sábado, 30 de junho de 2012

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NO MORE HEROES # 68

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O WASP, cujo rock chocante e barulhento vinha com um elaborado trabalho de palco que incluia mais instrumentos de tortura, caveiras, fogo, fumaça e luzes do que o Halloween na casa dos monstros. "Antes de fazermos sucesso, meu pai tinha uma empresa de construção civil, então, quando eu vim para a California, eu trabalhava para uma empresa de efeitos especiais com pirotecnia e construindo máquinas de fumaça", explica o líder da banda, Blackie Lawless. "Muito disso acabou entrando para os shows. Como eu recebia informação de primeira mão, sabia o que era e não era possível. Especialmente o tapa-sexo explosivo e esse tipo de coisa".
(Ian Christe)
Yngwie J. Malmsteen - Now Is The Time
Judas Priest - Live in Monsters Of Rock
AC/DC - Highway To Hell
Jimi Hendrix - Foxy Lady
Scorpions - Rock You Like a Hurricane
Z.Z.Top - La Grange
Led Zeppelin - Rock and Roll
Pink Floyd - Comfortably Numb
Kingsmen - Louie Louie
Angel Dust - To Dust You Will Decay
Anvil - Motormount
Blind Guardian - Trial By The Archon
Cacophony - Savage
Dark Angel - Death Is Certain (Life Is Not)
no rádio:

baixe: http://www.divshare.com/download/15144027-a11

HOLLWOOD

 

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BEIJO

 

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O IOIÔ (Chico Bento nº 11, 1983)

 

Editora Abril

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

DATA

 

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BROTINHO DE PÊSSEGO

Editora Mérito (1964)
Por Georgene Faulkner
Tradução de Virgínia Lefévre
Ilustrações de Frederick Richardson
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Havia muitas flores no jardim: íris bem altas, lírios, lótus, azaléas e lindas ervilhas-de-cheiro purpurinas. E quando o sol ficava muito quente, o bambu procurava estender o mais possível suas folhas para proteger as suas belas amigas. Murmurava:
- Como o mundo é encantador e como me sinto feliz ! Mas apesar de me sentir bem mais forte devo ser obediente para com o vento.
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Quando o Vento Sul sussurava pelo jardim, beijando meigamente as flores e balançando o bambuzinho daqui para ali, este agradecia suavemente:
- Como é bondoso, gentil Vento Sul !
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Mas, quando o Vento Norte roncava furioso em redor dele, sacudindo-lhe violentamente os ramos, dizia com humildade:
- Como é possante, ó grande Vento Norte !

terça-feira, 26 de junho de 2012

BOING BOOM TSCHAK # 36

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Em junho de 1980, Sumner, Hook e Morris fizeram a sua primeira gravação de estúdio acompanhados por Kevin Hewick. A faixa resultante desse trabalho, Haystack, foi editada na coletânea From Brussels With Love. A canção foi uma das primeiras a fazer parte do novo material que o trio vinha compondo logo após a morte de Ian Curtis. Uma segunda música, A Piece of Fate, também foi gravada com a participação de Hewick, mas este fonograma nunca viu a luz do dia. Kevin produziu esta faixa ao longo dos anos e ela foi lançada pelo cantor em 1993 com o nome No Miracle. No mês seguinte, a banda faria algumas gravações no famoso estúdio da banda Cabaret Voltaire, o Western Works, em Sheffield . As famosas Western Works Demos continham uma música que vinha sendo trabalhada ainda com oJoy Division (Ceremony, que na demo aparece cantada por Stephen Morris) e, ainda, mais três faixas totalmente novas (Truth, Dreams Never End e Homage).
Após algumas apresentações ao vivo como trio, Gillian Gilbert foi integrada à banda para tocar teclados e guitarra, enquanto Bernard Sumner se consolidava no posto de vocalista, ocasionalmente dividido com Peter Hook. Gillian fez sua primeira participação no grupo quando ainda se chamavam Joy Division: num concerto em Liverpool, por causa de um acidente em que Sumner feriu a mão, ela substituiu-o na guitarra. O primeiro single do New Order, lançado em 1981, continha duas músicas escritas ainda nos tempos dos Joy Division, mas que ainda não tinham sido terminadas por causa da morte de Curtis: "Ceremony", que agora é amplamente considerada uma das melhores canções de pós-punk de todos os tempos e "In a Lonely Place". Em setembro do mesmo ano, pela Factory Records, editora independente que os abrigava desde 1978, lançam o compacto "Procession", que antecedeu o lançamento de Movement, o primeiro álbum, em novembro. O álbum mostrou o New Order com um estilo semelhante ao Joy Division (os temas sombrios, depressivos, e os arranjos atmosféricos), embora com mais sintetizadores.
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Com  Power, Corruption and Lies; Low Life e Brotherhood o New Order foi o primeiro grupo a balancear a música eletrônica com rock em doses iguais. Revolucionaram a que é hoje conhecida como Dance Music. Com influências de artistas como Giorgio Moroder, David Bowie e Kraftwerk, o disco Power, Corruption and Lies, de 1983, mostra de forma clara a nova proposta pretendida pelo grupo, a síntese equilibrada entre o pós-punk, experimentalismo eletrônico e ritmos dançantes, que vinha se desenvolvendo desde os singles "Everything's Gone Green", "Temptation" e "Blue Monday". A partir desse disco, a banda adotou uma postura mais abstrata nas letras, num oposto ao lirismo desesperado de Ian Curtis. Os singles desse ano foram Blue Monday (lançado dois meses antes do álbum) e Confusion (uma música com uma batida hip-hop muito forte). Nessa época o New Order foi reconhecido internacionalmente como a "'a maior banda independente do planeta'". No ano seguinte, lançaram mais dois grandes singles - "Thieves Like Us" e "The Perfect Kiss".
Cinemoog – Last Summer
Claude Larson – Telex
Clem Alford – Apocalypse
Cluster – Fur Die Katz
Colin Potter – Two Feet On The Ground
Emerson, Lake & Palmer – Toccata (An Adaptation Of Ginastera’s 1st Piano Concerto, 4th Movement)
Fresh Cream – Popcorn
Gershon Kingsley & Leonid Hambro – Summertime
Giampero Boneschi – Lovely Lowrey
Giorgio Moroder – From Here To Eternity
Gordon Mumma – Live Performance part 2
Greenslade – Tide
Japan – Visions Of China
Joe Renzetti & Tony Luisi – Tommy Can You Hear Me
no rádio:

