terça-feira, 31 de dezembro de 2013

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1983


91-100
ZZ Top - Eliminator 
91. ZZ Top - Eliminator
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92. Toquinho - Aquarela
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93. New Order – Power, Corruption & Lies
UB40 - Labour Of Love lp 1983 by monejo
94. UB40 – Labour Of Love
Undercover1 
95. The Rolling Stones - Undercover
waiting
96. Fun Boy Three - Waiting
Whodini - 
97. Whodini
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98. Yello – You Gotta Say Yes To Another Excess
Zinc  The Green Album jobson1a 
99. Eddie Jobson - Zinc
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100. Madonna

THEY’RE COMING TO GET YOU

 

All Colors Of Dark 01

CULTURA POP JAPONESA # 19

 

Panda Books (2011)

ALEXANDRE NAGADO, MICHEL MATSUDA e RODRIGO DE GOES

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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1983


81-90
Tom_Waits-Swordfishtrombones-Frontal 
81. Tom Waits - Swordfishtrombones
Emílio Santiago - Mais Que Um Momento (1983)
82. Emilio Santiago – Mais Que Um Momento
MI0002759951 
83. Yes - 90125
Stevie-Ray-Vaughan-Texas-Flood
84.Stevie Ray Vaughan and Double Trouble – Texas Flood
Stray-Cats-Rant-N-Rave-522769 
85. Stray Cats – Rant n’ Rave
Suicidal Tendencies - Suicidal Tendencies - 1983
86. Suicidal Tendencies
Talking Heads - Speaking In Tongues 
87. Talking Heads – Speaking In Tongues
Tears-For-Fears-The-Hurting-116745
88. Tears For Fears – The Hurting
The_Ramones_-_Subterranean_Jungle-Remastered & Expanded,2002 
89. Ramones – Subterranean Jungle
The-Police-Synchronicity-465044
90. The Police - Synchronicity

A VOLTA DE TODOS AO LUGAR DE ORIGEM (Universo em Desencanto vol.1)

 

Manoel Jacintho Coelho

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ALIEN TRESPASS

 

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RECRUTA ZERO nº3, setembro de 1989

 

Editora Globo

recruta zero 3, setembro de 1989 (5)

NOTÍCIAS EM QUADRINHOS (Superamigos nº14, janeiro de 1980)

 

Ebal

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BOAS FESTAS!

 

Cetim e pedrarias.

boasfestas

domingo, 29 de dezembro de 2013

VEM AÍ UMA NOVA ERA (O Estado de S.Paulo,31/12/1987)


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A VINGANÇA DE JULINHO (Manchete Esportiva, 16/05/1959)


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NELSON RODRIGUES
Amigos, Julinho começou a ser o meu personagem da semana a partir do momento em que o vaiaram. Foi até, se me permitem a expressão, trágico. Insisto:
— trágico! Quem estava lá viu ou, por outra, ouviu. No instante em que o alto-falante do Maracanã anunciou Julinho em lugar de Garrincha, o estádio entupido foi uma vaia só. Menos eu.
Eis a verdade:
— eu não apupei, embora preferisse Garrincha. Parecia-me que o escrete sem o “seu” Mané era um mutilado. Na pior das hipóteses, eu achava que Feola devia ter posto os dois: Julinho na ponta direita e Garrincha na esquerda.
     Mas um técnico tem razões que a razão desconhece. Puseram só
Julinho e esqueceram Garrincha.
     Verificou-se, então, o amargo e ululante desagrado da multidão. Naquele momento, ninguém se lembrou, no Maracanã* e fora dele, de quem é Julinho na história do futebol brasileiro. Sim, amigos:

— o homem andou pela Itália e quando voltou nós o olhamos, de alto a baixo, como se fosse um gringo qualquer ou, pior do que isso, como se fosse um perna-de-pau. Não há nada mais relapso do que a memória. Atrevo-me mesmo a dizer que a memória é uma vigarista, uma emérita falsificadora de fatos e de figuras. Por exemplo:
— ninguém se lembrava de que, no Mundial da Suíça, contra os húngaros, Julinho fizera um carnaval medonho. De certa feita, driblara toda a defesa contrária para finalizar com uma bomba, e que bomba! O arqueiro nem viu por onde a bola entrou. Esse gol foi uma obra-prima e devia estar numa vitrine de turismo, para a admiração pateta dos visitantes. Pois bem:
— ao ser anunciada a escalação de Julinho, a nossa memória apresentou-nos a imagem não autêntica, não fidedigna do craque, mas de um quase penetra do escrete.
     Ao ouvir o apupo, eu fui um pouco oracular para mim mesmo.
Imaginei o seguinte vaticínio:

