terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

MISSÃO INDIGESTA # 2

 

Em Jacarta as coisas andavam quentes demais, obrigando o agente Top-Secret a lutar que nem um demônio naquela missão indigesta.

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BOING BOOM TSCHAK # 18

 

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No final da década de 1960 Wendy Carlos popularizou a música de sintetizador com os dois notáveis álbuns, Switched-On Bach e The Well-Tempered Synthesizer, que reproduziram peças de J. S. Bach usando o Moog. O equipamento gerava somente um nota por vez, então para gerar a composição Carlos teve que sobrepor as gravações em um amplo trabalho de estúdio. As primeiras máquinas também eram bastante instáveis, e perdiam a afinação com facilidade. Apesar disso, muitos músicos como Keith Emerson do Emerson Lake and Palmer começaram a usar os equipamentos, inclusive em turnê. O teremim, que é extremamente difícil de ser executado, foi também usado na música popular. O teremim elétrico foi usado em "Good Vibrations" do The Beach Boys. Já os Beatles usaram o mellotron em "Strawberry Fields Forever" e o pedal de volume em "Yes It Is".
Com o aparecimento do álbum "Switched-on Bach" em 1968, Wendy Carlos tornou-se instantaneamente uma celebridade e  o álbum tornou-se um dos maiores best-sellers clássicos de todos os tempos. Desde o início de sua juventude, Wendy Carlos (nascida em Pawtucket, Rhode Island, E.U.A. - 1939) demonstrou um forte interesse em música e tecnologia científica. Precocemente, aos 10 anos de idade ela compôs um Trio para Clarinete, Acordeão e Piano, e quatro anos mais tarde construiu um pequeno computador. Quando tinha 17 anos de idade montou um estúdio de música eletrônica e produziu sua primeira composição a qual utilizava sons criados e manipulados em gravadores de rolo. Estudou música e física.Em 1965 Wendy Carlos, na época engenheira de som do estúdio Gotham Recording (Nova York), comprou uma das máquinas de Robert Moog e em 1966 ela construiu seu próprio estúdio de gravação (8 pistas) em casa. Ainda em 1966 ela iniciou a gravação do hoje lendário "Switched-on Bach" onde Carlos executava no sintetizador Moog obras de J.S.Bach ( houve um cuidado musicológico de sua parte com relação ao estilo barroco), gravando cada timbre pista por pista, pois o instrumento era monofônico (emitia somente uma nota por vez).

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Um trabalho insano que foi consagrado como o primeiro álbum clássico a receber o "disco de platina".Após aperfeiçoar sua técnica no álbum "The Well-Tempered Synthesizer", Wendy apresentou o uso do vocoder (processador de voz - fabricado por Moog) para vocalizações sintetizadas para a trilha sonora do filme "A Laranja Mecânica" do diretor Stanley Kubrick, desta vez usando basicamente obras de Beethoven e composições próprias. Sua obra seguinte, "Sonic Seasonings", apresentou o que conhecemos hoje como o estilo New-Age , utilizando o sintetizador Moog para simular sons da natureza, tais como chuvas, ventos, pássaros, lobos uivando, etc. Compôs trilhas para os filmes "O Iluminado" ( também de Kubrick) e "Tron" (dos estúdios Disney).

Giorgio Moroder – Aus (The End)

B.Lent Arel – Postlude From Music For a Sacred Service

Charles Dodge – He Destroyed Her Image

Jean Michel Jarre – Oxygene part 1

Johanna M.Beyer – Music Of Spheres

Morton Subotnick – Of The Moon part A

Musica Elettronica Viva – Spacecraft

Raymond Scott – Cindy Electronium

Nina Hagen – Unbeschreiblich Weiblich

Yellow Magic Orchestra – Technopolis

Gary Numan & Tubeway Army – Me! Disconnect From You

Devo – Peekaboo

Pink Floyd – Breathe

Kraftwerk – Music Non Stop

no rádio:

baixe: MP3

CURIOSIDADES

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KAYSER

 

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PERSECUCIÓN

 

Buigas (1958)

TBO Extra Oeste 1-39

TBO Extraordinario Dedicado al Oeste

RCD # 56

 

