sexta-feira, 30 de setembro de 2011

MAIS QUE O DEVER (X-9 Nº 172, 1948)

 

Um conto para o Dia da Secretária.

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VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 19

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JOHNNY CLEGG & SAVUKA
GREAT HEART
The world is full of strange behaviour
Every man has to be his own saviour
I know I can make it on my own if I try
But I'm searching for a Great Heart to stand me by
Underneath the African sky
A Great Heart to stand me by
I'm searching for the spirit of the Great Heart
To hold and keep me by
I'm searching for the spirit of the Great Heart
Under African sky
Sometimes I feel that you really know me
Sometimes there's so much you can show me
There's a highway of stars across the heavens
The whispering song of the wind in the grass
There's the rolling thunder across the savanna
A hope and dream at the edge of the sky
And your life is a story like the wind
Your life is a story like the wind
I'm searching for the spirit of the Great Heart
To hold and stand me by
I'm searching for the spirit of the Great Heart
Under African sky
I'm searching for the spirit of the Great Heart
I see the fire in your eyes
I'm searching for the spirit of the Great Heart
That beats my name inside
Sometimes I feel that you really know me
Sometimes there's so much you can show me
I'm searching for the spirit of the Great Heart
Guga 'mzimba (body grow old)
Sala 'nhliziyo (but heart remain behind)
I'm searching for the spirit of the Great Heart
Guga 'mzimba (body grow old)
Sala 'nhliziyo (but heart remain behind)
I'm searching for the spirit of the Great Heart
To hold and stand me by
I'm searching for the spirit of the Great Heart
Under African sky

Johnny Clegg é um compositor e guitarrista sul-africano.

LUCIANA BENADUCE FIGUEIREDO

 

“Não há vagas”

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REVELL

 

Almanaque Disney 90, 1978 (Garimpohq Blogspot) Hq-030

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 18

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RAY LEMA 
REPOS
Ray Lema começou a se envolver com música tocando órgão em igreja durante cinco anos. No momento em que entrou na faculdade  já estava tocando teclado em clubes de Kinshasa para artistas como Kalle, Abeti, M'pongo Amor e Tabu Ley.
Ele trabalhou com o Ballet du Zaire em 1974-1978 e percorreu o país estudando folclore. Ganhou  uma bolsa Rockefeller para estudar em os EUA em 1979. Lema esculpiu a música africana deixando-a palatavel a ponto de inseri-la no caldeirão da new-wave sem perder a raiz soukou. Recentemente assinou com a gravadora internacional Mango.

Ray Lema já colaborou com o baterista do The Police em alguns trabalhos.

ELISABETH SORRENTINO

 

s/t.

zzz6

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A MEMÓRIA

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TCHAU, MÃE – OlivieroToscani
Editora Revan (1996)
Eu não tenho memória. Ou melhor: como todos, não tenho memória para as coisas desagradáveis. Os pessimistas lembram-se muito bem de tudo de pior que lhes aconteceu. Eu, que sou otismista, prefiro selecionar o melhor. A memória viaja e, às vezes, é mais útil proceder sem se apoiar na experiência , é melhor fazer as coisas sem se lembrar de como foram feitas na primeira vez. Haveria mais inovação em todos os campos se não houvesse memória. Frequentemente, nos conformamos com o que foi feito e funcionou e preferimos não arriscar a experimentar. Se não nos lembrássemos que as letras do alfabeto têm um som, e que uma ao lado da outra podem ter um sentido, o que se  tornariam as palavras que lemos ? Formas fantásticas e abstratas, como o alfabeto japonês ou o árabe. Como fotógrafo, eu gosto de pensar que posso ser absolutamente analfabeto e que posso ler somente a forma das coisas e não o sentido que está por trás do nome delas.

