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terça-feira, 26 de julho de 2011

QUEM FIM LEVOU ?

 

Andrea True (Nashville, Tennessee, 26 de julho de 1943) é uma ex-atriz de filmes pornográficos norte-americana e que também foi uma cantora da "era disco". Em 1975 ela obteve um enorme sucesso como Andrea True Connection, com a música "More, More, More (How Do You Like it?)" escrita e produzida por Gregg Diamond. Em sua carreira usou os seguintes nomes: Inger Kissin, Singh Low e Singe Low.

Hoje ela completa 68 anos.

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andrea

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andrea

Uma das músicas mais tocadas da década 70 ao lado de “Automatic Lover” da Dee D.Jackson

mais sobre ela aqui

terça-feira, 31 de maio de 2011

OS FRANCESES TÊM UM NOVO SÍMBOLO SEXUAL (O Estado de São Paulo, 02/08/1988)

 

Eleita a Brigitte Bardot dos anos 80, a atriz Beatrice Dalle volta às telas, na França, num novo filme de Marco Bellochio. Mas há quem coloque seu talento em dúvida

Béatrice Dalle

Paris – Há lugar para uma Brigitte Bardot nos anos 80 ? A crítica francesa pensa que sim e aponta o nome da sucessora. Trata-se da jovem atriz Beatrice Dalle, que percorreu  uma rápida escalada ao estrelato após sua tórrida interpretação no filme Betty Blue, de Jean Jacques Beniex. Seu novo filme, A Bruxa, de Marco Bellochio, acaba de estrear na França, confirmando os atributos físicos da exuberante morena de 23 anos.

O talento de Dalle, no entanto, continua sendo discutido. Pergunta-se se ela era seria capaz de interpretar um papel realmente diverso do seu tipo na vida real, ou seja, uma mulher sem preconceitos, não conformista, amante dos prazeres da vida, de linguagem direta, em tom popular e sem pretensões intelectuais. É assim a Betty  do filme de Beniex. É certo que, para a uma nova BB, sex appeal interessa mais que talento dramático. Pelo menos parece ser essa a opinião dos franceses.

De origem social modesta, Dalle subiu rapidamente fazendo o gênero sensual e espontâneo , como a intempestiva companheira de um escritor marginal descrita por Philippe Djian no livro autobiográfico que deu origem ao filme. De lá para cá, choveram propostas para que atuasse em novos filmes, mas sempre com o requisito de que mostrasse  sua opulenta anatomia. As entrevistas se multiplicaram  e Dalle passou a ser um rosto frequente na televisão francesa.

beatrice dale

Todos a disputam. Cinéfilos e intelectuais passam diante de sua naturalidade e franqueza. No fundo, eles adoram essa mistura de sexo ingênuo e massa cinzenta, representada pelo casal do filme Betty Blue – um pouco ao estilo da mitológica parceria americana formada por Marilyn Monroe e o teatrólogo  Arthur Miller, nos anos 50. Já o francês médio se contenta em admirar o físico impressionante de Dalle, além de suas declarações espetaculares . Por exemplo, ela garante não ser uma adolescente atrasada e ingênua, como afirmam alguns e, ainda que os jovens de hoje – muitos dos quais se identificam com ela – são “sinistros porque só pensam em êxito social e econômico”.

Com tranquilidade, admite não ter cultura e aceita, com humor, a condição de símbolo sexual, apesar de temer tomar-se uma prisioneira desse rótulo. No que diz respeito ao cinema, Dalle só trabalha com um diretor “se há paixão”. Quanto ao seu próprio futuro, é definitiva: “Prefiro morrer com 35 anos, com o destino de uma Marilyn Monroe, em vez de com 60, com a maravilhosa carreira de Meryl Streep”.

Dalle atribui seu sucesso meteórico à sua “boa estrela” e, é claro, á simpatia que desperta nas pessoas por seu jeito espontâneo e entusiasmado, destoante do “impecável e frio ambiente cinematográfico”. Mas não teria receio em abandonar, sem remorsos, tudo “por um grande amor”. Nesse caso os que mais lamentariam seriam seus pais. “Venho de uma família proletária e muito fascinada por tudo que brilha”, comenta. Sobre as propostas que lhechegam de todos os lados – incluindo os Estados Unidos –, só lamenta não falar inglês como gostaria.

Mas, por enquanto, Dalle terá de esperar para conseguir o título definitivo de boa atriz. Sua atuação no novo filme de Marco Bellochio, A Bruxa não conseguiu a aprovação da crítica francesa, apesar do seu difícil papel. Dalle interpreta uma jovem que seria a reencarnação de uma bruxa do século XVII, Madalena. Em seus transes intuitivos, ela acaba solitária e perdida diante do nacionalismo dos nossos dias. O papel lhe cabe bem, mas ainda não foi a prova de fogo da carreira de Dalle.

Assim, a decepção da personagem de A Bruxa deve redobrar as expectativas com a carreira da atriz intuitiva, que já começa a rodar um novo filme, agora sob a direção de Claire Denvers, outra vez uma história de amor que – à semelhança de Betty Blue – termina tragicamente. É mais um teste para Dalle. Resta saber se o que se espera dela é uma prova de talento dramático, ou que seja a reencarnação de um mito – Brigitte Bardot – cuja fama jamais esteve especialmente relacionada com a força interpretativa.

Esse texto não foi assinado.

 

Que fim levou ? A Beatrice foi uma espécie de Angelina Jolie dos anos 80. Infelizmente de passagem meteórica.

quinta-feira, 24 de março de 2011

AS AVENTURAS ERÓTICAS DE TIAZINHA (FINAL)

 

“Seremos convidados para ir à Ilha de Caras, seremos mais famosos que os Pokemons !”

