sexta-feira, 2 de julho de 2010

A CULPA É DO TÉCNICO !

 

ganso

Dia 5 de julho de 1982. Uma data difícil de esquecer. A Seleção Brasileira voava baixo, favoritíssima à conquista da Copa do Mundo da Espanha. O time jogava tão bonito que muitos juravam ser a melhor seleção de todos os tempos, superior até ao Brasil de 1970 de Pelé, Jairzinho, Tostão e Rivelino. A conquista do título já era favas contadas. Após sequência de vitórias em duríssimos amistosos contra a Inglaterra (1 a 0), em Wembley, e Alemanha (1 a 0), no Maracanã, os canarinhos chegaram à Espanha como deuses do futebol. Logo no início, contra a União Soviética, susto: o desligado Valdir Peres não defendeu anêmico chutinho do russo colocando o Brasil em desvantagem e de certa forma antecipando a falta de sorte daquele time. Mas tínhamos Zico, Sócrates e Éder e viramos o jogo. A vitória embalou o time que partiu para uma sequência implacável de vitórias contra a Escócia (4 a 1), Nova Zelândia (4 a 0) e Argentina (3 a 1). Só restava a Itália, seleção que se classificou pelo saldo de gols e que apresentava futebol burocrático. Como dizia Drummond "tinha uma pedra no caminho" e esta pedra se chamava Paolo Rossi. Não é que o carcamano fez três gols na nossa Seleção e despachou o maior time do mundo para a casa mais cedo? Culpa do Telê que não armou o time direito e só jogava no ataque... Quatro anos depois, novo voto de confiança e nova decepção. Telê convocou quase a mesma Seleção, agora já envelhecida, que se arrastou pela competição até o azar aparecer novamente na forma de um pênalti mal cobrado pelo Zico. Vinte e oito anos depois o trauma já foi (?) superado com as conquistas das Copas de 1994 e 2002. Hoje lembramos a frase do Parreira "O gol é um detalhe" e nos convencemos que o importante "não é" competir, mas vencer sempre. Agora, na África do Sul, estamos em plena era Dunga e a grande estrela na Seleção é um goleiro o que já dá o tom da coisa toda. Ficamos cincos jogos sem tomar gol e massacramos os fraquíssimos Zimbábue e Tanzânia (nos amistosos pré-mundial) .

Contra a Holanda eu torci, vesti a camisa amarela e me prepararei para gritar gol, claro que sem aquela inocência e euforia de 1982. Os tempos são outros e a razão mostra que o pragmático Dunga teve seus motivos para fazer o time jogar assim. O time estava nervoso, vaticinou o Galvão… Só sei que independentemente dos detalhes,  a seleção não conseguiu o hexa  e sendo assim o veredito não pode ser outro: A culpa é do técnico.

THANK YOU LORD, IT’S FRIDAY !

 

STONES - let it bleed - you got the silver_thumb[2]

LET IT BLEED

(M. Jagger/K. Richards)

Well, we all need someone we can lean on
And if you want it, you can lean on me
Yeah, we all need someone we can lean on
And if you want it, you can lean on me
She said, "My breasts, they will always be open
Baby, you can rest your weary head right on me
And there will always be a space in my parking lot
When you need a little coke and sympathy"
Yeah, we all need someone we can dream on
And if you want it, baby, well you can dream on me
Yeah, we all need someone we can cream on
And if you want to, well you can cream on me
I was dreaming of a steel guitar engagement
When you drunk my health in scented jasmine tea
But you knifed me in my dirty filthy basement
With that jaded, faded, junky nurse
Oh what pleasant company
We all need someone we can feed on
And if you want it, well you can feed on me
Take my arm, take my leg, oh baby don't you take my head?
Yeah, we all need someone we can bleed on
Yeah, and if you want it, baby, well you can bleed on me
Yeah, we all need someone we can bleed on
Yeah, yeah, and if you want it, baby, why don'cha bleed on me
All over
Ahh, bleed it alright, bleed it alright, bleed it alright
You can bleed all over me
bleed it alright, bleed it alright, bleed it alright
You can cum all over me

Mick Taylor debulhando no violão , um pianinho matador (provavelmente do Ian Stewart), riffs do Keith , vassourinhas do Charlie e uma performance vocal do Jagger que já entrou para a história do rock…

MICKEY Nº308

 

Editora Abril (1978)

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Page-18

ARTE DA CAPA – IVANKA TRUMP

 

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RECLAME – DAUPHINE, CORCEL E DKW-VEMAG

 

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

HOJE O BLOG COMPLETA 1 ANO

 

1st-birthday

E eu gostaria de agradecer a todos que acessam e participam de alguma forma. Eu iniciei este blog por pura zoeira,  mais para provocar, e acabei pegando gosto pela coisa. Em um ano aprendi muito, fiz amizades incríveis, reencontrei (mesmo que apenas virtualmente) colegas de profissão  e procurei compartilhar com o leitor um pouco de tudo: quadrinhos, imagens, textos do Pepe, religião e alguns vídeos do youtube. Claro que a coisa não é fácil , rapidamente descobri que a blogsfera é campo minado e uma espécie de campeonato  pra lá de desleal onde não existem regras e reina muita presepada.  O que vale é estar sempre “up to date”. Como já passei da idade destas frescuras todas vou arquitetando meu solilóquio sempre com portas e janelas abertas para quem mais se dispor a gastar uns minutos comigo. Para os mais sensíveis peço desculpa se alguma vez “forçei a barra” ou destrui algumas certezas absolutas ( e olha que eu ainda nem publiquei  textos do Olavo e do padre Paulo Ricardo…) . Parodiando o Jagger “It’s only rock and roll, but I like” ou, como escreveu o Brian Jones “Não me julguem tão severamente”.

1 abraço,

antonico.

Abaixo a republicação do primeiro post.

 

king kong escapes

Kingu Kongu no Gyakushû A.K.A. King Kong Escapes


Japão (1967)
Diretor: Ishiro Honda
Elenco: Eisei Amamoto (Dr.Who), Mie Hama (Madame X), Rhodes Reason (Comandante Nelson) e Linda Miller (Tenente Susan Watson)


Vilão de gibi cria gorila mecânico e convence governo japonês a bancar seus projetos megalomaníacos de poder e riqueza. Uma tal Madame X é a fiadora da parada. Ao mesmo tempo um outro grupo de cientistas desperta o King Kong (na verdade um cara com roupa de macaco) e não demora o mesmo é levado até a cidade grande. Alguns minutos de enrolação e logo o gorila mecânico e o Kong acabam “saindo-no-braço”. Detalhes importantes: Antes da aguardada briga, King Kong enfrenta um dinossauro acrobata e a Tenente Susan desperta a dor de corno do Comandante Nelson enciumado pelo clima de romance entre a tenente e o gorila.


***** (Ótimo)

SUPER X Nº 13 – PRÍNCIPE SUBMARINO E HULK

 

Ebal (1968)

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ARTE DA CAPA – CHRISTINA AGUILERA

 

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RECLAME – CLEVELAND, POLARIS TX 500 E CATERPILLAR

 

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LUIZ GÊ E OS IMPLACÁVEIS