baixe: MP3

GOTA D’ÁGUA

 

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domingo, 24 de junho de 2012

SETE DRINQUES COM BRYAN FERRY (Bizz nº14, Setembro de 1986)

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Uma aventura de PEPE ESCOBAR
    Ele é o Rei do Cool. E chega. Ou chegaria, se estivéssemos em outra era. Acontece que esta é a era definida há cerca de três anos do designer como personalidade de mídia. Ou seja: todos que se orientam e copiam looks, imagens, consideram-se ditadores do estilo da época. Errado. São palhacinhos pobres de espírito. Quem vive querendo saber o que é cool jamais poderá se pretender cool.
    Cool pode ser desde Kind of Blue, de Miles Davis, escutado no apartamento certo, com a Audrey Hepburn certa, com o drinque certo e Lolita, de Nabokov/Kubrick, no vídeocassete, até o correto paletó ou os 2m 45 de uma pop song atemporal. Aos interessados na cosmogonia cool, convém mirar se no exemplo de um certo filho de mineiro de Newcastle, norte da Inglaterra, nascido quando acabava a Segunda Guerra Mundial, crescido com ambições audiovisuais e convertido por talento próprio  em Árbitro e Parâmetro de estilo a partir de 72.
    Para começar, a mini-história de Bryan Ferry revela-se fundamentalmente cool. Ele é conterrâneo de outra fera D.H. Lawrence, mestre literário. Como Lawrence, largou a terra para escapar de um imperativo. Um aventureiro. Transpôs conceitos de pintura para a música e a partir daí forjou o look e 50% do som do Roxy Music. Os 70 foram dominados até o molotov punk pela blitzkrieg Zeppelin. Isso em termos de massa. Em termos de influência, só dois se habilitaram: Ferry e Bowie. Bowie foi sempre um outro, eterno camaleão. Ferry foi sempre Ferry. O Roxy era emoção e ironia. Glamour e humor. O estilo como escape à miséria cotidiana um conceito-chave que Bowie também formalizou, mas por vias muito mais tortuosas.