UNITED KINGDOM

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(continua)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

rápido&rasteiro&rápido&rasteiro

 
Da arte de fazer média: Lá fora,Obama canta com Mick Jagger e B.B.King na Casa Branca # aqui, Criolo canta “Cálice” em show para 20 mil no Recife, relembra o “caso Pinheirinho” e deixa a jornalistada no cio # Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia…# Indústria fonográfica resistindo com os lançamentos de “Old Ideas”, do canadense Leonard Cohen, “How About I Be Me”, da irlandesa Sinéad O’Connor e “Le Voyage Dans La Lune” , do duo francês Air # No Peru, Bono escapa do assédio da imprensa e visita as ruínas da cidade inca de Machu Picchu # tremo só de pensar no próximo disco do U2 # A vida vem em ondas como um mar…# Mônica Mattos no Cartye em Santo André e Bruna Ferraz sorteando a calcinha usada no desfile do último domingo # é o carnaval se estendendo mais um pouco # Quem também ficou quase pelado foi Steven Tyler # no American Idol o aerosmith mergulhou de cueca na piscina do cenário # mais peladões ? é só acompanhar as surubas do BBB12 # eu é que não pego elevador com essa turma # Divulgada a capa, em estilo tapete persa, do livro “As Dez Torres de Sangue” de Carlos Orsi (Editora Draco) # trama recheada de desertos, beduínos, escravos, sangue e vingança # Nas melhores bancas você já pode encontrar um álbum de figurinhas com a história do São Paulo F.C. # Tudo muda o tempo todo no mundo…# Grécia de joelhos e Portugal e Espanha recebendo ordens da Alemanha # teóricos elaboram teses sobre um novo nazismo # Irã doidinho para explodir a bomba, Israel também e o presidente dos EUA fazendo jam session… # Assisto com minha professora de literatura o bonito e delicado De Encontro Com o Amor. O filme, de 2005, conta a história de um escritor famoso (Harvey Keitel) que passa 20 anos sem publicar nada após um bloqueio criativo # cenários lindos de vilas italianas e elenco divertido # e hoje tem cerimônia do Oscar, mas a Halle Berry não vai porque quebrou o pé # Como uma onda no mar…

9 ENTRE 10 ESTRELAS DO ROCK PREFEREM O CINEMA (Bizz nº 6, Dezembro de 1985)

Na dinastia do Rei Elvis, o carisma e/ou o ego já levaram muitos roqueiros do calibre de Jagger, Bowie e Sting para as telas. Quem traça o roteiro é
PEPE ESCOBAR
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    O rock é um habitante de climas e paisagens mentais. Vive jogando com fantasmas e mitos coletivos do fundo da alma humana. No rock vale tudo, como vemos na sua relação erótica com o cinema: desejo de assassinato e selvageria profunda, raiva e violência, loucura maníaca, paranóica ou histérica, perversidade. Mas também doçura extrema, melancolia, amor exacerbado e desejo de viver sem limites.
    A cópula cinema/rock já conta com mais de três décadas de tensão entre a placidez e a turbulência. Mas os ícones do rock  e a indústria  demoraram algum tempo para aposentar momentaneamente seus gogós e aparecer na tela representando. Marlon Brando, em O Selvagem (53), havia imortalizado um tipo: o motoqueiro amargurado/solitário lobo da estepe. James Dean, em Juventude Transviada (55), do genial Nicholas Ray, o garoto problemático como herói existencial. Mas só depois de Bill Haley aparecer, cantando "Rock Around the Clock" em Blackboard Jungle (Sementes da Violência, 55), é que a indústria da música descobriu a América: o rock vendia o cinema, e muito bem.
    Fats Domino, Chuck Berry, The Platters e outros negros gatos começaram a aparecer em filmes baratos de sucesso garantido. O melhor  desta primeira safra é The Girl Can´t Help It (56), do mestre da comédia Frank Tashlin, em que a indústria da música é apresentada como um bordeI de gangsters em guerra permanente. Little Richard canta a música título e dá o maior show,  ao lado de Gene Vincent e do endiabrado Eddie Cochrane.
    Elvis no cinema é um caso à parte. Fez nada menos do que 33 filmes. O melhor é o terceiro, Jailhouse Rock (57), em que é um esquentadíssimo cantor de rockabilly. A trilha sonora, do balaco, é da antológica dupla pop Leiber/Stoller.
    Diretores como Kenneth Anger, no início dos anos 60, começaram a usar o rock não mais como decoração, no cinema, mas como essência da trama (anos depois, Martin Scorsese e George Lucas reaproveitaram essa lições com sabedoria). E aí apareceram Fab Four, os quatro de Liverpool, do Iê Iê Iê (64), de Richard Lester, era um filme sobre a inocência: a dos Beatles  e a de seu público. Uma estrutura popíssima, com o ritmo de Godard em Acossado  verdadeira revolução cinematográfica no final dos anos 50 , técnicas de comerciais de TV e o carisma pessoal dos Beatles. Help! e outras imitações posteriores não conseguiram igualar seu bom humor. Só em 68, no auge da psicodelia, surgiu algo tão divertido: Head, de  Bob Rafelso, um carnaval de imagens que parodiava toda a época, a começar pelos protagonistas principais, os membros do antológico blefe The Monkees. Jack Nicholson não é nada estranho nesse ninho de doidos e, no começo de sua carreira, faz uma série de intervenções alucinadas e ajuda a construir o roteiro do filme  em que Frank Zappa, com sua ironia de partir garrafas, faz uma ponta hilariante. Zappa depois seria o diretor do transdemencial 200 Motels, uma fantasia orgiástico musical na qual ele, Zappa, não é ele, mas o insípido Ringo Starr. O filme não chegou ao Brasil até hoje.

