quarta-feira, 29 de novembro de 2017

TERESA DE JESUS

 

SORTEIO DE MAIS DE 70 LIVROS: PARTICIPE!

COSWORLD

 

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SUSPIRO

 

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QUEM SÃO OS DEMÔNIOS? (Edir Macedo)

Espíritos sem corpos

Os demônios, como já dissemos, são espíritos sem corpos. Para se expressarem, precisam de corpos, sem os quais pouco podem fazer. Sempre, na história da humanidade, satanás arranjou um "jeitinho" para conseguir entrar no corpo do homem e usá-lo como lhe convém.O espiritismo atual, na sua fase "científica", teve início em 1848. A família Fox tomou posse como inquilina de uma casa em Hydesville, estado de Nova Iorque, EUA. Casa muito pobre, construída principalmente de madeira. Quando tudo parecia tranqüilo, em meados de março, duas entre as seis filhas do casal, Margarette (Maggie) e Kate, com 11 e 13 anos, respectivamente, começaram a ouvir ruídos de pancadas e de móveis sendo removidos. Na noite de 21 de março de 1848, Kate provocou o tal espírito com o estalido dos dedos. A provocação foi aceita e cada estalo era completado no mesmo instante por uma pancada. Assim, os espíritos ganharam a confiança da família e a notícia se espalhou rapidamente.Muitos acreditaram que eram espíritos sem corpos, de pessoas que haviam falecido, quando na realidade eram os anjos decaídos, mensageiros de satanás, demônios, estabelecendo contato com o mundo físico.Essas irmãs passaram a ser habitação daqueles espíritos, que se utilizaram dos seus corpos para espargir a mais sórdida e destrutiva doutrina que o mundo já conheceu, a que mais tem levado pessoas aos manicômios, cemitérios, etc. Não
é de admirar que as meninas, vasos para estes demônios, morressem embriagadas, numa vida miserável.
Os espíritos demoníacos ganharam fama e se utilizam de vários métodos para se apossar de um corpo. No espiritismo científico, ou no "alto" espiritismo, eles se apresentam como um ente querido que já tenha falecido à procura de comunicação com seus familiares.Fazem-se passar por maridos, esposas, filhos ou parentes. Muitas vezes, pessoas são aconselhadas a invocar seus antepassados para resolverem um "problema". É a maior farsa existente em nosso mundo. Os demônios atuam desde as seitas mais primitivas vindas da África até os salões da sociedade moderna. Atuam também nas religiões orientais e nas ocidentais ligadas ao secretismo.Vivem procurando penetrar até mesmo nas religiões cristãs onde têm conseguido algum resultado. Perturbam, destroem ou se apossam das pessoas, causando os maiores malefícios possíveis, pois são demônios, mensageiros de satanás.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

COSWORLD

 

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LANCHEIRA

 

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AKG

 

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MIGUEL PAIVA

 

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Jornal da República (1979)

O TEMPO E O VENTO (Erico Verissimo)

Os sete volumes da trilogia "O Tempo e o Vento" agora reunidos em uma só coleção. São 150 anos de história do Brasil protagonizados por personagens inesquecíveis, como a forte Ana Terra e o valente capitão Rodrigo Cambará. As disputas familiares, as brigas pelo poder e as guerras civis são narradas O leitor terá a surpresa e o prazer de compartilhar a emoção contida de breves composições limadas com todo o esmero — “O instante”, “Espinosa”, “Everness”, “Sarmiento” — e também a de grandes e complexos poemas como “Limites”, “O Golem”, “Poema conjectural”, e sentirá a habilidade de Borges em nos mergulhar no vasto e infindável rio de tempo, memória e esquecimento de que é feita nossa curta existência e a mais perdurável matéria da poesia. Aí está Buenos Aires. O tempo, que a outros homens traz ouro ou traz amor, em mim apenas funda esta rosa amortecida, esta vã barafunda de ruas que repetem os pretéritos nomes de meu sangue: Laprida, Cabrera, Soler, Suarez...[de “A noite cíclica”] por Erico Verissimo nesta que é uma das mais célebres sagas da literatura brasileira.Todos os volumes trazem ilustrações de Paulo von Poser e uma cronologia que relaciona fatos históricos a acontecimentos ficcionais da trilogia e a dados biográficos de Erico Verissimo.

Contém:

"O Continente" Vols. 1 e 2
"O Retrato" Vols. 1 e 2
"O Arquipélago" Vols. 1, 2 e 3

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

STATUS

 

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(1979)

ÁLBUNS DE FIGURINHAS

 

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ZEBRINHA

 

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BATMAN

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A CRUZ DE SANTO ANDRÉ (Camilo José Cela)

       Na província de Orense, tinha mil caixas de sapatos e outras mil de charutos de Havana cheias de bichos-da-seda para se vestir sempre com muito ricas túnicas, como se fosse um rajá da índia.
Lolina Araújo e Ermitas Erbecedo, Clara Erbecedo, as avós do López Santana, continuam vivas, graças a Deus, e a gozar a vida cada qual à sua maneira; as duas acabarão por morrer de cancro mas ainda o ignoram, a verdade é que o cancro também ainda as não avisou, cancro da mama e cancro do útero, é tudo o mesmo, zaratão e espigarola, o mau é morder alguém, o cancro não é uma doença mas uma víbora.

