o País no buraco, o Irãgate comendo à solta em Washington - e aqui na prainha só deu O Bando Dos Quatro. A seleção oficial do FestRio foi lamentável.
PP Fest Rio 1986 Com duas exceções: McBride e o noir mudo japonês de Hayasho, com Busterkeatonices, capa-e-espada e muita imaginação para compor um primeiro filme impecável com apenas 300 mil dólares. O baianinho Veloso fez (fez ?) um discursinho atrasado no mínimo duas décadas para a sua cortesinha fiel. Só os ishpertosh da patetice aplaudiram, é claro.
Não vieram três preciosidades pré-anunciadas: Fool For Love (Altman), Round Midnight (Tavernier) e O Apicultor (Angelopoulos). Alta marcação. Dos que vieram em carne e osso, Oshima é claro, comportou-se como Mr.Cool em pessoa. O outro Mr.Cool, Mr.Byrne, envolveu-se em uns contratempos mas falou tudo que desencavou de sua polidez reclusa para este que vos fala. Laurie Anderson divertiu-se com as "férias" e confidenciou: dificilmente viria ao Brasil para trabalhar. Como balneário, o Rio permanece imbatível.

PP The Big Easy O negócio foi O Bando dos Quatro, cujo impacto só foi igualado pela aula de cinema, história, paixão e competência técnica do Caravaggio, de Derek Jarman. entre outras coisas, o diretor não só recuperou a luz de Caravaggio como passou  todas as nuances de luz e sombras para o filme Fuji. É um dos mais impressionantes trabalhos de "restauração" dessa época.
Demme, Jarmusch, Byrne e McBride são quatro dos poucos cavaleiros do apocalipse América que ainda tem energia criativa suficiente para revigorar não só o cinema-morto-pelo-videoclip como celebrar uma riqueza espiritual que ainda não desapareceu da "Terra dos Bravos". Something Wild (Demme). Down By Law (Jarmusch), True Stories (Byrne) e The Big Easy (McBride) têm mais elementos em comum do que parece. Jarmusch e McBride filmaram em New Orleans e arredores: falam de enterro, estrada, conflito racial e dramas de consciência. McBride na clave anfetamínica de Breathless, Jarmusch cultivando um distanciamento cool, doce-amargo.
O fato de que The Big Easy tem um final do tipo imposto-pelo-produtor não o invalida.
Byrne e Demme entraram de cabeça no pesadelo da middle America , submersa nas siglas dos conglomerados. Baudrillard - que botou o vazio da America em livro como ninguém - cairia de quatro com os dois.
Byrne criou uma ficção aparentemente "larger than life" (como tudo no Texas) para celebrar a força dos "little men" que constróem suas vidas a partir das menores insignificâncias. Com isso, comenta simplesmente tudo: sonhos, pesadelos, histerias e reflexos da doença americana. Começa como um road movie e acaba com um desfile, onde Mr. Byrne, mestre de cerimônias, demonstra toda a sua compaixão apaixonada - e olha que ele é cool abaixo de zero...
Demme fez de tudo: Something Wild é "Wild" como A Wild, Wild Life cantada por Byrne e como a Wild Thing, clássico dos Troggs nos anos 60, e recriada em reggae-rap pela sensacional Sister Carol. começa como um "Lulu" no Soho novaiorquino, vira Road Movie, Teenage Movie, Horror Movie, Thriller e termina como os bons e velhos filmes de amor. No caminho, Demme traça todo o mapa da America: as pessoas travestindo-se para não sucumbir à monotonia, à vida alienada ao cartão de crédito. Ao sexo como fuga ou comércio, o desesperado recurso à bandidagem, as memórias corroídas por uma realidade barra pesada, o amor como Santo Graal e a explosão libidinal articulada através da música, cristalizando-se em uma das mais sensacionais trilhas sonoras da história do cinema. Isso é que é cinema, isso é que é "Wild". Esse Bando Dos Quatro é uma porrada. Agora acendam velas a Mephisto para que algum deles chegue à taba em circuito comercial. E sejam bem vindos ao prazer de fazer e sentir cinema.

gostoso como uma caixa de bombom…


…Demme captura Jeff Daniels iluminando a cena.