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 17

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SALIF KEITA & CESARIA EVORA
YAMORE
Je t’aime mi amoré menebêff fie
Ene le arabylyla to much
Namafiye, namafiye guni yerela ba namafiye Niere a ná nifon
Ye namo kofue nerum silê don kile le, ina kola ahaha
Rile enela munuku mo sô
Nienama kofiye, soro falê é mo sonho mana osi koté
Nanana nekona, dê I lêlê fon
Je t’aime mi amoré menebêff fie Nê comf fop ach ari
Ene le arabylyla to much Xurin né bi feu J t’aim
Un tem fé, si un tem fê
No também viver sem medo e confians
Num era mais bisonho
Olhar de nos criança ta a tornar brilhar de inocença
E na mente CE esvitayada
Temporal talvez ta mainar
Na brandura y calmaria
Nosso amor ta vins cansando
De ser luta e resitencia
Pa sobreviver nas tormenta
Na brandura y calmaria
Nosso amor ta vins cansando
De ser luta e resitencia
Pa sobreviver nas tormenta
Je t’aime mi amoré menebêff fie Boi nhat zefiu, ermãos
Ene le arabylyla to much Boi etud nhiafieu, la paz
Xeritava pá, beru kuyê mobiliko yoi nhê
Ahaha rilê ene La munuku mo sô
In deburu ieu kordaine
Sank é noite a namo a cantor
Ê enela mulnuku mo sol
Yo sakenem mo sol
Un tem fé, si un tem fê
No também viver sem medo e confians
Num era mais bisonho
Olhar de nos criança ta a tornar brilhar de inocença
E na mente CE esvitayada
Temporal talvez ta mainar

Um dueto com Miss Perfumado.

KOLANTYL

 

Medley

Hidróxido de alumínio hidróxido de magnésio trissilicato de magnésio

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s/t.

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COLUNA

 

Almanaque Disney 90, 1978 (Garimpohq Blogspot) Hq-001

terça-feira, 27 de setembro de 2011

ARTE DO FUTEBOL – ESCURINHO (1950-2011)

 

Morreu o atacante Escurinho. Bicampeão brasileiro em 1975 e 1976 e heptacampeão gaúcho pelo Inter (1970,71,72,73,74,75 e 76). Ele defendeu também o Palmeiras, onde foi vice-campeão brasileiro em 1978.

