sábado, 30 de maio de 2015

SÍLVIO SANTOS ABRE O JOGO: QUERO A TV EXCELSIOR PARA MIM ! (Contigo nº197, abril de 1976)

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MARVEL COMICS – A HISTÓRIA SECRETA (Sean Howe, ed.Leya) # 6

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A contribuição de Everett – que tomava de empréstimo as aventuras marítimas de Jack
London, a Balada do Velho Marinheiro de Coleridge e o Mercúrio de Giambologna – foi
Namor, o Príncipe Submarino [Namor, the Sub-Mariner ]. Depois que uma expedição no
ártico provoca destruição involuntária em colônias submersas de uma raça aquática, o
imperador anfíbio manda sua filha espionar os humanos. A princesa casa-se com o
comandante da expedição, recolhe informações para sua terra natal e, antes de voltar ao
oceano, engravida. Dezenove anos depois, Namor – de orelhas pontudas, sobrancelhas
pontudas e bico de viúva, trajando apenas sunga e agraciado com pés alados – é “um ultrahomem
das profundezas... que voa ao vento... tem a força de mil” e quer vingança dos EUA.
Ele usa seus poderes para fins diabólicos: mata dois mergulhadores (com apunhaladas
rancorosas em um e esmagando a cabeça do outro) e joga o navio deles contra um recife. As
linhas horizontais fracas, uma e outra bolha, e os objetos levitantes que Everett administrava
em aguadas para representar o mundo subaquático davam ao esquema como um todo uma
ambiência tenebrosa, pronta para uma trilha de teremim, mesmo que tais sutilezas acabassem
sendo efêmeras.8 Páginas depois, o temível langor das batalhas na água salgada é substituído
por ação pura, quando Namor arranca um piloto de seu biplano e “mergulha mais uma vez no
oceano – a caminho de mais aventuras em sua cruzada contra o homem branco!”
Irrepreensivelmente violento e caprichosamente incorreto, o maquiavélico Príncipe
Submarino era o inverso do herói-imigrante Superman.

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As histórias do Príncipe Submarino estavam separadas para inclusão na Motion Picture
Funnies Weekly, revista que seria distribuída de graça às crianças que fossem ao cinema,
torcendo para que ficassem vidradas e voltassem na semana seguinte. Mas a Motion Picture
Funnies gorou e nunca saiu da gráfica, com exceção de alguns exemplares de amostra
entregues a donos das salas.
Por sorte, o agente da Funnies Inc., um irlandês compacto e de cabelos rareando chamado
Frank Torpey tinha contatos. Um deles era Martin Goodman, com quem havia trabalhado na
Eastern Distributing. Torpey pegou exemplares de Superman e Homem Incrível (título que
Everett havia feito há pouco tempo para a Centaur), saiu do prédio caindo aos pedaços que
abrigava o loft da Funnies Inc., subiu três quadras e adentrou o arranha-céu art déco verdeazul
onde ficava o quartel-general da Timely, e lá vendeu sua ideia ao velho amigo
Goodman. Gibis, segundo Torpey, eram grana certa. Negociaram para Goodman publicar o
Tocha Humana e o Príncipe Submarino numa nova antologia. Goodman já tinha uma ideia
perfeita para o título.

 
Marvel Comics n. 1, produzida inteiramente pela equipe de Jacquet, contemplava o
sucesso em todas as suas 64 páginas: o Anjo [The Angel], herói bigodudo de Paul
Gustavson, inspirado no Santo;9 o aventureiro das selvas Ka-Zar, de Ben Thompson (uma
cópia de Tarzan reaproveitada dos pulps de Goodman); o caubói Cavaleiro Mascarado
[Masked Raider], de Al Anders; e cartuns de piadinhas para preencher espaço vago.
Goodman contratou o veterano ilustrador de pulps Frank R. Paul para desenhar a capa.
Assim, a primeira revista em quadrinhos da Timely foi publicada em 31 de agosto de 1939.
Horas depois, do outro lado do mundo, a Alemanha nazista invadia a Polônia. Começava a
Segunda Guerra Mundial.