OZ – III WARNING

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RCA
Atenção para o 3º disparo
Banda finlandesa atracada nos  portos da Suécia , o OZ dispara agora seu terceiro trabalho em vinil. Já conhecido pelo ótimo trabalho em FIRE IN THE BRAIN , APE DE MARTINE (vocal), JAY C.BLADE (baixo e vocais), MARK RUFFNECK (bateria e percussão), SPEEDY FOX  & SPOOKY WOLF (guitarra solo e guitarra ritmica respectivamente) formam uma banda altamente competente e profissional, sem nada do estúpido e escroto comercialismo que grassa impunemente nesses eternos dias, onde tem nego pensando que fazer HEAVY METAL é copiar mal e porcamente músicas do SLADE, rasgar a roupa como bicha louca ou passar anos usando máscara e quando chegar na decadência tirá-la para mostrar caras aviadadas que sempre tinham se escondido debaixo de um som falso, postiço e enganador que não dizia nada, como ainda hoje não diz. Mas a verdade não falha, taí o OZ, com um trabalho pesado, furioso, cercado de riffs altamente energéticos. Esses combativos sentinelas de aço do Metal escandinavo arrojam se em um estilo próprio, pesado, rápido, cauteloso, majestoso. Repicado por magnificas guitarras num espetáculo bruxuleante, cortado no meio pelo vocal genial do “careca” (igual a alguém que conheço) APE DE MARTINE, carregando consigo o peso da disciplina HEAVY. Não podem fraquejar, e eles não o fazem. THIRD WARNING o terceiro aviso do avanço metálico produzido pelo OZ, massacrante.
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CRUCIFIED, chapante, cavernosa, venenosa, equilibrada pelo baixo dinamite, pelas cortantes guitarra e pela batida ininterrupta e eficaz da batera. RUNNER ótimo entretenimento para a faixa seguinte, ROCK’N’ROLL WIDOW com suas guitarras faiscantes à lá JUDAS PRIEST convence por sua autenticidade, grande música encerrando o primeiro lado.
O ladó épicodo OZ transparece na abertura do lado 2 com a música SAMURAI, grande, magnífica, vocais e back-vocais bem integrados, baixão roncando feio para a guitarra viperina, mesclando-se às batidas dantescas da batera-quebra pescoço. Seguindo-se BORN OUT OF TIME, trovejante, irriquieta. TOOBAD TO BE TRUE, pauleira pra todo lado, ouvir e fazer  escalda-pé ao mesmo tempo é burrice diante de tão convidativo  som.
TOTAL METAL, o nome diz tudo, estão casados com o METAL até o fim da vida…
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Wilson Dias Lúcio (Rock Brigade, Nº 16, 1985)

Ficar em casa lendo Batman e Mad…
.. e ouvindo Ramones e Motörhead.

sábado, 28 de maio de 2011

Atos dos Apóstolos 15 # Coração Sertanejo

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Vontade de sair por aí sem prazo para voltar, sem mala, sem lenço e sem documento.
Na placa de trânsito:

Dolly Parton – I Will Always Love You
Reba McEntire & Xororó – We’re All Alone
Janis Joplin – Me and Bobby McGee
Creedence Clearwater Revival – Who’ll Stop The Rain
Creedence Clearwater Revival – Proud Mary
Glenn Campbell – Gentle On My Mind
The Ozark Mountain Daredevils – You Made It Right
The Rolling Stones – Salt Of The Earth
Johnny Cash – I Walk The Line

no rádio do posto:


pedágio livre http://www.divshare.com/download/14665851-2cb

LIÇÃO DE AMOR - FINAL

 

Percebi desde o princípio que não o amava. Não entendi porque levou tanto tempo para descobrir…

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                                FIM

CHATEAUX – FIRE POWER

 

Chateaux - Fire Power - Front

Ebony Records

Segundo e grandioso álbum do fenomenal power trio britânico. Com a entrada de KRYS MASON (baixo/vocal) e CRHIS DADSON (batera) nos lugares de ALEC HOUSTON e ANDRE BAYLIS, sob o comando de TIM BROUGHTON (guita) avançam vorazmente sobre o  terreno metálico, ainda que mantendo aberta a passagem para o Rock’n’Roll energizado que tinha sido a tendência maior no também excelente 1º LP CHAINED AND DESPERATE.

Um claro e significativo exemplo de evolução musical. Oito excelentes faixas recheadas com o mais puro tempero metálico. De cara vão botando lenha na fogueira com trovão ROCK AND ROLL THUNDER. Com a batera metralhadora e o baixo britadeira, a guitarra aguda e cortante gorjeia como um pássaro metálico em ataque. Não estão para brincadeira e frescuras, a seguinte é ROLLER COASTER, um Metal Rock com um riffão poderoso correndo solto em meio ao vocal forte de MASON e à ininterrupta estratégia de peso da seção rítmica. A cadência de EYES OF STONE  a torna um hino, na mais pura tradição britânica.

Tudo METAL lapidado e enriquecido, alta qualidade mesmo. Sem nenhuma sutileza, fecham o lado com HERO, a música vai como moto-metálico consumindo o ouvinte com espasmódica energia.

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No lado 2, o Metalômetro (um aparelho desenvolvido pelo nosso “engenheiro” ADRIAN GOMES e que mede os impulsos cerebrais induzidos pelo efeito do êxtase metal-morfósico !!) continua com o ponteiro sempre no vermelho, indicando a receptividade. A primeira  é RUN IN THE NIGHT, capaz de fazer o ouvinte se sentir no meio de um ritual voodoo. Segue-se WHITE STEEL, aço branco, grande título para um grande som, difícil acreditar como um trio consegue produzir tamanho som. Ao vivo deve ser uma loucura. E lá vem chumbo grosso, o “anjo de rua” do CHATEAUX não é tão purinho assim, STREET ANGEL deve ser um caçador de cuzões e falsos metaleiros que eles inventaram para vigiar as seculares e sombrias ruas londrinas. Outro belo trabalho de guitarra de TIM BROUGHTON coadjuvado pelos também excelentes SON e DADSON.