MULHERES E MONSTROS

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MULHERES E MONSTROS – João de Minas
Editora Unitas (1933)
Eu ia já me afeiçoando àquela dura mulher. Como que ali mesmo já tinha saudade de sua palavra atrapalhada, de seu olho azul, robusta como a velha e imortal Alemanha de meus avós!
Agora, a tarde ia caindo, como uma tela santa dourada de iluminura. A paz imemorial da terra virgem era a esponja do infinito. E ia se embebendo da luz crepuscular, sorvendo o vinho roxo do ocaso.
Deus se pulverizava nos espaços perdidos.
E assim a solidão vivia, fugindo ao coração negro da noite. Olhando aquilo tudo, com meu cigarro esquecido na boca, uma sutil recordação religiosa da meninice foi se erguendo em meus nervos.
Havia um grande cristo de pau, pálido e paternal, no fundo lúgubre dum corredor de colégio de padre. Eu tinha 12 anos e estava interno nesse colégio. Os padres se deliciavam, volta e meia, me puxando as já longas orelhas. E eu vinha no corredor, fulo de raiva, com as orelhas ardendo. E parava diante do cristo, e pedia desgraça pra meus algozes. O cristo, na sombra, parecia me sorrir, se azulava, se diafanizava, numa claridade inefável.
Um dia um padre, coitado!, quebrou uma perna. O fui visitar em sua cela, incorporado a todos os alunos. E em seguida, escondido, fui pôr uma flor agradecida aos pés do cristo, num copo dágua.
Durante muito tempo, depois, nos buracos da vida, essa imagem de Jesus não me saiu do coração e da saudade.
Agora ali, naquele anoitecer na vastidão do Araguaia, a imagem divina da meninice me voltava ao coração.
O rio ia descendo, serenamente formidável. E o cristo de outrora, o símbolo das ilusões e dos sonhos mortos, como vinha me encontrar, andando sobre a água.
De repente um olho vidrado, branco, subiu da planície fulva do oriente. Era a estrela Vésper.
Estávamos diante da barraca da doutora, depois do jantar. Dois honrados burros, que ela trazia pra seu serviço, pastavam perto, teimosos em escutar nossa conversa. É que miados de onça, no entardecer, vieram da floresta próxima. Os talentosos burros se apadrinhavam conosco, e se encostavam muito um ao outro, de orelhas empinadas, ou escorridas na direção do fio do lombo, pegando o rumo do vento.
Kremlen ia nos deslumbrando.
Em 1926 ela fora ao Egito, pesquisar os túmulos faraônicos, procurando o segredo dos miraculosos embalsamamentos.
Em verdade, discorria a sábia, sentada no chão, fumando cachimbo, a cultura científica moderna é ridícula. Os egípcios sabiam também embalsamar a vida ou a amarrar, a roubando durante milênios aos imperativos fatais do tempo destruidor. Os egípcios embalsamavam, por exemplo, a vida dum grão de trigo. O grão ficava puro e impassível. Podiam passar quatro mil anos. A semente era a mesma, e sempre germinaria.
— Assombroso! — Confessei.
Kremlen ficou muito séria, um sério confidencial e comovido. O fanatismo da sabedoria, a ânsia a indagações supremas fulgia nos beiços, sutilmente trêmulos. Nos contaria imensas intimidades científicas. Sim, doutora Ana Kremlen não perdera tempo se atolando nos terríveis mistérios faraônicos: Ela, luz de saia da velha Alemanha, a potente e a gloriosa, descobrira o segredo egípcio dos embalsamamentos! Descobrira mais, suprema glória!, o meio de se fixar na cara dos cadáveres embalsamados todas as emoções da vítima no momento da morte. Se podia embalsamar o pavor da morte, a máscara do horror, da agonia.
A noite descera completamente.
Nosso fogo rolava clarões lívidos no vigor muscular da treva, onde se emboscavam gigantes e feras imaginárias. Os burros estavam colados ao fogo, onde as onças não chegam.
Foi quando a doutora teve um ímpeto de vaidade. Nos provaria o que afirmava.
Entrou depressa na barraca, e voltou com uma caixa de zinco e uma lanterna. Xaraim se ergueu, e ficou segurando a lanterna. Eu estava a seu lado, num mal-estar indefinível.
A doutora tirou da caixa, devagar, com amor, com cuidado, uma coisa negra, que levou à luz morta da lanterna. Aquilo era horrível!
Uma cabeça humana, cortada cerce na base do pescoço, cravava em nós os olhos rubros de onça acuada.
A cabeça, dum negro, estava prodigiosamente viva, e conservava todo o impulso explosivo do instinto de conservação na hora da morte. Mas eu ia, mais calmo, observando melhor aquele horror.
O queixo era amplo, os dentes agudos e alvos, selvaticamente arreganhados, a testa sumida, o cabelo como cerda. Aquela cabeça seria dum homem ou monstro? Estaria eu diante dum assassínio?
Uma idéia me varou o cérebro. Xaraim! Xaraim se parecia com aquela cara apavorante.
A doutora, muda, forte e feia, pelo cabelo segurava a cabeça decepada à luz da lanterna.
Começou a explicar, com gravidade acadêmica, que aquele despojo fúnebre revolucionaria o mundo científico.
É que na ilha do Bananal, como um ramo da tribo dos índios urubus, ainda se encontra o homem-macaco. Kremlen conseguira atrair um homem-macaco.
E um dia, de surpresa, dominou o monstro confiado, o amarrou e começou a o supliciar cientificamente, a fim de lhe provocar na cara todo o convulso pavor da morte, todos os tons dramáticos da dor, do ódio, do horror impotente.
Feito isso, com uma navalha de necrotério foi, carinhosamente, degolando a vítima, que assim guardou até o final uma fisionomia agitadíssima. Era a máscara suprema do pavor, que Kremlen logo embalsamou, aplicando o segredo maravilhoso descoberto nos túmulos faraônicos.
E era assim que tínhamos ali, diante de nós, a cabeça viva do morto inocente.
De repente, Xaraim começou a chorar. Guinchava sua desgraça:
― Essa cabeça é a de meu pai. Eu sou da ilha do Bananal. Eu digo qui sou baiano do Pará é só pra fazê respeito, prus otro pensá qui eu sou da estranja.