    Volúpia e vício
    Magical Mystery Tour, dos Beatles, foi um fracasso tedioso, assim como, anos depois, o musical de 78 baseado em Sargeant Pepper´s, com o ex-hard rock Peter Frampton e os melômanos Bee  Gees. Na época, estouravam os documentários de shows. Os Stones tiveram a sorte de cair na mão de Godard, louquinho em seu período pré-maoísta. Rodaram One Plus One (69), ou o processo de gestação de Sympathy for the Devil em estúdio, mesclado com a política pop do diretor subvertendo as ruas de Londres com tresloucadas sessentoitices.
    Da relação rock/drogas/cinema surgiu no começo dos anos 70 uma obra-prima: Performance, de Nicholas Roeg, que até hoje só passou em São Paulo em vídeo, no Carbono 14. Mick Jagger personifica Turner, um ídolo de rock a caminho da deterioração, recluso em lento bacanal na sua mansão decadente até a chegada de um gangster perseguido pela própria gang. Turner está tentando evocar o espírito de um defunto cantor de blues, mas aí prefere invadir o invasor com suas ficções. E Mick Jagger/Turner o homem que não tem nenhum rosto e ao mesmo tempo tem todos adiciona mais uma máscara à sua coleção de personalidades. O momento antológico do filme é Jagger vestido de gangster cantando "Memo from Turner". Explodem na tela, satanicamente, todos os temas inerentes à cultura pop: suicídio, assassinato, sadomasoquismo, homossexualismo, loucura, a complexa gama da volúpia e do vício.
    Na década de 70, as estrelas invadiram a tela como os body snatchers (Invasores de Corpos) do antológico filme de Don Siegel. Em 73, The Harder They Come chegava onde nenhum filme tinha chegado: a Jamaica. Trata-se da odisséia crua e eletrizante de um ingênuo (Jimmy Cliff, excelente). Ele chega a Kingston e termina entrando na lista dos mais vendidos (em disco) e mais procurados (pelas gangs).
    Bob Dylan aparece como um andarilho gaitista em Pat Garret e Billy the Kid, do já extinto chacal furioso Sam Peckimpah. Kris Kristofferson é o Kid, e deu-se tão bem que praticamente trocou o violão pela câmera, aparecendo em uma série de produções médias de fácil consumo, como Comboio e o recente Flashpoint.
    Em um dos picos de popularidade do Who, o diretor Ken Russell aproveitou um descuido geral e perpetrou o épico operático kitsch Tommy, com Roger Daltrey adorando o papel título e Keith Moon e Tina Turner muito à vontade em suas aparições subterrâneas. Daltrey voltou no não menos escandaloso Lisztomania, que passou absolutamente despercebido. Em termos de The Who no cinema, o clássico dos clássicos é mesmo Quadrophenia, um apaixonado e dilacerante retrato em branco e preto da anfetamínica cultura mod, onde Sting brilha como o supercool "Ace"  especialmente na cena em que dança "Louie Louie" com seu terninho de mohair.