Bryan_Ferry Os punks tomaram o Palácio de Inverno. Apedrejaram Ferry um Luís 16 sofisticado demais. Ele se retraiu. Álbum-solo de fracasso comercial, ligação frustrada com uma rameira texana (Jerry Hall,agora Jagger), voltou com Roxy, acabou com Roxy, achou a impecável Lucy, teve seu pequeno Otis (homenagem ao soul man Redding), retirou-se para o campo e reapareceu com um Boys and Girls de fazer qualquer cool abaixo de zero tacar fogo na roupa.
    Sua figura é cool, suas roupas são cool, seu corte de cabelo é o mais cool do planeta desde Eddie Cochrane. O mais cool em Ferry é que ele não faz a menor questão de falar sobre isso. Por uma cool intervenção de um Espírito Santo idem, no caso de uma aristocrática amiga londrina, de repente me surpreendi em uma mesma festa ao lado do Rei do CooI, o próprio. Uma drinks party inglesa (ao final da tarde, só coquetéis e conversas), com pouca gente, sem carnaval de mídia. Provavelmente é o mais próximo que se pode chegar de um tête-à-tête com o verdadeiro Bryan Ferry, casual, bem humorado e de finíssimo senso de humor. Em entrevista, pelo que soube, é um iceberg. Mary Sackville-West, a amiga cool abaixo de zero, obviamente não me apresentou como jornalista.
    O Rei estava de paletó amarelo Comme des Garçons, camisa branca sem gravata abotoada provavelmente Yamamoto, e calça preta. Discretíssimo. Lucy estava ao lado, em um cool Alaska conjunto cinza linha Katharine Hamnett, masculinizado. Entre umas sete ou oito pessoas, a conversa naturalmente correu em fragmentos e Bryan, elegante fez o possível para não se manter no centro. O topete desapareceu de vez, e a curva do cabelo também é discreta até o meio da testa.
    Ou seja: ao vivo, o homem é mais cool ainda do que a persona. O assunto principal da conversa, sem dúvida, foi moda, estilo, a ascenção dos yuppies sem estilo, a mediocrização do gosto, tudo regado com uísque e coquetéis leves. Bryan define-se como um clássico. Gosta de roupas clássicas, resolveu morar de vez no campo nada mais classicamente inglês, não quer mais saber de se modelar, ou se projetar como ícone da moda. Não quer nem mesmo aparecer muito: "É uma pena que para promover um disco eu seja obrigado a me mostrar de vez em quando. É um contraste interessante, porque em casa eu não escuto música nenhuma, muito menos a que gravo..."
    Bryan, vivendo no campo, também abandonou as peregrinagens noturnas. Diz que tomou "overdose" de "barulho infernal e conversas das quais você não lembra uma só palavra cinco segundos depois". E quanto à imagem de símbolo sexual? "Eu faço tanta questão de não aparecer muito que as pessoas já esqueceram que um dia eu fui símbolo sexual. Também acho que perdi a fama só por causa do corte de cabelo..."

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    É impossível saber de Bryan Ferry o que ele acha deste idiótico e multibilionário exército pós-punk, os modelitos linha Duran Duran ou Howard Jones. Ele diz que não ouve, só liga o rádio de vez em quando, no carro e não anda muito de carro... Em termos musicais seu termo chave é qualidade. Prefere fazer um disco que mude a vida de uma pessoa do que vender dez milhões de unidades de um mau pedaço de vinil.
    Sua relação com vídeo também é evasiva. Alguém elogia o chiquíssimo vídeo de "Slave to Love", dirigido pelo francês Jean Baptiste Mondino. Bryan também gostou: "Mas se eu fosse fazer vídeos do jeito que eu quero, com todos os detalhes, precisaria de dois anos para cada um". Quando a conversa resvala para MTV, o Rei do Cool circula lá pelos píncaros do sorriso irônico...
    Para pegá-lo na esquina, só falando de soul. Ele queria gravar uma disco só com standards de soul Otis Redding, Pickett, Aretha, "esse foi o som que me impressionou quando eu era garoto". É com esse tipo de som que ele gostaria de estourar na América. Bryan Ferry é muito sutil para os americanos? "É curioso, mas eu nunca me inseri na idéia preconcebida que eles têm de música pop. Eles acham que o meu trabalho é muito, digamos, fora do previsível..."
    Bryan está trabalhando em um projeto com Johnny Marr. Newcastle e Manchester, juntas, poderiam tomar conta da barbárie made in USA? "Não é possível... Estamos pesquisando música celta, irlandesa, e vai ser um trabalho muito especial, nada que um disc-jockey tenha coragem de tocar às oito da manhã para tirar os ouvintes da cama..."
    Lembrando de "Slave to Love", digo que no Brasil ela seria usada como trilha de novela ou como música de motel e explico as circunstâncias. O Rei do Cool acha very funny:" Eu acharia muito divertido que uma composição minha fosse usada desse jeito, para o puro prazer das pessoas. Bem, nos EUA usaram "Slave to Love" para a trilha de 9 and a Half Weeks, que é uma superprodução erótica... "
    E depois de mais circunlóquios dissolvidos em um pôr-de-sol de verão londrino e vários uísques com pouco gelo, acabou a drinks party, e o Rei do Cool e sua Lucy voltaram para o campo, a duas horas de Londres, a calma do campo que ele preza mais do que tudo, seja em sua própria casa ou nas costas da Irlanda e da Escócia. Um aristocrata retirado, depois de incendiar aspirantes a cool de todas as latitudes? Não. Haverá outros álbuns de Bryan Ferry "eu não consigo passar muito tempo sem gravar um disco, embora dê um trabalho enorme, e eu sempre queria fazer em uma semana o que geralmente me toma seis meses, oito meses, um ano... "Ele se considera um "sonhador introspectivo". Mas, ao mesmo tempo, alguém que não perde uma só chance de viajar até os limites do novo. Saí da drinks party e fui beber mais um drinque em sua homenagem, ao lado de uma juke-box tocando "Slave to Love". À sua, Bryan Ferry, em quem tudo que brilha é cool.