— “Julinho vai comer a bola!”. Podia parecer uma piada e, no entanto, era uma grave profecia. Eis a verdade:
— para o jogador de caráter uma vaia é um incentivo fabuloso, um afrodisíaco infalível. Imagino que Julinho há de ter entrado em campo crispado da cabeça aos sapatos ou, retifico, às chuteiras. Nunca um craque foi tão só. Era um único contra 200 mil.
     Mas, homem de brio indomável, Julinho aceitou a luta:

— bateu-se contra a multidão que o cercava por todos os lados, disposta a crucificá-lo em outras vaias. Mas, se nós tínhamos esquecido
Julinho, Julinho não estava esquecido de si mesmo. Foi Julinho em
cada um dos 45 minutos, foi sempre Julinho e só Julinho. Em
inúmeras ocasiões o que ele fez com o adversário foi pior que xingar
a mãe. E o primeiro gol, ah, o primeiro gol! Ele o marcou contra os
ingleses, sim, mas também contra os que o vaiaram. Enfiou a bola de
uma maneira, por assim dizer, sádica. Jamais houve um gol tão
amorosamente sofrido como este. A partir da abertura da contagem,
todo mundo passou a reconhecê-lo, todo mundo admitiu para si
mesmo:

— “Este é o Julinho!”. E era.
     Ele não parou mais. Aquela multidão se arremessara contra ele
como um touro enfurecido. Pois bem:

— ele agarra o touro a unha e lhe quebra os chifres. Então, aconteceu o milagre. O ex-touro brabo, já manso, tornou-se em outro bicho. Sim, amigos:
— do primeiro gol em diante, a multidão transformou-se em “macaca-de-auditório” de Julinho. Se ele apanhava a bola, os 200 mil espectadores
arreganhavam o riso enorme e já gozavam, por antecipação, o que
Julinho iria fazer. Vejam vocês as ironias da vida e do futebol:

— de um momento para outro, o vaiado, o apupado, o quase cuspido, transformava-se num triunfador. E, de fato, Julinho foi grande. Nos
pés de Julinho a jogada se enfeitava como um índio de Carnaval. De
certa feita, comeu um, dois, três, quatro e quase entrou com bola e
tudo. Imagino que, nesse momento, lord Nelson há de ter
perguntado, lá do alto, para o mais próximo companheiro de
eternidade:

— “Quem é esse cara?”. O “cara” era Julinho, sempre
Julinho.
     Assim é o brasileiro de brio. Dêem-lhe uma boa vaia e ele sai
por aí, fazendo milagres, aos borbotões. Amigos, cada jogada de
Julinho foi exatamente isto: — um milagre de futebol.


* Brasil 2 x 0 Inglaterra, 13/5/1959, no Maracanã.

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1983

 

71-80

spandau_ballet_true_the80sman_2 

71. Spandau Ballet - True

RAINPARADE

72. The Rain Parade

REM-Murmur-cover 

73. R.E.M. - Murmur

Sandra Sa - Vale Tudo (1)

74. Sandra Sá – Vale Tudo

saxon-4 

75. Saxon – Power & The Glory

Script_for_a_Jester's_Tear

76. Marillion – Script For a Jester’s Tear

sembello-BossaNovaHotel 

77. Michael Sembello – Bossa Nova Hotel

SlayerShowNoMercy[1]

78. Slayer – Show No Mercy

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79. Social Distortion – Mommy’s Little Monster

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80. Sonic Youth – Confusion Is Sex

A ONDA AGORA É ESSE TAL DE ROCK’N’ROLL (The Best Of Chiclete Com Banana, outubro de 1985)

 

Circo Editorial

The-best-of-Chiclete-com-banana#01_51

The-best-of-Chiclete-com-banana#01_51

desenhos Angeli

ALIEN FROM L.A.

 

Alien From La 01

ARTE DA CAPA – CINDY MARGOLIS

 

PBNSS200801 PBNSS199204 PBNSS200711 PLBOY200612 PLBOY200807

AIRTO DE VOLTA (POR POUCO TEMPO) AO PAÍS DA BUROCRACIA (Jornal de Música, agosto de 1977)

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