terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
INAUGURADA A ESTÁTUA DE ZICO NO MARACANÃ
Uma coisa bonita de ser vista. Uma homenagem em vida para quem nos encheu dela com tantos gols bonitos.
Zico é até hoje o maior artilheiro da história do Maracanã.
Os dois estavam de mal há 11 anos, desde a Copa do Mundo de 1998, quando um era o coordenador técnico e outro o atacante cortado da seleção brasileira às vésperas do Mundial. O convite de Zico para Romário participar da tradicional pelada de fim de ano promovida pelo Galinho, o Jogo das Estrelas, no Maracanã, pôs fim a uma desavença que não tinha mesmo mais espaço entre dois dos maiores nomes do futebol brasileiro. Em campo, eles mostraram um entendimento perfeito, que deixou em todos a sensação de como teria sido bom se tivessem pertencido à mesma geração. Os dois marcaram cinco gols - três de Zico, dois de Romário - no empate em 5 a 5 do Flamengo do passado - reforçado por nomes do presente, como Adriano e Ronaldo Angelim - com o time dos amigos de Zico.
domingo, 27 de dezembro de 2009
GALAXY TRIO
EUA (1967-69)
Direção: Joseph Barbera e William Hanna
Roteiro: Neal Barbera e Phil Hahn
Disparado um dos piores, se não o pior, desenho já produzido em todos os tempos. Galaxy Trio não se sustenta nem pelo aspecto nostálgico da coisa. Sem trilha sonora de abertura, com episódios de curta duração (uns 10 minutos cada) e um fiapo de roteiro, a animação é o resultado de uma das mais infelizes tentativas da Hanna-Barbera desde o malfadado Bionicão.
Imagine um grupo de pessoas reunidas para fazer um trabalho intencionalmente horrível. Agora imagine estas pessoas mais perdidas que cego em tiroteio e colando os piores e mais manjados clichês de desenhos anteriores da própria companhia em busca de um sentido para o novo desenho. Eis o Galaxy Trio; uma mistura de Herculóides e Space Ghost extraindo os bons momentos destes dois.
Neste DVD com 18 episódios, temos uma overdose de monstros, tiranos e povos escravizados sempre derrotados pela prestativa polícia intergalática (o Galaxy Trio).
Todos os desenhos são iguais: a nave Condor cruza o espaço sideral e eles, logo nos primeiros segundos da animação, são acionados via monitor no painel de comando para prestar socorro e combater algum mal.
Após o recado, o Homem Vapor, a Flutuadora e o Homem Meteoro partem para a porrada.
Do pouco que sobrou da baboseira me recordo de uns exércitos de andróides explosivos, granadas de neutrons (?), uma tal de Zona Klinston e do raio escravizador.
Com muito boa vontade pode se enxergar uma sutil crítica a governos totalitários e a importância da liberdade e da democracia, embora duvide que isso tenha passado na cabeça dos lesados que perpetraram tamanho abacaxi.
*Ruim
mais sobre o desenho:
BECK
Ao contrário de “Stereopathetic Soul Manure” e “One Foot in the Grave”, álbuns de estética indie que sucederam a estrondosa estréia de “Mellow Gold” (inspiradíssimo disco debut com a bomba atômica “Looser”), este “Odelay” veio em poucos meses após os dois aí em cima. Assim, em 1996 haviam quatro álbuns do cantor Beck Hansen disponível nas lojas do mundo inteiro. “Odelay” se destaca por uma produção mais cristalina e a reunião dos melhores momentos dos outros três álbuns. A produção meticulosa dos Dust Brothers é responsável pelo sucesso de público e crítica que alavancou Beck ao estrelato. “Devil’s Haircut” a faixa de abertura tem umas paradinhas sensacionais além de vocal narrativo, quase um rap-country. No mosaico engendrado pelo cantor vale um pouco de tudo: country, pop, soul padrão stax e rock garageiro que em nenhum momento soa forçado ou deslocado. Certamente foi seu canto de cisne (uma vez que os discos posteriores padecem de uma ausência de combustão e apesar das belíssimas roupagens não empolgam como estes discos do início da carreira). De toda forma fica a herança de um quarteto de álbuns bacanas e atemporais.
mais sobre ele:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beck
para ouvir:
http://depositfiles.com/pt/files/z4vq1yvp1
Pass: chivo987
sábado, 26 de dezembro de 2009
SANTA’S SLAY – UMA NOITE DE FÚRIA
EUA (2005)
Direção: David Steiman
Elenco: Bill Goldberg, Douglas Smith, Emile De Ravin, Robert Culp e Dave Thomas
Assisti este divertido “Santa’s Slay” sobre um Papai Noel diabólico na véspera do Natal.
O filme usa o mito do bom velhinho e da noite de Natal como pano de fundo para uma aventura com requintes de humor negro e ação de tirar o fôlego.
No filme Papai Noel sempre foi muito mau, porém perdeu uma aposta com um anjo e teve de ser bonzinho por mil anos, mas agora encerrado o período da aposta, ele quer recuperar o tempo perdido e vem até a Terra disposto à toda sorte de baixezas e vilanias. Para corrigir sua reputação, manchada com a história dos presentes natalinos na noite de 25 de dezembro, ele aparece dirigindo um trenó conduzido por um búfalo voador.
O filme já abre com o Noel descendo a chaminé de uma casa em plena ceia natalina e esfaqueando o anfitrião , empalando uma moça e torrando a cabeça de uma outra.Também decepa um infeliz.
Enquanto a chacina se desenrola, um casalzinho adolescente descobre , após leitura de um livro antigo, que o Papai Noel não é o que parece ser e tenta alertar a população local sem muito sucesso. Enquanto tentam, Noel incendeia uma boate, atropela uns desavisados e mata outros tantos. Um anjo aparece para tentar frear tanta maldade e uma luta de seres poderosos acaba tomando os céus da cidade (paralisada por tanta violência e terror).
Destaque positivo a magnifica performance do lutador de wrestling Bill Goldberg, perfeito na pele de Papai Noel...
Santa’s Slay , título que na abertura do filme brinca com a palavra Satans Slay é a estréia do assistente de produção David Steiman dirigindo um filme próprio. Bola dentro desta jovem promessa do cinema americano e uma interessante visão do chamado “espírito natalino”.
Eu já tinha avisado que o Papai Noel era do mal...
***Bom



