quarta-feira, 29 de junho de 2011

hommer rock17

NO MORE HEROES # 5

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Black Sabbath e seus membros cultivavam essa imagem horripilante - embalada pela bruxaria e pelo misticismo de ocasião, acorrentados a bem-combindas cruzes prateadas - que deu à banda a fama de pretensos satanistas e ainda rendeu um ou outro protesto público por parte de defensores da igreja. Antes deles astros do rock haviam encantado a opinião pública com flores, desfiles e promessas de mudar o mundo.
(Ian Christe)


Armored Saint - Lesson
Guns'n' Roses - Reckless Life
Iron Maiden - Sanctuary
Led Zeppelin - The Song Remains The Same
Ratt - You're In Love
Scorpions - Love You Sunday Morning
Steeler - Cold Day In Hell
Twisted Ace - I Won't Surrender
Metallica - Fight Fire With Fire
The Stranglers - I Feel Like a Wog
Malice - Captive Of Light
Van Halen - Ain't Talkin' Bout Love
Judas Priest - (Take These) Chains
Peter Frampton - Friday On My Mind


no rádio:

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MAGNOPYROL

 

Farmasa

Dipirona sódica

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ARTE DA CAPA – ROSE HUNTINGTON-WHITELEY

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terça-feira, 28 de junho de 2011

VAL VOLK

 

Boneca no lixo

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SILVER MOUNTAIN – SHAKIN’BRAINS

 
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Metal Blade Records.
8Eduardo de Souza Bonadia (Rock Brigade nº 16, 1985)

Muitos dos metaleiros mais radicais poderão dizer que estou ficando "bundão" (wimpy em inglês), mas , este SHAKIN’ BRAINS foi um dos melhores álbuns que ouvi nestes últimos tempos, isso principalmente pelo fato da banda seguir a linha do melhor que o PURPLE e o RAINBOW já fizeram. JONAS HANSSON, guitarrista e vocalista, faz a linha Blackmoriana com muita classe e técnica, não simplesmente como um copiador, mas como um guitarrista de primeira linha; juntamente ao tecladista JEN JOHANSSON que é um JOHN LORD Jr., com solos diversificados no órgão, piano e hapscórdio, sem ser somente um enchedor de linguiça.
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Eles são o destaque da banda. Não querendo desmerecer a base ritmica, formada por PER STADIN no baixo e ANDERS JOHANSSON na bateria, dois bons músicos. Não há no álbum, nenhuma música feita para fms ou videoclipes, somente grandes faixas como 178° e outras. Se você é mais ligado à linha radical de um BATHORY, VOI VOD, HELLHAMMER (se isso é música), esta banda não será um petardo em sua mão, mas uma chatice. Mas, se você é aberto à todas as formas VERDADEIRAS de METAL, este é um bom petardo de METAL qualificado. Grande banda, grande disco !

Heavy clássico made in Suécia.

LEITE DE MAGNÉSIA DE PHILLIPS

 

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

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MARTE ATACA !

 

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Preparado para a Guerra dos Mundos ?

PRETTY MAIDS – RED HOT & HEAVY

 

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CBS Records.


Banda dinamarquesa de linha mais melódica, porém pesada em suas melhores  e mais rápidas músicas. Este sexteto , neste LP, mostra algumas coisas  muito boas. O vocalista recém chegado RONNIE ATKINS é um exemplo. Muito bom mesmo, quando se trata do som mais potente da banda, lembrando, com seu vocal rasgado e sua pronuncia inglesa carregada, o excelente frontman  MAD MAN AXEL, do grupo holandês BODINE. As guitarras de KEN HAMMER e RICK HANSON  (também novato no grupo) som muito bem aos ouvidos, principalmente nas faixas BACK TO BACK , RED HOT & HEAVY, COLD KILLER e NIGHT DANGER, que também possuem um ótimo acompanhamento de bateria e baixo, por PHIL MOREHEAD e ALLAN DELONG respectivamente. O tecladista ALLAN OWEN quase estraga tudo nas músicas mais melódicas. Concordo que seja duro aguentar faixas mais como WAITING FOR THE TIME e PLACE IN THE NIGHT, muito melequentas ! Mas porra, os caras são bons instrumentistas e o vocal tem uma boa e bonita voz. Mas até aí, não precisa chorar tanto !!! Mas, tirando estas duas faixas sobra muita coisa boa. Ótimos recheios de guitarra e como já disse antes, a boa voz de RONNIE ATKINS. Penso que se eles tocassem mais músicas iguais ao pique de BACK TO BACK, COLD KILLER, BATTLE OF BRIDGE e NIGHT DANGER, se dariam melhor ainda, pois o pau come solto nestas faixas escandalosamente metálicas, assassinas e pesadas.brigade3
Acho que deveriam mandar embora o tecladista, ou dar-lhe uma guitarra, pois afinal ele é pouco acionado, mais nas músicas do tipo "ai tá doendo" ! Isso é coisa pra Tokyo Blade e Def Lepra. Mas não tem nada não, os caras tocam bem e merecem respeito (desde que não se metam mais com este tipo de música orientada para bunda-moles e galinhas de porta de discoteca (blarghhhhhhr, perdão) é claro !!!
Se você fingir que não ouviu as faixas orientadas, fica tudo em casa. A penúltima faixa do play é QUEEN OF DREAMS, melódica, quase no mesmo estilo das duas citadas como melosas, mas, bem melhor, soando mais para o ferro que para o mel. Com as guitarras espreguiçando-se gostosamente em riffs bem coadjuvados pelas "vozes" do baixo, dos tambores, e, é claro, do vocalista. Para quem quer localizar um influência não muito marcante , mas presente, na banda, é só lembrar do extinto THIN LIZZY. E é do THIN LIZZY a versão de LITTLE DARLING que eles tocam, encerrando o play. Muito boa mesmo a roupagem nova que eles deram para a música.
Bem, acho que se eles se livrassem do piano, serão em breve uma das mais fudidas bandas da escandinávia. Caso contrário, aguentem o que virá depois...
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Wilson Dias Lúcio (Rock Brigade nº 16, 1985)