(continua)

UM TRAPALHÃO ENTREVISTA OS TRAPALHÕES (A Patada nº1, julho de 1981)

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quinta-feira, 28 de maio de 2015

NOTÍCIAS EM QUADRINHOS nº 21 (Jerry Lewis nº 6, fevereiro de 1968)

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MARVEL COMICS – A HISTÓRIA SECRETA (Sean Howe, ed.Leya) # 5

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     Enquanto isso, o modelo da revista em quadrinhos norte-americana estava começando a
tomar forma. Em 1933, a Eastern Color Printing Company usou suas prensas ociosas no turno
da noite para publicar Funnies on Parade [“desfile de piadinhas”], livro que compilava
tiras de jornais dominicais. As tiras eram publicadas lado a lado numa única página em
formato tabloide, dobrada ao meio e grampeada, depois vendida à Procter & Gamble para
ser dada de brinde. No ano seguinte, a Eastern Color colocou o preço de dez cents na capa
de Famous Funnies n. 1 e vendeu mais de 200 mil exemplares em banca; de uma hora para
outra, a série passou a render US$ 30 mil por mês. Outras editoras também fizeram a aposta.
O que mais vendia eram tiras de jornais dominicais recondicionadas, como Tarzan, Flash
Gordon e Popeye. Mas a New Fun, antologia em preto e branco no formatão 25 por 38
centímetros, foi a primeira revista em quadrinhos só de conteúdo inédito. Em 1937,
visionários começaram a montar serviços de produção editorial: criavam quadrinhos numa
eficiente linha de produção, seguindo os moldes da indústria de vestuário. O roteirista
entregava o roteiro a uma linha de montagem composta de ilustradores veteranos sem muita
opção de emprego ou a recém-graduados da escola de artes, armados com pranchas Bristol
de 35 por 53. Eles, por sua vez, repartiam a ação numa série de quadros simples,
elaboravam os desenhos a lápis, acrescentavam o cenário, adornavam a arte com nanquim,
inseriam os diálogos e passavam guias de cores à gráfica. Não era a rota da fortuna, mas, na
agonia da depressão, era trabalho garantido.
     E, então, em 1938, Jerry Siegel e Joe Shuster, dois garotos de Cleveland de 23 anos,
venderam uma história de treze páginas chamada “Superman” para a National Allied
Publications por US$130. O personagem era uma mistureba de tudo o que as crianças
gostavam – heróis dos pulps, ficção científica, mitos da Antiguidade – em um só esplêndido
pacote nas cores primárias. O “campeão dos oprimidos, a maravilha corpórea que jurou
dedicar sua vida a auxiliar os necessitados” enfrentava magnatas gananciosos e políticos
corruptos, sempre pregando o reformismo social – fantasia perfeita para a época do New
Deal.7 Mas Superman era mais do que um símbolo. Sua identidade secreta, o pateta Clark
Kent, dava até aos leitores mais solitários um colega renegado com quem se identificar. Ao
estrear como atração de capa da Action Comics n. 1, Superman fez sucesso da noite para o
dia. Na sétima edição, Action já vendia meio milhão de exemplares por número. A empresa
irmã da National, a Detective Comics (as duas em breve viriam a fundir-se para virar DC
Comics), introduziu Batman, outro cruzado de capa, e deu título próprio ao Superman – bem
no momento em que a concorrência começava a lançar uma onda de plágios fantasiados e
cheios de cor. (Diz a lenda que o editor do Homem-Miraculoso, uma das primeiras e mais
descaradas imitações, fora contador da National até ver os números da Action e sair para
fundar sua própria empresa.)
     Lloyd Jacquet, um ex-coronel de fala macia e adepto do cachimbo, abandonou seu cargo
como diretor de arte da Centaur Comics e, seguindo a deixa de outros, entrou no negócio de
produção editorial de revistas em quadrinhos: histórias e mais histórias para editores
ligados à tendência. Dentre os artistas que Jacquet pegou da Centaur e trouxe para sua nova
firma – a Funnies Inc. –, os principais eram Carl Burgos e Bill Everett; ficou com eles o
serviço de criar novos super-heróis. Ambos tinham 21 anos e eram irrequietos. Burgos
trancara a matrícula na National Academy of Design, impaciente com o aprendizado lento;
Everett, que fumava três maços de cigarro por dia e já acumulara uma década de bebedeira,
vinha pulando de Boston para Phoenix, de lá para Los Angeles e depois para Chicago.
Estavam sentados num bar de Manhattan chamado Webster, forjando os planos para superheróis.
Decidiram ater-se ao básico: água e fogo.
     Burgos veio com a ideia de um cientista brilhante, mas avarento, o Professor Phineas T.
Horton: ele cria um homem sintético dentro de um tubo de ensaio gigante, mas o vê entrar em
chamas ao tomar contato com oxigênio. O Tocha Humana [Human Torch ] não precisava de
uniforme: seu rosto sem traços e a anatomia vaga, ambos enrubescidos e obscurecidos por
tufos de chamas, são cercados por eclosões dispersas, como gotas de suor escarlate, e as
labaredas que se formam no alto da cabeça sugerem intenções diabólicas. Em outras
palavras, é uma criatura bruxuleante de medo e fúria. Quando foge, ele começa a lançar
bolas de fogo das mãos e a deixar tiras e criminosos de cabelo em pé. O estilo primitivista e
de baixo orçamento de Burgos só aumentava a impressão de que os tênues prédios, carros e
pessoas que o Tocha encontrava eram construídos às pressas para serem destruídos logo a
seguir. Ao fim de sua primeira aventura, o Tocha Humana aprende a controlar seus poderes,
mas vira fugitivo da lei.