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 16

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MAHMOUD AHMED ERA MELA MELA
Na Etiópia, a palavra é "eskeusta" (algo como ecstasy). Eskeusta é a sensação obtida por uma música que começa em um dos ombros, desce a espinha e domina suas pernas e pés. Todos os grandes vocalistas tem buscado esse efeito mas nenhum com grande sucesso com Mahmoud Ahmed.
Este etíope combina , há 40 anos, a tradicional música de seu país com um estilo chamado amárico que remete a padrões rítmicos circulares da música indiana. O efeito é devastador.
A repetição intensa e frequente de uma mesma célula modal vai atingindo um efeito narcótico e quando menos percebemos já estamos dominados.


Direto no plexo solar.

MARIO PAIVA WEYMOUTH

 

“Cartomante”

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

 

Sexy_looks

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 15

khaled
KHALED
EL ARBI
Oooooooohhh
Yana l'arbi yaah weld
L'ghaba wa l'hjel dellali
Dellali dellali heyeah
Dan dan dan dan dan dan danaa
Ou dana nayni dellali
Qeeluni dellali heyeah
Yana l'arbi yaah weld
Ennaga wel'rmal dellali
Dellali dellali heyeah
Yana l'arbi yaah weld
Essahra wel'tmar dellali
Dellali dellali heyeah
Yana l'arbi yaah
Weld l'ghaba wa l'hjel dellali
Dellali, dellali heyeah
Dan dan dan dan dan dan
Ou danaa ou dana nayni dellali
Qeeluni dellali heyeah
Ooooooohhh
La zhar la memoon aah
Ou khallouni nhoom dellali
Yaah dellali dellali
Yana l'arbi weld
Ennaga wel'rmal dellali
Dellali dellali heyeah

Megasucesso do argelino Khaled. Tocou até em casas noturnas de SP.

PAULO JANTALAIA

 

“Outro dia”

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POMADA DE PROTARGOL

 

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domingo, 25 de setembro de 2011

MADONNA VIRA MARILYN NA "VANITY FAIR" (O Estado de S.Paulo, 20/03/1991)

 

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A mais prestigiada revista mensal do mundo chega às bancas com um ensaio fotográfico provocante no qual a cantora pop reencarna o charme e a sedução de Marilyn Monroe

PEPE ESCOBAR

Loiríssima, de branco, sentada em um banquinho da cozinha de seu imaculado apartamento de sete quartos em Manhattan (mobília art deco francesa, arte cubista), Madonna - ou seria Marilyn ? - suspira e confessa: "É um clichê, mas você pode ter todo o sucesso do mundo. Se não tem alguém para amar, não vale tanto a pena. O calor que você recebe de outro ser humano - uma criança, em especial - sempre será mais importante que as pessoas reconhecendo você na rua". 1991_04 - Vanity Fair
Bomba ! Bomba ! O confessionário é artigo de capa da Vanity Fair de abril. A Vanity Fair, dirigida pela ladina londrina Tina Brown, é a melhor revista mensal do planeta. Todo ano dá uma capa para Madonna, em que antecipa seu novo look  para a próxima estação. Essa reportagem que já virou tema chave de conversa em todos os restaurantes  do quem é quem em Hollywood - é ainda mais significativa porque Madonna entrega o jogo duplamente. Está mais acessível, vulnerável e maternal do que a sua imagem de marca de vamp sexy. Ao mesmo tempo, a mulher mais famosa do mundo finalmente realiza seu sonho de posar como a estrela caída mais famosa do mundo.

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Madonna solta toda sua fantasia em um portfólio do darling de supermodelos Steven Meisel. O ensaio se chama "Homenagem a Norma Jean" e é uma das obras primas do simulacro no final do século 20.
A reportagem serve também como avant-premiére  promocional para o filme turnê Ambição Loira - Truth or Dare: On the Road, Behind the Scenes and in Bed with Madonna. - que estréia na América em maio. Segundo a autora do texto, Lynn Hirschberg, o filme cumpre tudo o que promete; as câmeras  a perseguem obsessivamente e a revelam enquanto está sem maquiagem, toma café da manhã, vai ao dentista, discute e telefona com Deus e o mundo, canta, dança, faz ginástica ou está quase nua em sua caminha.