Corre sangue metálico nestas veias…

… vermelho, quente e pesado.

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domingo, 26 de junho de 2011

O PLANETA NAUFRAGA (O Estado de S.Paulo, 16/12/1987)

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Reagan e Gorbachev dão um passo histórico. Mas o mundo continua imerso em podridão
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É possível que Ronnie Reagan e Gorbachev, em Washington, tenham iniciado um novo capítulo na história da humanidade. É possível – e é o que a humanidade espera.
Mas, sob os flashes espetaculares da assinatura de um tratado, uma outra cúpula artística passou despercebida à voracidade da mídia planetária. Trata-se de uma troca entre a National Gallery de Washington e o Hermitage de Leningrado. A esplêndida galeria americana cedeu um São Sebastião, de Tiziano, aos soviéticos. Estes retribuíram com um Laocconte, de El Greco.
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Muito significativo. O São Sebastião flechado é um dos símbolos capitais de martírio da iconografia – e no inconsciente da civilização ocidental. Representa a dignidade (a que ainda resta) do ser humano e sua capacidade de suportar o sofrimento. O Laocconte elabora o mesmo tema em outro contexto. Laocconte e seus dois filhos são mortos por duas grandes serpentes enviadas por Apolo. É a vingança do deus olímpico, porque eles alertaram os troianos sobre o cavalo de madeira construído pelos gregos.
Essa Cúpula de Museus é tão importante quanto o encontro de Washington – especialmente em um momento histórico quando o pessimismo, a incerteza e os temores fin-de-siécle avançam como cavaleiros mascarados em todas as latitudes. Há poucos dias a manchete de capa do La Repubblica romano sintetizava  o estado de espírito de um continente: “A Europa Afunda”. Isso não se refere apenas à Europa dos 12, os problemas do mercado comum: vale em relação ao avanço da extrema direita, a pobreza espiritual, o submaterialismo (mesmo pós crash de 87), os cortes absurdos nos orçamentos para a educação, os excessos na produção de alimentos, que poderiam, mas não são, destinados às nações do quarto mundo. No caso da Inglaterra, de onde escrevo, vale em relação ao intervento da dama de chumbo castrando a capacidade crítica da BBC, ou à degradação absoluta dos serviços públicos nesta ex-sede de Império.
pepe planeta naufraga
E o Brasil ? Também há poucos dias, logo abaixo da cúpula de Washington, aparecia na primeira página do International Herald Tribune, a bíblia jornalística deste planeta, matéria do correspondente do New York Times, no Rio de Janeiro, Alan Riding, sobre os brasileiros em debandada de seu país. Riding enumera todas as causas do que termina se manifestando, em cada um de nós, como uma profunda tristeza interior: inflação, oba-oba político, tensão social, corrupção, o fato de que certas elites de poder – tropicais e oportunistas – tenham achado que podiam financiar um desenvolvimento gastando impunemente bilhões de dólares emprestados. A matéria afirma que o sonho de dois terços da classe média urbana brasileira é deixar o País. um entrevistado realça que os brasileiros são “passivos e apolíticos”. Outro sintetiza: “Está é uma terra sem regras, sem responsabilidades e sem vergonha”.
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O mundo inteiro – que conta – leu e, agora, já sabe. Acabei de sair de uma entrevista com Chryssie Hynde, a pretender girl, e tudo que ela queria saber do Brasil era sobre a devastação da Amazonia. O Brasil afunda – pelas mãos dessas elites fecais. A Europa afunda. A América afunda – é o tema central dos melhores textos deste final de 87, escritos por Gore Vidal, Alexander Cockburn ou Saul Bellow. Oculto sob tanto som e fúria, perplexidade e desespero, o São Sebastião e o Laocconte, em suas novas casas, dialogam em silêncio. Refletem nossa capacidade de suportar o sofrimento. As flechas nos trespassam. As serpentes nos envenenam. E continuamos sonhando com um futuro imune ao terror suave e à implacável queda.


