terça-feira, 4 de janeiro de 2011

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1980

 

61 – 70

Ozzy%20Osbourne%20-%20Blizzard%20of%20Ozz

61. Ozzy Osbourne – Blizzard of Ozz

Iron_Maiden_debut

62. Iron Maiden

Japan - gentlemen take polaroids

63. Japan – Gentlemen Take Polaroids

 Joy Division - Closer [1980]

64. Joy Division - Closer

Judas Priest - British Steel

65. Judas Priest – British Steel

killingjoke

66. Killing Joke

 Krokus - Metal Rendez-Vous_front

67. Krokus – Metal Rendez-vous

ln46-milton-nascimento-sentinela

68. Milton Nascimento - Sentinela

london-calling-the-clash 

69. The Clash – London Calling

51-BjYujkFL__SL500_AA300_

70. Gary Numan – Telekon

 

(continua)

O EXTERMINADOR Nº 1

 

Editora Grafipar

001

004

013   

026

PARA SUPERAR A TIMIDEZ

 

timidez

Você gosta de alguém mas não tem coragem de se declarar por causa de sua timidez ? Então, numa sexta-feira, ao meio-dia, fique em frente a um espelho e repita esta frase três vezes:

"Santo Antonio de Lisboa, feito de pinho de lei... Santo Antonio, me perdoe pelos beijos que eu não dei". Em seguida, reze três Pais-Nossos.

Esta simpatia deve ser repetida durante três dias seguidos, sempre no mesmo horário, para que possa deixar a timidez de lado uma vez por todas.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1980

 

51 – 60

IMG_0007

51. Bauhaus – In The Flat Field

emotional-rescue

52. The Rolling Stones – Emotional Rescue

Eventyr_Jan-Garbarek,images_big,19,P8293842

53. Jan Garbarek - Eventyr

Face

54. Kool & The Gang – Celebrate !

Fame-The-Original-Soundtrack-From-The-Motion-Picture-album-cover

55. Fame O.S.T. From The Motion Picture

Folderase

56. Motörhead – Aces of Spades

george-benson-give-me-the-night-1980

57. George Benson – Give Me The Night

 imagesCAA8XU70

58. AC/DC – Back in Black

 imagesCABPYFA3

59. Fagner – Eternas Ondas

img

60. 14 Bis – II

 

(continua)

O CASAMENTO INACABADO

 

O casamento é a aspiração dos apaixonados em geral. Muito, muito poucos noivos, entretanto , terão sentido tão grande desejo como o deste caso que vamos narrar.

Na cidade de Bauru, São Paulo, existiam dois jovens cujo o casamento estava marcado para um dia do mês de maio. Nas vésperas do acontecimento não se falava de outra coisa.

E chegou o grande dia. Na igreja matriz de Bauru tudo era festa: luzes, flores, muita gente. E a orquestra contratada já tocava lindas músicas. Às quatro horas da tarde em ponto, conforme rezavam os figurinos, o jovem par dava entrada no templo.

A cerimônia transcorreu normalmente, com toda a pompa do ritual católico. As alianças, numa salva de prata, recobertas de pétalas de rosas, foram apresentadas aos noivos. Ele, com mão trêmula e fria, colocou uma delas no dedo anular da moça; a moça por sua vez, segurava a aliança para...

Neste instante, diante da noiva espantada , do sacerdote atônito e da assistência boquiaberta, o noivo se foi diluindo no ar, reduzindo-se a um vulto indeciso na neblina, e finalmente desapareceu como a névoa tocada pelo vento !

Não é possível descrever o espanto e a sensação que o fato produziu na assistência, e na cidade inteira. E mais extraordinário ainda se tornou quando se soube da horrenda notícia: no afã de chegar à cidade para o casamento, o moço sofrera um desastre de automóvel.

E muito antes das quatro horas, havia falecido entre os escombros do carro...

(Almirante)

O HOMEM DO FUNDO DO MAR Nº 1

 

Rio Gráfica Editora (1978)

06-1938032093T

004

005

030

 

domingo, 2 de janeiro de 2011

ALICE NO PAÍS DE NABOKOV (O Estado de S.Paulo, 27/09/1986)

 

2633562

Quem não lembra de Lolita, a devastadora ninfeta de Vladimir Nabokov ? Em “O Encantador”, uma novela que ele escreveu há mais de 50 anos, e só agora publicada em Paris, aparece outra torturante ninfeta, capaz de enlouquecer de desejo um quarentão. O resultado, segundo os europeus, é um sucesso e uma classe comparáveis apenas a Joyce, Kafka ou Samuel Beckett. “O Encantador” é a “Alice no País das Maravilhas” de Nabokov.