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Mas o melhor são mesmo as revelações humanas, muito humanas. Uma vidente confirmou  à ex-garota material (hoje com 32 anos) que ela não terá filhos. Madonna justifica seu amor por Sean Penn: "Ele era como meu pai, de uma certa maneira. Ele patrulhava o que eu usava . Mas pelo menos estava prestando atenção em mim. Pelo menos, tinha coragem".

Com Warren Beatty - que a usou para promover Dick Tracy, prometendo  fotografá-la como ninguém - as coisas foram mais escorregadias. Warren continuava saindo com todas as gatas de L.A., Madonna sentia-se usada, queria um compromisso sério, e a imprensa (marron, rosa, amarela) os enlouqueceu. Warren trocou Madonna por Stephanie Seymour, um acinte supermodelístico dez anos mais nova.van91c
Ela sente a força do imperativo biológico. E ainda procura, obsessiva, o Príncipe: "Fico pensando se algum dia poderia achar alguém como eu". Enquanto isso, posa de Norma Jean. Os ricos também amam, os famosos também choram, e os golpes de marketing se acumulam. E no fim de tudo não passa de resolver o papai-mamãe. 

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A ambição é loira.

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 14

 
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CHEB MAMI
DOUHA ALIA
A música popular argelina combina hoje elementos da música espanhola, marroquina, francesa e árabe. Cheb Mami (uma espécie de Roberto Carlos local) é considerado o “Príncipe da Rai” e manipula estes elementos com destreza.
Críticos franceses retratam um refinamento melódico que é imperceptível para quem não acompanha com atenção a música produzida no continente. Com essa quase unanimidade de público e crítica o argelino vai produzindo suas canções e já cravou em 2000 uma parceria com Sting.



 
 Para ouvir e guardar no coração.

SILVIO RICARDO RIBEIRO

 

“Caribe”

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sábado, 24 de setembro de 2011

NO MORE HEROES # 27

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Sem maquiagem nem tapa-sexo explosivo, a aparência do Metallica era uma anti-imagem. Com suas jaquetas de couro, coletes jeans e camisetas e menos frequentemente cintos espetados ou de tachinhas, os garotos do Metallica pareciam-se com os headbangers que ficavam na frente do palco dos shows do Iron Maiden e do Judas Priest. Sem broches e distintivos, compunham a imagem clássica do fã de metal, não do rockstar espalhafatoso.
(Ian Christe)
Elixir – You’re Bot Fooling me
Dark Star – Lady Of Mars
Tygers Of Pan Tang – Small Town Flirt
Buffalo – Mean Machine
Avenger – On The Rocks
Generation X – Happy People
Saracen – Jekyll and Hyde
Generation X – King Rocker
Saracen – We Have Arrived
Diamond Head – I Don’t Got
A II Z – Danger U.X.B.
Briar – La Bamba
Deep Machine – Night Stalker
Praying Mantis – Praying Mantis
no rádio:

baixe: http://www.divshare.com/download/14857106-

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 13

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OFRA HAZA
IM NIN ‘ALU
I'M NIN'ALU
DAL THAE NA DI VIM
DAL THAE MA ROM
LO NIN'ALU
JA JA JA JA
I'M NIN'ALU LU LU
I'M NIN'ALU LU LU
EL HI
EL HI
I'M NIN'ALU LU LU
I'M NIN'ALU LU LU
EL HI
JA JA JAL JAL
YOU KNOW I LOVE YOU
LIKE NO OTHER
LIKE NO OTHER
IN MY PRAYER
HA YOT SHA HAM RO SE WA SOHVIM
MI YOM BA RI OH NICH LA LU
I'M NIN'ALU LU LU
I'M NIN'ALU LU LU
EL HI
I'M NIN'ALU
TAKE ME AWAY I NEED YOUR HELP
SOMEBODY CRIES WITHIN THE HERD
OH... MY GOD I NEED YOUR HELP
UBE SHESH KA NO FA YIM SA VIVIM
OFIM BE ET YIT GALJA LU
EL HI
EL HI
I'M NIN'ALU LU LU
I'M NIN'ALU LU LU
EL HI
I'M NIN'ALU
DAL THAE NA DI VIM
DAL THAE MA ROM
LO NIN'ALU...