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

                               FIM

quarta-feira, 23 de março de 2011

AS AVENTURAS ERÓTICAS DE TIAZINHA - 3

 

“E se ele morder um cachorro ? O bicho vira vampiro ? E se morder um Fiat Palio ?”

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

The Adventures of Tiazinha

         (continua)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

GUZURA a.k.a. GUZULA

 

Um mini Godzilla que tem medo de injeção e é faminto por ferro e aço.

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Oraa Guzura Dado (em japonês) é uma série de anime dirigida por Hiroshi Sasagawa e produzida pela Tatsunoko Productions. Foi exibida no Japão entre outubro de 1967 e setembro de 1968.

O anime conta história de Guzula, um dinossauro que depois de ter sido chocado vive as suas aventuras mágicas. Um dia, o vulcão Bikkura entra em erupção e expele um ovo grande, de onde surge um pequeno monstro chamado Guzura. Perdido no mundo humano, ele é surpreendido e confundido pelas coisas estranhas e maravilhosas que ele ouve e vê, e é envolvido em situações ímpares uma atrás da outra. Também, as pessoas ao redor dele são envolvidas em confusões engraçadas. Guzula possui uma habilidde mágica de comer metal e produzir uma variedade de dispositivos mecânicos. Além disso, ele pode cuspir chamas e pular alto usando sua longa cauda. Ele é tão inocente e amigável que torna-se popular aonde quer que vá.

(da Wikipedia)

 

O mais legal destes animes antigos é a excepcional dublagem da época.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

EX-CHACRETE SONHA COM A TV (O Globo, 31/01/1993)

 

india potira

Índia Potira, vedete da Discoteca do Chacrinha que abandonou a carreira após ser presa

Jorge Luiz Lopes

Durante mais de dez anos ela conheceu a fama como uma das 15 dançarinas da “Discoteca do Chacrinha”, na TV Globo. Em agosto de 1978, porém um amor bandido fez Glória Maria de Aguiar Silva, a ex-chacrete Índia Potira, hoje com 44 anos, deixar as capas de revistas para ocupar as páginas policiais dos jornais ao ser acusada de organizar uma fuga para libertar um namorado preso numa delegacia. Os amigos se afastaram e até mesmo o “Velho Guerreiro” a abandonou. Hoje, ela vive entre essas lembranças e o sonho de recuperar a fama que um dia a fizeram a mais cobiçada chacrete do país.

Vestuário foi inspirado em “Irmãos Coragem”

Índia Potira foi o apelido que recebeu de Chacrinha quando apareceu para fazer o programa vestida de índia. Era para ser apenas uma manifestação de sua paixão pela novela “Irmãos Coragem”, sucesso na época com Tarcísio Meira no papel de João Coragem, personagem que tinha uma irmã índia. Acabou virando marca para toda a vida, acredita Glória/Potira.

O novo visual a levou a ser capa da revista “O Cruzeiro” e ela se destacou mais ainda na “Discoteca do Chacrinha”. Para chegar à televisão, todavia, teve que seguir um caminho sacrificado. Ela dançava no programa “Festa do Bolinha”, na extinta TV Rio, canal 13, em 1969, quando o trio de cantoras AS Gatas a levou para o Chacrinha.

Pobre, mãe de duas filhas – casou-se com 14 anos – e morando em Senador Câmara, a ex-chacrete lembra que ia trabalhar apenas com o dinheiro da passagem e com botas emprestadas pela TV Globo.

Quando as colegas iam lanchar, ela ficava olhando. Até que José Renato, filho de Chacrinha e um dos produtores do programa, a surpreendeu e passou a pagar seu lanche. Mas ela não comia: pegava o dinheiro e levava para casa para comprar pão e leite para os filhos.

Isso foi antes da Índia Potira surgir. Nem durou tanto tempo assim. Dos anos de fama e glória, dez rápidos anos, só restaram lembranças e um que outro consolo.

- Eu tenho vontade de retornar à vida artística – confessa.

Por enquanto, porém, tem de certo apenas o convite para desfilar pela escola de samba Arranco e a certeza de que desperdiçou uma chance.

- Aquele tempo de chacrete foi um tempo que eu não soube aproveitar.

Enquanto Índia Potira sonha em retomar a vida artística. Glória Maria de Aguiar Silva tenta conseguir dinheiro para viajar aos Estados Unidos e morar com uma amiga na Califórnia, onde pretende conseguir trabalho. Aos 44 anos e sem a silhueta de antes, esse pode ser o caminho menos longo de realizar seus desejos.

Tinha uma outra chacrete que fazia a linha “índia” : A Ìndia Amazonense…

quarta-feira, 12 de maio de 2010

QUE FIM LEVOU ? – SUPER HERÓIS

 

Super Heróis

compacto simples

RCA (Maio de 1980)

Lado A:  Dance Comigo “Dance With Me” – (Kossie Gardner-Cleide Dalto)

Somos Todos Super Amigos - (João W. Plinta)

Lado B:  Eu Também Vou À Festa dos Super Heróis “Gotta Go Home” - (Huth-farian-Huth-Jay-Cleide Dalto)

Preserve o Que é de Todos - (Jão W.Plinta-Cesar Rossini)

Direção artística - (Osmar Zan)

Produtor - (João W.Plinta)

Arranjos e regência - (José Paulo Soares – H.Santisteban)

super herois

 

DRÁCULA

Há 40 anos...