sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

AC/DC - FLICK OF THE SWITCH, EMI-WEA, Nacional (Rock Brigade nº11, novembro de 1983)


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                               ADRIAN GOMES
     Deixando de lado aquele radicalismo que os fãs do "Corrente Alternada" mostram ultimamente , o AC/DC com esse novo disco, mostra que é capaz de detonar em qualquer lugar. Este grupo, apesar de possuir em demasia, fãs em todo mundo, não ficou comercial, nem está imitando ninguém, mantém seu estilo e ainda quer aperfeiçoá-lo. Nota-se novos pedais e BRIAN JOHNSON usa seu melhor vocal, sem forçar em demasia como nos discos anteriores; aliás. a produção foi do próprio grupo.DOC004.PDF-page-001
     A última "pitada" que faltava era um baterista com mais pique, porque PHIL RUDD faz bases ritmicas muito semelhantes de uma faixa a outra, isto até nos cansa os ouvidos, veremos o que fará SIMON WRIGHT (ex-TYTAN), de 20 anos, novinho não ?!! Porém, este disco está interessante, desde a capa, com desenho (em preto no branco e alto relevo) de ANGUS YOUNG ligando uma imensa chave elétrica, mostra a proposta, que é a de ligar toda força em potência máxima.
     RISING POWER; THIS HOUSE IN FIRE;FLICK OF THE SWITCH; NERVOUS SHAKEDOWN, (teste de nervos), backing vocal no refrão; LANDSLIDE, BRIAN faz uma espécie de apresentação, fala do tal "desmoronamento"; GUNS FOR FIRE, aumento de salário é o que todos desejam; DEEP IN THE HOLE; (profundo no buraco, ahhh!); BEDLAM IN BELGIUM, (hospício na Bélgica);
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BADLANDS, terras áridas com formações erosivas fantásticas; BRAIN SHAKE, sacuda seu cérebro !
     Você que deixou de curtir o AC/DC após BON SCOTT, ouça este que está bem melhor dosado em relação ao BACK IN BLACK e o FOR THOSE ABOUT TO ROCK.


Ligando o interruptor !

ANATOMY OF A PSYCHO

 

Anatomy Of Psycho 01

APESTOZO nº1 (março de 2010)

 

PERU

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ENCICLOPÉDIA JURÁSSICA # 27

 

Eqüinos e antas.

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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

TODOS EM TREVAS E COZIDOS (Universo em Desencanto vol.1)

 

Manoel Jacintho Coelho

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IDIOMAS REENCARNADOS


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O que aconteceria se você hipnotizasse alguém e essa pessoa começasse a falar um idioma antigo? Foi o que aconteceu com o dr. Joel Whitton, conhecido psiquiatra canadense e cético explorador da questão da reencarnação.
Desde o famoso caso de Bridey Murphy nos anos 50, os psicólogos contemporâneos têm tentado fazer com que seus pacientes regridam a suas vidas anteriores. Poucos deles conseguiram descobrir alguma coisa de interesse, mas isso não impediu que Whitton também tentasse. O principal cliente do psiquiatra era um psicólogo profissional, que, durante o trabalho hipnótico em conjunto, começava a lembrar e a ouvir idiomas estrangeiros que ele, aparentemente, falara durante duas vidas anteriores. O que gradativamente emergiu foram lembranças de uma existência viking, aproximadamente do ano 1000, e uma encarnação ainda mais antiga na Mesopotâmia.
Ao relatar o caso perante a Toronto Society for Psychical Research, uma sociedade canadense de pesquisas de fenômenos psíquicos e mediúnicos, Whitton afirmou que o paciente recordara perfeitamente 22 palavras de norsk, idioma precursor do moderno islandês e língua usada pelos antigos vikings. Muitas dessas palavras, inclusive algumas relativas a temas do mar, foram identificadas e traduzidas por dois especialistas versados em norsk.
O homem pesquisado por Whitton, cuja identidade não foi revelada, nunca falou nada no idioma mesopotâmico do século 7, porém chegou a escrever algumas palavras isoladas que se parecem com sassanid pahlavi, uma língua morta falada na Pérsia, entre os séculos 3 e 7.
Whitton não afirma com certeza absoluta que esse caso possa provar a existência da reencarnação. Concorda ser possível, mas não provável, que seu paciente tenha aprendido as palavras de alguma fonte normal.

EPOPÉIA TRI nºs 16 e 19

 

Ebal

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AMUCK!

 

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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

EM QUALQUER CANTO DA CIDADE…

 

Saia plissada, casaco de marinheiro, popeline e camurça.

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CHUVA DE RÃS


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Em maio de 1981, residentes da cidade grega de Naphlion acordaram com uma chuva de rãs verdes. Milhares das pequenas criaturas anfíbias, pesando apenas poucos gramas, caíam do céu e estatelavam-se nas ruas. Cientistas do Instituto Meteorológico de Atenas apressaram-se a dar as explicações usuais. Descobriu-se que um redemoinho no norte da África sugara as rãs de um pântano e transportara-as por uns 960 quilômetros através do Mediterrâneo, despejando-as nas ruas de Naphlion.
Por incrível que possa parecer, poucas das rãs morreram como resultado da violenta viagem. Na verdade, elas se adaptaram muito bem ao novo ambiente. Alguns dos cidadãos locais, no entanto, disseram que não conseguiram dormir à noite, pois ao coaxar os imigrantes anfíbios faziam muito barulho.