PEPE ESCOBAR

Vladimir Nabokov escreveu “O Encantador” (Paris, Editora Rivages) há quase meio século. Em russo e com pseudônimo . Pensou ter destruído – ou perdido – o manuscrito. O título original  é “Volchebnik”, ou seja, prestidigitador, mago. Por alguma arte de magia, “O Encantador” foi encontrado por Nabokov no fim dos anos 50. Pensou em traduzi-lo para o inglês. Mas andava ocupadíssimo escrevendo “Ada”, o roteiro de Lolita e traduzindo o “Eugenio Oneguin”, Pushkin, para o inglês. “O Encantador” continuou obscuro.

 Liv01010027_fDmitri , o filho de Nabokov, tinha cinco anos quando seu pai escreveu este livro. Viviam em um mini apartamento em Paris. Nabokov trancava-se no banheiro para escrever em paz.
Hoje, Dmitri tem 52 anos. Dedica-se em tempo integral ao trabalho com o arquivo paterno, e às traduções do russo para o inglês. Dmitri já fez de tudo. Desde cantar ópera até pilotar carro de corrida. É sua a primeira tradução de “O Encantador”, do russo para o inglês. Gilles Bardette o traduziu para o francês. Ele é o diretor literário da Rivages. Um pequeno editor com o espírito empreendedor típico dos verdadeiros amantes da literatura. Por sua causa, “O Encantador” saiu em Paris, em francês, em setembro e em premiére mundial.
O livrinho de 138 páginas é um diamante. É uma antecâmera de “Lolita”. Está vendendo em Paris mais do que jornal com foto de presumíveis terroristas. Depois do auge de Joyce – com o “Ulysses” corrigido -, Musil – “redescoberto” junto com Viena – e Kafka, os hits literários da Europa, no momento, são Beckett, Borges e Nabokov. Todo mundo agora descobriu que Borges era nosso Buda ocidental. Beckett, aos 80, eleva o silêncio a uma forma de arte absoluta. E os franceses descobrem o que os ingleses ilustrados já sabiam: Nabokov é bárbaro.
Em “O Encantador”, a ação está fora de tempo e lugar definidos. Como “Lolita”, examina a paixão de um homem maduro por uma ninfeta. Nosso personagem é um quarentão, de “profissão refinada e lucrativa”. Anda sempre com uma bengala (não é símbolo fálico: Nabokov detestava Freud). Adora ninfetas. Acha que seria um pai ideal. As coisas começam a esquentar quando entra em ação o destino. Ele acha uma moedinha e lhe aparece o ideal em carne e osso: uma ninfetinha de 12 anos, fogosa, braços nus bronzeados, boca carnuda entreaberta, deslizando como uma gueixa. Ele enlouquece com tanto fetiche: tem de viver com ela de qualquer jeito. A ninfeta é órfã de pai e a mãe é doente. O persoangem, em uma seqüência de ações típicas de desejo enfurecedor, casa com a mãe. A mãe morre e ele finalmente pode partir com sua divina boneca para o mar, a purificação, a liberdade.
Em “Lolita” uma mesma viagem do gênero transcorria em clave mítica, através das planíces intermináveis da América. Em  “O Encantador” trata-se de uma deprê total: a ninfeta vai na frente com o motorista, e nosso herói no banco de trás, ardendo de desejo. Nabokov acelera o rocambolesco e entra de cabeça no surreal. Arma-se um carnaval kafkiano em um hotel, até que o apaixonado solitário encontra a ninfeta adormecida no leito, numa pose das esferas, com a veste entreaberta, e uma decupagem vertiginosa de seios, umbigo e púbis. Depois deste espetáculo, nosso personagem sente sua vida “emancipada pela alegria, e reduzida à simplicidade do paraíso”.

nabokov
Passa sua “baqueta mágica” pela coxa sensual da bela adormecida... E aí é o inferno: ela acorda, começa a urrar como uma desesperada, ele foge, querendo se enfiar debaixo do primeiro trem. Não precisa: é atropelado por um gigantesco caminhão.
Nos romances de Nabokov, o homem é sempre uma aberração, seja física ou psicológica. Pode ser um pedófilo criminoso ou simplesmente um louco. A mulher é uma ninfeta, uma galeria de ninfetas – Lolita, Ada, Magda, Sonia, Marietta, Zina , a inominada de “O Encantador”. Ela é sempre inocente ou perversa, ou melhor ainda, as duas coisas.