    A Lolina e a Clara são amigas além de consogras, embora não se visitem muito, a Clara vai algumas tardes tomar chá a casa da dona Leocadia, foi lá que conheceu o Javier Perillo e certa noite levou-o ao seu chalé de San Pedro de Nós.
- Não faças barulho, aqui mando eu, mas tira os sapatos, não faças barulho.
- Não.
Devido a exercícios de tiro de morteiro, das 7 da manhã às 5 da tarde, nos dias 2, 9, 16, 23 e 30 do mês corrente, declara-se zona perigosa para a navegação a compreendida entre os meridianos da ilha de Izaro e o penedo de Ogono, até uma profundidade de 7.000 metros. A Clara e o Javier meteram-se na alcova e entraram para a casa de banho.
- Se queres fazer chichi, eu saio.
- Não.
- Queres fazer chichi?
- Não.
- Queres fazer chichi à minha frente? Eu gostava tanto!...
- Não posso.
- Paciência!
    A Clara, ajoelhada no chão, lavou-o muito delicadamente, com muita parcimónia, ensaboou-lhe os sovacos, as ínguas, por entre os dedos dos pés, por todo o corpo menos nos olhos, a Clara beijava-o ; quase com reverência.
- Deixas que eu te chame Fifí? (
- Porquê Fifí? Bom, como você quiser.
A Clara ficou com as faces todas coradas.

- Trata-me por tu, não sejas parvo. Não vês que me estás a dar tesão?
- Como quiseres.
A Clara sorriu quase pensativa.
- Tu também estás com tesão. Prometo que só te chamo Fifí quando estivermos sozinhos, tu não perguntes, nunca se deve perguntar nada porque dá azar.
- Tá bem.
A Clara e o Fifí amaram-se sem remorsos, depois, ao cabo de uma longa meia hora, a mulher ficou de olhos postos no tecto e disse:
- Como vão os teus estudos?
- Vão bem, obrigado.
A Clara calou-se meio minuto.
- Conheces a Dora, a do don Leandro?
- Conheço.
- É verdade que foste para a cama com ela?
- Quem lhe disse isso a si?
- Trata-me por tu.
- Quem te disse isso a ti?
     A Clara voltou a ficar calada uns momentos; as pausas costumam fugir das descrições, costumam deslocar-se, ninguém acerta a pô-las no seu devido lugar, as pausas são como as centopeias, que fogem sempre aos ziguezagues e como que desorientadas. A Clara, quando se acostumou a chamar Fifí ao Javier Perillo, sempre no chalé, gozava a acariciar-lhe as orelhas depois de fazerem amor, a Clara também lhe dava chocolate, não à espanhola mas à francesa, mais claro e suave, metia-lho na boca porque era muito maternal, as mulheres muito maternais estão sempre dispostas a adorar o homem, a entregar-se ao homem, a gozar fazendo gozar o homem.

    A Clara, nessas situações, falava numa voz mimosa, quase em falsete, às vezes dava vontade de lhe partir a cara.
- Não viste ainda, Fifí, que a Leocadia, que é uma pirosa, pior que ser puta, anda a chular-te?
- Não digas isso, mulher.
- Só faltava que a Dora também te estivesse a chular. Dá-te gravatas e porta-chaves?
- Não digas isso, mulher.

domingo, 26 de novembro de 2017

ÁLVARO A. MARTINS

 

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LANCHE MIRABEL

 

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ALINA ARTTS

 

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YAMAHA

 

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NUMA NOITE DE VERÃO (Ambrose Bierce)


    Numa Noite de Verão
     
       
     O fato de estar enterrado não parecia provar a Henry Armstrong que ele tivesse morrido: sempre fora um homem difícil de convencer. Que ele estivesse realmente enterrado o testemunho de seus sentidos o levava a admitir. Sua postura – deitado de costas, as mãos cruzadas sobre o estômago e atadas com alguma coisa que ele partiu facilmente, sem melhorar muito a situação -, o confinamento estrito de toda a sua pessoa, a escuridão negra e silêncio profundo, tudo isso compunha um corpo de evidência impossível de contradizer; e ele o aceitava sem contradição.
   