Esse cara não amassa nem o pijama quando dorme.

 

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COSMÉTICOS

 

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ARTE DA CAPA – MARIANA WEICKERT

 

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OTHER ASIAN GROUPS

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(continua)

sábado, 23 de junho de 2012

PORÃO – COLOURBOX

Nem vanguarda nem FM: música negra revista contra os preconceitos.
PEPE ESCOBAR
Colourbox é uma banda absolutamente cult em todas as suas linhas de fuga. Um trio. Dois irmãos extra-white , Sean e Martyn Young, viciados em música negra, e uma vocalista black. Lorita Grahame.
Darlings da cena independente inglesa. Gravam pela ultra hip 4AD, a gravadora de Cocteau Twins, This Mortal Coil e X-Mal Deutschland. São lacônicos. Soltam singles matadores, remix ainda mais matadores, tudo embalado com o supra-sumo das artes gráficas típico da 4AD. E, em síntese, estão fazendo com o reggae uma operação de aggiornamento e experimento sonoro única na música popular contemporânea.
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Pode parecer algo extremamente anglo-saxão, calculista na linha Sherlock. Soa lá no fundo da espinha como um grito de possessão. É uma dança do intelecto a milhares de milhas de distância desses conglomerados avant funk. Como em “Say You”, um reggae lento com efeitos típicos dos estúdios King Tubby, na Jamaica. Ou “Punch” um funkaço com remixagem hip hop, mas sem muitas repetições.
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Os raci-fascistas que qualifiquem o Colourbox como “música de negro” – um preconceito típico dos idiotas musicais made in Brazil – só merecem ficar reduzidos à própria mediocridade. O Box, se lançado aí, produziria espasmos tanto nas vãs-guardas quanto nos FMs boys. No seu único LP, duplo, arrasaram com diversos experimentos eletrônicos, uma balada early 60’s de arrebentar (“The Moon is Blue”) e uma releitura high tech de um clássico da Motown (“You Keep Me Hangin’On”, das Supremes). No último single, voltaram ao reggae: “Baby I Love You So”, do mestre rastaman Augustus Pablo (75), e com um lado B em dub produzido simplesmente pelo pai do reggae, Lee Perry. Colourbox é como Moet et Chandon em safra anos 60: se cair em sua mão consuma até ver estrelas.
Do cast da 4AD.
cristianoronaldo

NO MORE HEROES # 67

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Quando a senhora Hetfield, uma cantora de ópera, teve cãncer em 1979, ela recusou cuidados médicos e morreu deixando James sem apoio emocional. Ele descobriu os pequenos furtos durante o colegial, e a lista de coisas que roubava só crescia, até que - para o alívio das farmácias da região - ele canalizou suas energias para a guitarra. Lars Ulrich, por outro lado, era um garoto privilegiado, cujo senso de pertencimento o impedia de buscar os mesmos objetivos dos adolescentes comuns. A família de Ulrich deixou Gentofte, sua cidade natal na Dinamarca, no fim de 1980 e mudou-se para Newport Beach, California, onde os habitantes eram os mais visivelmente bronzeados e encontrava-se mais Ferraris por metro quadrado que em qualquer outra parte de Los Angeles.
(Ian Christe)
Def Leppard - Rock Of Ages
Carcass - Cadaveric Incubator Of Endoparasites
Carcass - Slash Dementia
Europe - Halfway to Heaven
Grave Digger - We Wanna Rock You
Grave Digger - Back From The War
Martyr - The Awakening
Martyr - Requiem
Metallica - Jump in The Fire
Ministry - Reload 12
Ministry - Wrong
Mötley Crüe - T.N.T.
Running Wild - Mutiny
Thunderfire - Power
no rádio:

baixe: http://www.divshare.com/download/15117755-05c

PENALTY, OLÉ E SOK

 

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