A arrancada final do turbinado V-8 (me lembra a grande banda argentina), autêntico Power Metal cheio de pique e energia.

FIRE POWER, um ótimo disco, repleto de riffs, solos, bateria e baixo também na linha de frente, vocal de homem e nenhum gritinho aviadado, tudo como manda o manual do mais exigente headbanger. CHATEAUX , mais uma grande banda inglesa injustamente e inexplicavelmente sofrendo o relativo “esquecimento” da imprensa/público de seu país, mas que mesmo assim se mantém fie às origens, procurando seu merecido espaço.

ALTAMENTE RECOMENDADO !!!

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Antonio D.Pirani (Rock Brigade Nº 16, 1985)

 

Rock é rock mesmo !

 

Ouça no volume máximo !

LANTERNA VERDE Nº 18

 

DC Comics

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

 

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LIÇÃO DE AMOR – EPÍLOGO

 

Até que enfim está sorrindo…Puxa…então vamos ter uma bela noite, minha querida…

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                      conclui amanhã

THRUST – FIST HELD HIGH

Thrust - Fist Held High 1984
Metal Blade Records
Cinco headbangers de Metal que socam o limite !!! Fogo pra cima dos entulhos de lixo ! Rádios, revistas, televisões, idiotas, burros, vermes das sociedades de posers !!!
THRUST, força até seu estômago esbagaçar em Metal. Cinco chicaguenses que foram para a Califórnia em busca de Metal e vinil para seu demo-tape HEAVIER THAN HELL. JOHN BONATA, RON COOKE, C.B.SEBASTIAN, PRICE SOWERS e ROSS CRISTÃO. O “cão” dos compositors. Não são apenas mais um bando de metaleiros a incitar a insanidade sobre os palcos. Eles são. Eles tem. Compõem a velocidade do Metal. Seu estilo, como a própria personalidade do THRUST. Algumas palavras das canções: “Caia pra dentro do fogo/Completamente descontrolado/A música chuta você para cima/Chuta a sua alma/Parece ser tão pesada/Seu corpo serpenteia em cor vermelha/Pronta para encavalar você em uma super-marcha !!! (OVER DRIVE). – “Não há lugar para você se esconder/O Metal zumbe em toda parte/Nós escapamos de nossas celas/E vamos ser mais pesados do que o inferno !!! (HEAVIER THAN HELL). – “Como nos castelos da velha Inglaterra/Terror e tortura eles vão te levar/Ainda que você corra/Não tem jeito/Eles vão te alcançar ! (TORTURE CHAMBER). brigade8
Como se pode ver , as músicas refletem bem o que é a realidade de uma super nação como é os USA e logicamente a música que não poderia faltar, POSERS WILL DIE. Que reflete bem a ansiedade que eles têm de exterminar com todos os posers do mundo! Que isto sirva de espelho para a cara de cada um de nós e saber que no Metal não há lugar para mesquinho, egoísta, falso. Os fracos em poucos anos morrerão !!! POSER WILL DIE ! Para se ouvir alto e atingir este objetivo !!! Demais músicas: FIST HELD HIGH, FREEDOM FIGHTERS, METALLIC ATTACK e THRASHER.
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Berrah de Alencar (Rock Brigade Nº 16, 1985)
no rádio:

Fist Held High + Heavier Than Hell + Torture Chamber (MP3)

LIVING DEATH – VENGEANCE OF HELL

 

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Mausoleum Records

LIVING DEATH, uma banda alemã. Como a maioria das bandas alemãs, eles também são bastante jovens. LIVING DEATH pode muito, muito facilmente ser a “mais rápida” banda da Europa.

Existe apenas um nome para sua música: SPEED METAL !! o som que está saindo das minhas caixas: REAL SPEED METAL. E ainda há faixas que são mas cadenciadas como NIGHTLIGHT e a instrumental LABYRINT.

Apesar da má produção, você pode apreciar totalmente os assassinantes riffs, a batera rápida como a velocidade da luz e a torturante linha do baixo.

Na condição de que eles consigam um melhor produtor para seu próximo vinil. O LIVING DEATH pode se tornar uma das melhores bandas de SPEED METAL. Comprem este disco, todos vocês estravagantes velocistas…

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Marc de Wispelaere, correspondente  da Rock Brigade na Bélgica (Rock Brigade Nº 16, 1985)

 

Vingança do Inferno.

NARCISOS DO SÉCULO XXI

 

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do último vestibular.

A HISTÓRIA DO BANDIDO DA LUZ VERMELHA

José do Norte
Editora Luzeiro (2009)
bandido e getulio
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(trechos)