KONG KING

 

É uma pintura ou uma foto ?

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sábado, 25 de junho de 2011

hommer rock21

NO MORE HEROES # 4

 

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As bandas menos badaladas do fim dos anos 1970 encontravam peso nas fendas deixadas pelas pegadas dos dinossauros do hard rock. Kiss e AC/DC comprimiam os maiores sons do passado em pequenos hinos. Judas Priest e Scorpions somavam eletrizantes duplas de guitarras - uma incrível nova dimensão que se tornavaa base para a composição no heavy metal. Apesar de parecerem saídas do hard rock, essas bandas eram a base para algo novo.

(Ian Christe)

Black Sabbath - Gypsy

Blitzkrieg - Calm Waters

D.R.I. - Snap

Def Leppard - Hit and Run

Dio - We Rock

Exodus - Metal Command

Girlschool - 20th Century Boy

Guns'n'Roses - Perfect Crime

Trust - Prefabricated

Joan Jett & The Blackhearts - Run Away

Kiss - I Love It Loud

Loudness - Rock The Nation

Manilla Road - Queen Of The Black Coast

no rádio:

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QUEM SÃO ?

 

Esta turma gosta de tocar B.B.King de madrugada.

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Resposta: Cláudio Zoli e a banda Brylho.

INSTANTINA

 

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sexta-feira, 24 de junho de 2011

GRAVE DIGGER – HEAVY METAL BREAKDOWN

 

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Noise Records.

GRAVE DIGGER, uma nova banda de Power Metal alemã. Dessas de aleijar burro na porrada. Não é simplesmente mais “uma” banda a chegar no demoníaco mundo do HEAVY METAL. A despeito do som, com toda certeza, é mais uma banda de talento e competência a detonar o delicioso estrondo metálico ! Comno diríamos , “GREIVE DIGUER”, traz algo novo e peculiar para a música metálica.

A brecha que existia entre as vozes das bandas de Black Metal, e as vozes das bandas de HEAVY METAL tradicional tem agora sua lacuna fechada. Com os timbres vocálicos que se aproximam dos de UDO DIRKSCHNEIDER do ACCEPT, o vocalista CHRIS BOLTENDHAL imprime um rótulo particular no GRAVE DIGGER. Crispado, áspero, alto. Desta forma como se apresenta este grupo alemão, será fácil distinguir seu estilo. E olhando o espaço que ele veio ocupar, não há razão para não se apostar que logo será uma banda com os braços fortes como o EXCITER, ANVIL, METALLICA, MOTÖRHEAD, ACCEPT, etc. Reúne força visceral de guitarras atômicas, velocidade vigorosa de bandas de Speed Metal, o peso tremendo da música e a voz áspera de CHRIS que é de matar qualquer um: Um HEAVY METAL estilhaçador como o título sugere ! Das dez músicas que o LP traz, duas são de levantar poeira do deserto: HEADBANGIN’ MAN e, embora faixas como WE WANNA ROCK YA e SHOOT HER DOWN um holocausto vocálico, sejam muito boas, existe ainda HEAVY METAL BREAKDOWN. A música que aprendi a gostar do GRAVE DIGGER. Certamente uma das mais belas músicas que já ouvi. HEAVY METAL que quebra pra baixo, que desmonta !!!

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O grito de CHRIS que indica o barulho destruidor, o desígnio de lutar contra o inimigo comum e mortal. Eu gostaria de falar também das músicas LEGION OF THE LOST e YESTERDAY,,, não sei o que CHRIS chupou que ele começa cantando LEGION OF THE LOST parecendo robert plant. Depois vai engrossando a voz como a de homem f...que ele é ! E a música vai riffinhando como o antigo BLACK SABBATH. E YESTERDAY, que não sei com qual propósito esse tipo de música vem parar num disco como este ! Aliás, este é mais um caso específico . Vários são assim. Músicas que caem no esquecimento, só ocupam espaço, malfeitas, uma bosta que na minha opinião só presta pra fazer fita !!!

Mas enfim, o disco é bem produzido, bem mixado, o que revela que antes do GRAVE DIGGER aparecer com este álbum debut, seus integrantes já tinham experiência no mundo do vinil.

Formam o resto da banda: PETER MASSON (guitarra), WILLI LACKMANN (baixo) e ALBERT ECKARDT (bateria).

O disco é seguramente headbanging, e a banda , é certamente fudida !!! Adquirir o play se constitui em alta sensatez. A nota que atribuo não representa a potencialidade da banda, que é infinitamente maior:

Se corrigir estas falhas, uma nota dez o GRAVE DIGGER arrebentará...

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Berrah de Alencar (Rock Brigade nº 16, 1985)

 

Isso que eu chamo de intervenção intracraniana…

Proteja o seu pescoço.

QUEM SÃO ?

 

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1. Rita Lee e Tutti Frutti (junho de 1976)

2. Rita Lee e Tutti Frutti (foto divulgação do show “Entradas & Bandeiras”, agosto de 1976)