(continua)

BARBARA NICHOLS

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Barbaridade !

quarta-feira, 27 de maio de 2015

PAU NELE, CARLÃO ! (Contigo nº197, abril de 1976)

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DREW BARRYMORE

 

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O PIF-PAF (29 de agosto de 1959)

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Da oclusão mental

O pior de tudo são os critérios que não valem mais. A relação entre o infinito e o imortal. A nobre condição de inolvidável. As compensações bancárias por não têrmos sentimentos de indulgência. O prazo determinado para o pensamento definitivo. A certeza de que, desaparecidas as condições atuais, só nos resta o futuro.

Da massa só presta o indivíduo. É necessário escolhê-lo para a síntese a que você não conseguirá escapar quando lhe der um ataque de Juízo Final. A pressão policial me arrebentou os tímpanos. Subi à altitude máxima e tive aí a sensação de glória. Corri de tédio ante a solidão ao meu redor, mas ninguém reparou. Do frio que senti nada disse. Pois o pior é receber a extrema-unção sabendo que se vai viver mais trinta anos.

Conte os livros de sua estante: que ignorância! Um corpo de mulher; multiplicai-o e chamai os bombeiros. Êsses pequenos mestres ígneos saberão do que se trata assim que virem as labaredas. A luxúria é um pensamento barato. Agora, lira, já sabes, a voz enrouquecida, o ponto abandonado, a juventude transviada. Olhemos juntos à janela e a cena se repete, ontem e hoje: uma paisagem! Em Nagazawa, porém, foram olhar e tinha desaparecido. É por isso que dou graças a Deus; um movimento tão inútil quanto qualquer outro.