     Mas morto – não. Ele estava apenas muito, muito doente. E tinha, além disso, a apatia dos inválidos, sem se preocupar demais com o destino incomum que lhe fora reservado. Não era filósofo – apenas uma pessoa ordinária e rasa, dotada, naquele momento, de uma indiferença patológica: o órgão do qual temia conseqüências estava entorpecido. Assim, sem nenhuma apreensão particular quanto ao seu futuro imediato, dormiu, e tudo estava em paz com Henry Armstrong.
     
     Mas alguma coisa se passava logo acima. Era uma noite escura de verão, rasgada por clarões ocasionais de relâmpagos que dardejavam contra uma nuvem baixa, a oeste, anunciando tempestade. Essas iluminações breves, balbuciantes, faziam aparecer, com nitidez espectral, os monumentos e as lápides do cemitério, tal como se os colocasse para dançar. Não era uma noite em que uma testemunha qualquer pudesse, de modo crível, perambular por ali, de modo que os três homens que lá apareceram, a cavar o túmulo de Henry Armstrong, se sentiam razoavelmente seguros.
     
     *
     
     Dois deles eram estudantes da faculdade de medicina, que ficava algumas milhas adiante. O terceiro era um negro gigantesco, chamado Jess. Por muitos anos, Jess tinha sido empregado no cemitério como uma espécie de faz-tudo, e era o seu bordão favorito dizer que conhecia “todas as almas do lugar”. Pela natureza do que estava a fazer agora, inferia-se que o lugar não era tão populoso quanto o registro o teria demonstrado.
     
     Do lado de fora do muro, numa parte distanciada da estrada pública, estavam um cavalo e uma carroça a esperar.
     
     O trabalho de escavação não era difícil: a terra com que o túmulo fora coberto poucas horas antes oferecia pouca resistência, sendo logo retirada. Remover o esquife de dentro do nicho foi menos fácil, mas não impossível, pois se tratava de uma habilidade de Jess, o qual desparafusou a tampa com cuidado e a colocou de parte, expondo o corpo com suas calças pretas e a camisa branca. Nesse exato instante o ar se inflamou, o estrondo ensurdecedor do trovão abalou o mundo, e Henry Armstrong se sentou tranqüilamente. Com gritos inarticulados, os homens fugiram de pavor, cada um numa direção. Por nada no mundo dois deles teriam sido persuadidos a retornar. Mas Jess era de outra têmpera.
     
     *
     
     No lusco do amanhecer, os dois estudantes – pálidos e exaustos do terror e da ansiedade causados pela aventura precedente, que ainda latejavam tumultuários em seu sangue – se encontraram na faculdade de medicina.
     
     – Você viu? – gritou um deles.
     
     – Meu Deus, sim! Que vamos fazer?
     
     Foram até os fundos do edifício, onde viram um cavalo atrelado a uma carroça e amarrado a um mourão junto à porta da sala de dissecação. Entraram mecanicamente no cômodo. Sentado num banco, oculto pela obscuridade, estava Jess. Levantou-se, sorrindo, todo olhos e dentes.
     
     – Estou esperando pelo meu pagamento – disse.
     
     Estendido nu sobre uma mesa comprida jazia o corpo de Henry Armstrong, a cabeça lambuzada pelo sangue e pela lama de uma pazada.
     
     (Traduzido por Renato Suttana)

sábado, 25 de novembro de 2017

GASPARZINHO

 

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ÁLBUNS DE FIGURINHAS

 

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ABACATE

 

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MASERATI BOOMERANG 1972

 

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ANTOLOGIA (São Basilio Magno)

     O governo e o poder 


     É necessário para governar o mais digno, mas muitas vezes a loucura de 

os homens procuram o oposto. Os líderes devem se destacar em todos os tipos de virtudes, como 

à medida que, assim, em geral, serão os cidadãos. Se muitos pintores copiar o 

mesmo rosto, todos os recursos jogadas idênticas.

   "A obediência verdadeira e perfeita  sujeitos aos seus superiores não é só para

evitar o mal que é proibido, mas não  conduzir ou mesmo o que é louvável,

fora de sua direção ... " "O príncipe e tudo o que  regras devem tentar fazer com

que orgulho de não ser responsável, para não perder o prêmio  humildade que

merece. E aquele que serve ao rei, nem ocupa engría saber se este ou  posições

que ... Basta a grande dignidade de ser capaz de chamar os servos do Senhor um tão grande. 

   Assim como temos a tributar mais do que adorar a Deus, não devemos 

mas colocamos a nossa esperança no Senhor de todas as coisas.  As expectativas do 

orgulha-se de homens ou qualquer negócio temporário, como a riqueza, poder ou alguma 

bagatela de como estima-se as massas, já não pode dizer:

  Senhor, meu Deus, a ti me refugio  (Sl 7,2), não desde que tenhamos sido avisados ​​

colocamos a nossa esperança em príncipes 

BRASIL 82

Valdir Peres, Leandro, Oscar, Falcão, Luisinho e Junior. Sócrates, Cerezo, Serginho, Zico e Éder.