316339_lolita
“O Encantador”, na verdade, é a ninfeta. Ela é uma inocente, nada tem de perversa. Quanto a ele, coitado, não tem nada de criminoso: é um romântico sonhador. “O Encantador” é o “Alice no País das Maravilhas” de Nabokov. Ele sempre achou Carroll o máximo, tanto que traduziu o Alice para o russo quando ainda era adolescente.
E assim nasceu a irmã mais velha de Lolita, em 1939, em Paris. Lolita foi recusada por quatro editores americanos: era muito ferro na boneca para a América puritana dos anos 50. Saiu pela Olympia Press, em Paris, em 1955, depois de vários qüiproquós com a censura. Virou um mito literário, e depois um filme de gênio, dirigido por Stanley Kubrick. Com James Mason e Sue Lyon: o filme mais cool do ano mais cool da ra moderna (1962).
Para muita gente, Nabokov permanece um enigma. Era normalíssimo. Não tinha complexos, alegre o tempo todo. Ficou casado 52 anos com a mulher Vera – sem “outras”. Não se pertubou nem com o exílio, nem com a morte do pai – um russo aristocrata amigo de Kerensky, assassinado por tzaristas fanáticos. Mas quando se soltava com as suas ninfetas, só chamando os bombeiros...
Espera-se que algum editor digno do nome lance este diamante no Brasil. Dmitri Nabokov o descreve no posfácio como “um estudo da loucura através do cérebro de um louco”. A tradução francesa é excelente . Imagina-se o que será em inglês, na versão de Dmitri (sai em breve em Nova York). Nabokov conhecia inglês desde criança, é claro, mas levou 20 anos de trabalho duríssimo para pegar todo o seu gênio – um mix de grotesquerie russa, prosa poética de herança francesa e senso de humor anglo-saxão – e transportá-lo do russo para uma língua literária inglesa. Conseguiu. É o maior escritor russo do século XX. E um dos maiores “ingleses” ou “americanos”. Louvadas sejam estas ninfetas, ou o desejo sublimado no prazer do texto.
                                                       

Um gênio do seu tempo…
Technorati Marcas: ,

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1980

 

41 – 50

echo

41. Echo and The Bunnymen - Crocodiles

cover_large

42. Arrigo Barnabé – Clara Crocodilo

def-leppard-on-through-the-night

43. Def Leppard – On Through The Night

devo1

44. Devo – Freedom of Choice

DI01078

45. Rita Lee

DIAMON~1

46. Diamond Head – Lightning To The Nations

47. Prince – Dirty Mind

donna-summer-the-wanderer-1980

48. Donna Summer – The Wanderer

DSC00377

49. Queen – The Game

Earth_Wind_And_Fire-Faces_3

50. Earth Wind & Fire - Faces

 

(continua)

MARVEL ESPECIAL 2 – HOMEM-ARANHA X DUENDE VERDE

 

Editora Abril

me02_001

me02_002

me02_006

me02_034

“Papo de Aranha” ? “Cabreiro” ? Quem traduz estas histórias da Marvel ?

sábado, 1 de janeiro de 2011

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1980

 

31 – 40

cover_39381919112009 

31. David Bowie – Scary Monsters and Super Creeps

betan9a talisma 

32. Maria Bethânia - Talismã

blondie 

33. Blondie - Autoamerican

boy 

34. U2 - Boy

tania maria

35. Tania Maria - Piquant

capasdf 

36. Djavan - Alumbramento

ccm_&_cia 

37. Cesar Camargo Mariano & Cia

chico vida 

38. Chico Buarque

Circle Jerks - 1980 - Group Sex 

39. Circle Jerks – Group Sex

cover_3442162272009

40. Black Sabbath – Heaven and Hell

 

(continua)

DRÁCULA

Há 40 anos...