Aqui-del rei, como diziam os franceses do século treze. Posteriormente os anos passaram e as águas correram, deixando quietos os moinhos. Os trevos jamais têm quatro fôlhas. As parcas não predizem mais. Os santos andam pela hora da morte. Millôr, digo eu, cuida bem de teus passos! Sol, nem umbra nem penumbra. E quando tecerão as aranhas com fios coloridos? Pretendia Batista invadir minha casa, mas eu disse: "Entra, Perón, Somoza está ali, sob aquela lápide". É preciso contar com precisão as ovelhas da insônia. O sol, contudo, sol com é, brilha. Aliás, honra lhe seja feita; isso nêle é autêntico, sobretudo nos trópicos. Indo à praia, molho-me. Molhando-me, reflito. Por fora e por dentro. E que tudo vá de vento em pôpa, sobretudo a pôpa. Há uma luta e não é minha. Há um fracasso: a quem pertence? Perdidos todos os endereços só nos resta a volta. É pegar ou largar: quatrocentas saudades pelo preço de uma. O caso do criminoso é típico, pois matou. O caso da morta é raro, pois respira um pouco. Não posso admitir nenhuma ausência aqui: quem estiver ausente saia imediatamente. Trouxe-te êste raio de sol, tépido, hibernal: outro qualquer traria o raio que o parta. Adoece e convalesce - é melhor que morrer. A constância da saúde é que nos deixa tão pálidos. Muito cuidado para não tornar a ser feliz. Procuremos juntos na Enciclopédia Britânica: havemos de achar; não só três milhões, quatrocentos e oitenta e cinco mil verbêtes. Isso que estourou foi um sapo ou uma bomba atômica? Perdi completamente a noção de nuances. É pôr o sapato, antes a meia; isso trará logo a responsabilidade das calças e quando menos esperarmos, estaremos elegantes. A quem e onde perguntas? E o que e como? Você vai ver que uma árvore secular leva cem anos para atingir essa idade: então deixarás de ser teimoso. Matou meu pai, mas era um craque! Não entro nesse jôgo que não tenho família para apostar, como vocês. De que vale ter tanto se ninguém nos inveja? Um gêlo e você já pode se encorcar com certa dignidade. E viva Portugal, o país mais português do mundo!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

BECKY LEBEAU

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MARVEL COMICS – A HISTÓRIA SECRETA (Sean Howe, ed. Leya) # 4

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     Muito antes de haver uma Marvel Comics, havia Martin Goodman. Nascido no Brooklyn em
1908, filho de imigrantes russos, nono entre treze filhos, o jovem Goodman era um leitor tão
ávido que recortava pedaços de revistas velhas e colava para criar revistas novas. Mas a
vida de fantasia à toa não lhe era opção: o emprego de seu pai na construção civil se
encerrou quando ele caiu de um telhado, o que lhe custou as costas; Isaac Goodman virou
mascate. Os quinze membros da família Goodman estavam em mudança constante pelo
Brooklyn, sempre tentando ficar um passo à frente dos senhorios. Martin foi forçado a largar
o colégio na quinta série e teve vários empregos que não lhe deram estímulo. Por fim, ao
findar da adolescência, decidiu apostar em ser livre: saiu a viajar de trem por todo o país.
     Quando a Grande Depressão atingiu os EUA, ele já tinha uma pilha de diários que
detalhavam suas experiências de costa a costa, em ferrovias e acampamentos de hobos.3A
paixão infantil pelas revistas acabou trazendo-o de volta para casa. Ao retornar a Nova
York, ele conseguiu emprego ao cantar louvores aos pulps4 como representante editorial da
Eastern Distributing. A Eastern foi para o buraco, mas a fortuna de Goodman cresceu: ele e o
colega Louis Silberkleit se uniram para criar a Newsstand Publications. De um esquálido
escritório na baixa Manhattan, lançavam westerns, histórias de detetive e contos românticos
por quinze cents a edição.
     Plágios do Cavaleiro Solitário podiam não ser arte, mas o improvável aconteceu: Martin
Goodman ascendera de imigrante pobre, passando por passageiro clandestino, até virar
editor de revista. Esbelto, quieto, de sobrancelhas arqueadas que soterravam os óculos de
aro fino e a gravata borboleta que pontuava uma de suas várias camisas rosa choque,
Goodman tinha até cabelo grisalho prematuro – tudo para arrematar sua transformação de
garoto de rua em homem de negócios. Estava com 25 anos.
     Em 1934, a distribuidora da Newsstand Publications afundou, deixando Goodman e
Silberkleit com milhares de dólares em contas não pagas. A Newsstand não conseguiu honrar
as dívidas com a gráfica; os ativos da empresa foram confiscados. Silberkleit abandonou o
navio, mas o ávido Goodman convenceu a gráfica de que ela ainda veria o dinheiro se o
deixasse continuar publicando alguns dos títulos. O instinto audaz de Goodman rapidamente
trouxe a empresa de volta ao azul; poucos anos depois, ele havia se mudado para o RKO
Building, consideravelmente mais elegante. Chegara a uma fórmula simplista para o sucesso:
“Se você tem um título que pega, é só botar mais”, disse à Literary Digest, “que o lucro vai
bater à sua porta”. O negócio era ficar antenado nas tendências, sem querer algo mais que
literatura descartável. “Fãs”, decretou, “não se interessam por qualidade”. Quando o
mercado voltou a afundar, Goodman ficou à tona: bastava encher as revistas com
republicações de outras editoras, sem dizer que não eram histórias inéditas.
     Ele estava numa situação financeira boa o bastante para manter uma casinha para os pais
em Crown Heights, no Brooklyn. Também podia relaxar. Num cruzeiro às Bermudas,
abordou duas jovens que jogavam pingue-pongue e pediu para jogar com a vencedora da
partida. Jean Davis – também nova-iorquina, mas de uma Nova York mais culta e sofisticada
– virou a menina dos olhos de Goodman. De volta aos EUA, Jean ainda estava em dúvida
quanto a uma relação séria, mas Goodman usou todas as armas. Uma vez, raspou a conta no
banco e levou-a de avião à Filadélfia para um jantar e um concerto. Acabou conquistando a
moça, com quem noivou. A lua de mel foi na Europa, e os planos eram de retornar no
chiquíssimo Hindenburg5 – mas na última hora descobriram que não havia assentos juntos,
então mudaram de ideia e voltaram de avião. A sorte de Martin Goodman só crescia.
     Goodman tinha mais de vinte publicações em 1939, de nomes como Two Gun Western
[“dois revólveres no velho oeste”], Sex Health [“saúde sexual”] e Marvel Science Stories
[“histórias deslumbrantes da ciência”]. (Essa última não era grande sucesso de vendas, mas
Goodman gostava de alguma coisa naquela palavra, Marvel. Guardou-a na gaveta.) Mudou
seu negócio para o estiloso McGraw-Hill Building, na Rua 42, onde começou a passar
trabalho fixo para os irmãos. O empreendimento de Goodman era, nas palavras de um editor,
“o ninho do nepotismo”: um dos irmãos fazia a contabilidade; outro trabalhava na produção;
outro tinha sua sala para fotografar aspirantes a starlet para os pulps. Até o tio de Jean,
Robbie, entrou na jogada. Além disso, a enchente de razões sociais que Goodman tinha na
mão – algo bem vantajoso na hora do fisco, assim como para manobras rápidas em caso de
problemas jurídicos – muitas vezes vinha de nomes de familiares: tinha a Margood
Publishing Corp., a Marjean Magazine Corp. e, assim que Jean deu a luz aos filhos Chip e
Iden, surgiu a Chipiden.