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    Bowie e Bauhaus
    David Bowie eterno campeão de estilo entrou no cinema à sua medida, ou seja, do além: em O Homem que Caiu na Terra (76), do supertalentoso Roeg. Antes, Bowie já havia feito uma ponta em Virgin Soldiers (68). No filme de Roeg, ele se corrói lentamente por não conseguir voltar a seu planeta. Uma performance comovente. Em Just a Gigolo, (Apenas um Gigolô), o roteiro idiótico não o ajuda. Já em The Hunger (Fome de Viver) épico da estética gótico vampiresca , envelhece algumas décadas em alguns fotogramas. Peter Murphy, Vampiro com PhD, e seu grupo Bauhaus aparecem na abertura e praticamente roubam o filme. Bowie também está no supermusical Absolute Beginners, de Julien TempIe, com estréia prevista para este final de ano em Londres. Trata-se de uma adaptação do livro homônimo de Colin MacInnes, um estudo em profundidade dos anos 50 ingleses, quando surgia uma nova geração radical em música, moral e moda.
    Bob Geldof, pouco depois de um relativo sucesso com os Boomtown Rats e antes de virar a Madre Teresa da música pop, teve muita sorte. Foi escalado por Alan Parker para um papel que outras estrelas dariam o próprio estrelato para conseguir. Em The Wall, baseado no álbum do Pink FIoyd, o espetáculo é total, de sound and vision, como profetizava Bowie já no meio da década de 70. Parker arrasa em seu neo-expressionismo de fim de século, utilizando habilmente o laser, o "transformismo" permanente das imagens e uma trilha sonora diabólica para subjugar a platéia em plena hipnose. Geldof é praticame autista  estado de quase todo rock star em suas fases terminais. Fantasmas passeiam na tela: paranóia aguda, obsessão de violência e totalitarismo, sentimento tenaz de futilidade da vida. Uma visão boschiana capaz de fuzilar qualquer displicência.
    Depois disso, pouca transgressão veio à luz. Sting fez papel de Sting em Duna: um vilão seco, egocêntrico e mordaz. Em Brimstone and Treacle, a melhor seqüência é quando estupra uma menina problemática. Ele adorou cinema veículo perfeito para seu ego descomunal  e já retoma em The Bride (A Noiva de Frankenstein). Deveria fazer um filme com Roger Corman, mestre absoluto dos filmes de horror classe B.

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    Cabeças e cabecinhas
    Tina Turner, em novo auge de carreira como uma Superpantera Negra, é uma Rainha do Mal em Mad Max 3, com um look heavy metal (sem soltar o gogó) e um corpão saudabilíssimo. Já Madonna louvado seja o Espírito Santo também não canta em Desperately Seeking Susan (Procura-se Susan Desesperadamente), o que contribui para o sucesso desta deliciosa comédia, em que o verdadeiro hit é gatinha Rosanna Arquette. Debbie Harry, a biodança Blondie, foi destruída pela Hollywood musical: virou drogada irreparável, em processo depressivo de autodestruição, mas antes rodou Union City, em que, de cabelo tingido de vermelho, é uma impessoal dona de casa nos anos 50 americanos. Debbie também faz uma aparição estonteante em Videodrome (83), de David Cronenberg.
    David Byrne, o Talking Head, é tarado por cinema e vídeo, mas ainda não apareceu como ator, só atuando com as outras cabeças no excepcional Stop Making Sense, de Jonathan Demme. Richard Hell, notório ícone dos botecos nova-iorquinos, aparece como um rock star em Smithereens, de Susan Seidelman, a mesma diretora do Susan de Madonna. Cada vez mais, as estrelas vão continuar se mudando para a tela. A maior parte, por uma questão de compromisso industrial. Outras, por marketing, como Prince, que fez um filmeco à la videoclip para promover a mitologia em torno de Purple Rain. Algumas, por ego. E pouquíssimas, para destruir mesmo. Qual foi a maior performance de uma estrela de rock no cinema? Provavelmente a de Sid Vicious em The Great Rock´n ´Roll Swindle, de Julien Temple. Ele bota seu smoking, canta aquela versão coquetel molotov de "My Way" e termina fuzilando a platéia. Depois disso, só virando herói póstumo. O melhor rock no cinema é isso: uma bomba de efeito imediato. E retardado.

And the winner is...
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ARTE DA CAPA – VIP 6

 

Wanessa Camargo, Regiane Alves, Patrícia Coelho, Marina Person, Deborah Secco, Scheila Carvalho, Ellen Roche, Fabiana Saba, Juliana Paes, Ellen Roche, Luciana Gimenez e Daniella Cicarelli.

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