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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A HULA HAVAIANA (Almanaque do Globo Juvenil, 1955)


Che Guavira
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                       Lenda etiológica havaiana
No Havaí existe um vulcão que, segundo a lenda, era a morada Pele, a poderosa deusa do fogo. Certo dia Pele adormeceu e sonhou que suas servas estavam dançando pra si. Quando acordou bateu palma pra chamar as servas, fazendo o barulho igual ao duma trovoada. Quando as servas apareceram ordenou dançarem como sonhara. Como Pele se irritava facilmente as pobres moças ficaram trêmulas de medo. Não sabiam como teriam de dançar pra agradar a sua senhora, mas sabiam que ficaria furiosa se não fosse obedecida imediatamente. Então uma das moças teve uma idéia. Correu no campo e apanhou uma braçada de folhas de ti, que amarrou na cintura, formando uma saia e começou, em seguida, a dançar.
— Minha ama gosta destas ilhas. — Pensou — Assim será minha dança.
E assim dizendo, começou a hula, a famosa dança havaiana. Durante muitos séculos a hula continuou a ser uma dança sagrada, que somente era dançada em homenagem aos deuses e deusas. Era executada de muitas maneiras, entre as quais dando socos no peito, batendo pedrinhas chatas e pedaços de bambu, um contra o outro, ou tocando tambor, tudo acompanhando o canto da pessoa que dirigia a dança.
A hula ainda é uma dança que dá bem uma idéia da beleza do Havaí. Cada movimento tem um significado especial, revelando algo sobre a beleza da vida naquelas ilhas, as palmeiras agitadas pela brisa, as ondas murmurantes do mar, as flores, a luz solar. Por exemplo: Se a bailarina cruza os braços de encontro ao peito, isto quer dizer: Te amo ou És meu amigo. Tocar a testa com a ponta dos dedos quer dizer casa, pequeno feixe de capim ou alto da montanha. Pra imitar um peixe as dançarinas juntam as mãos e movem os polegares como se fossem peixes. Mover todos os dedos ao mesmo tempo pode representar a chuva, o mar agitado, uma cachoeira ou o luar.




terça-feira, 9 de agosto de 2011

sexta-feira, 29 de abril de 2011

29 DE ABRIL: DIA INTERNACIONAL DA DANÇA

 

A UNESCO oficializou esta data em 1982. Um dos mais famosos dançarinos da história do cinema, Gene Kelly, que deixou os palcos da Broadway aos 30 anos para estrelar grandes sucessos musicais como “Singin’ in The Rain” e “An American in Paris”, recebeu um prêmio especial da Academia de Artes Cinematográficas por suas contribuições à dança no cinema.

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Em 1977, Gene Kelly concedeu entrevista para um trio de escritores e jornalistas norte-americanos: David Wallechinsky, Irving e Amy Wallace , e elencou o que na sua opinião seria os 11 maiores dançarinos do passado:

1- Salomé.

2- Master Juba (séc. XIX), menestrel dançarino também conhecido como Henry Lane.

3- Isadora Duncan.

4- Nijinsky

5- Carlotta Grisi (séc. XIX), bailarina italiana.

6- Maria Taglioni (séc. XIX), bailarina italiana.

7- Fanny Cerito (séc. XIX), bailarina italiana.

8 e 9- Doris Humprey e Charles Weidman (séc. XX), dupla de dançarinos americanos.

10- John Bubbles (década de 40), sapateador.

11- Bill Robinson.

John Bubbles em 1937…

 

e a cena clássica de “Cantando na Chuva”…

DRÁCULA

Há 40 anos...