COMIDA DE PERROS nº2 (1982)

 

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SECOS & MOLHADOS

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Setentices.

domingo, 24 de maio de 2015

KNIGHTS IN SATAN SERVICE

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RICHARD CORBEN # 2

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CRUZEIRO 3 x 1 ATLÉTICO

Final do Campeonato Mineiro de 1977.

41-B - Cruzeiro 3x1 Atlético

Revetria.

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MARVEL COMICS – A HISTÓRIA SECRETA (Sean Howe, ed.Leya) # 3

 

Nesse meio-tempo, uma corrente constante de roteiristas e artistas continuou a ir e vir, Story42cada
um contribuindo com suas próprias criações ou construindo com base nas criações dos que
vieram antes. Tudo entrava na bola de neve do Universo Marvel, que se expandiu até se
tornar a mais complexa narrativa ficcional já vista: milhares e milhares de personagens e
episódios, todos interligados. Para gerações de leitores, a Marvel era a maior mitologia do
mundo moderno.
     Mas os criadores dos mitos não eram Homeros e Hesíodos tão distantes quanto mortos.
Eles carregavam seu próprio sentimento de propriedade quanto a personagens e histórias,
assim como o envolvimento emocional e o financeiro, o que tornava cruzar a porta giratória
da empresa um processo árduo e muitas vezes doloroso. Com o passar do tempo, foi
crescendo a leva de amizades arruinadas, deserções profissionais, processos amargos e
mortes imprevistas.
     O universo cresceu.

(continua)

SANTANA (Pop nº15, janeiro de 1974)

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Carlos Santana. Precisa mais ?