Flôr do deserto.

ANDERS ROOS

 

s/t.

zzz2

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

QUADROS DE SEMPRE

 

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VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 12

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LINTON KWESI JOHNSON
INGLAN IS A BITCH
When me just come to London town.
Me used to work pon the underground.
But working pon the underground.
You don't get to know your way around.
England is a bitch.
There's no escaping it.
England is a bitch.
There's no running way from it.
Me get a little job in a big hotel.
And after awhile, me was doing quite well.
Them start me off as a dishwasher.
But when me take a stack, me no turn clock watcher.
England is a bitch.
There's no escaping it.
England is a bitch.
Nobody try to hide from it.
When they give you your little wage packet.
First them rob with you them big tax racket.
You have to struggle to make ends meet.
And when you go to bed, you just can't sleep.
England is a bitch.
There's no escaping it.
England is a bitch, for true.
And no lie me tell, it's true.
Me used to work big ditch when it cold as a bitch.
Me was strong as a mule, but boy, me was a fool.
Then after a while me just stop the overtime.
Then after awhile, me just put down me tool.
England is a bitch.
There's no escaping it.
England is a bitch.
You have to know how to survive in it.
Well me do day work and me do night work.
Me do clean work and me do dirty work.
Them say a black man is very lazy.
But if you see how me work you would have said me crazy.
England is a bitch
There's no escaping it
England is a bitch
You better face up to it.
Them have a little factory up in Barclay
In this factory all them do is pack crockery
For the last 15 years them get my labor.
Now after 15 years I fall out of favor.
England is a bitch.
There's no escaping it.
England is a bitch.
There's no running way from it.
Me know them say they have work, work in abundant.
Yet still, they make me redundant.
Now at 55, I'm getting quite old.
Yet still, them send me to go draw dole.
England is a bitch
There's no escaping it
England is a bitch, for true.
Is what we going to do about it?

Reggae de 1980 de um dos principais álbuns do gênero.

LUDO ADOUS

 

“Venus II”

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

OS 3 CONSELHOS SAGRADOS

Marco Haurélio

Editora Luzeiro (2006)

3 conselhos

3 conselho 1e2

3 conselho 1e2

3 conselho 3 e 4

3 conselho 3 e 4

3 conselho5

(trechos)

VOLTA AO MUNDO EM 80 CANÇÕES - 11

cde
HAIFA WEHBE
RAGAB
Ragab khodh sahbak ani
ragab sahbak gannenni
ragab arrab tammenni
ragab olou ysib albi
(pause)
ragab koth sahbak ani
ragab sahbak gannenni
ragab arrab tammenni
ragab ollou ysib albi
(pause)
law kan da nasini
min haynassini chouk alboulghaddar
tab lé ybakkini w yolli nsini yermini fwestennar
mouch rah acibou dana lazem aguibou achek mouchtak mohtar
ragab addit lelmia
ragab wana bent chakia
ragab sahbak mouch lia
ragab ollou ysib albi
ragab
ragab sahbak aou chafni
ragab al mabyaarefni
ragab walla da khawefni
ragab ah yana ya gholbi
ragab sahbak aou chafni
ragab al mabyaarefni
ragab walla da khawefni
ragab ah yana ya gholbi
lasalam la kalam wala hatta malam dana al ih il asbab
hansah fel haklaw albou da rak w al mahnach ahbeb
ana lazem aguibou achan mouchtak mehtar
ragab
tab ragab
tab ragab khodh sahbak ani
ragab sahbak gannenni
ragab arrab tammenni ragab ollou ysib albi
ragab adit lelmia
ragab wana bent chakia
ragab sahbak mouch lia
ragab ah yana ya gholbi
ah...ollou ysib albi

Haja tropas da ONU para conter essa verdadeira revolução islâmica.
Mais sobre a Britney libanesa aqui

DELFIN

 

Almanaque Disney 90, 1978 (Garimpohq Blogspot) Hq-044

LUCIANO VICIONI

 

s/t.

zzz1