segunda-feira, 2 de maio de 2011

A BATALHA DO SÉCULO: ULTRAMAN vs. BALTAN

 

A energia do Ultraman se consome muito rapidamente na Terra. Se ela se apagar Ultraman nunca mais se levantará.

 

 

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Baltan

 

1966. Hayata sofre um bocado mas põe o vilão para correr…

NÃO VAI APERTAR E NEM ACENDER AGORA

 

Alessandro Farias manda o recado:

PF destrói 93 mil pés de maconha no sertão de Pernambuco

FOLHA ONLINE (01/05/2011)

 FÁBIO GUIBU

A Polícia Federal destruiu 93 mil pés de maconha e 35.830 mudas da planta em cinco dias de operação no sertão de Pernambuco. A ação, que começou dia 25 de abril e termina no próximo dia 4, está sendo realizada na região conhecida como 'polígono da maconha', maior produtora da droga no país. Não há informação sobre confrontos ou prisões.

Pés de maconha são destruídos pela PF em PE

Pés de maconha são destruídos pela PF em PE

Segundo a PF, as 74 lavouras destruídas produziriam cerca de 28 toneladas do entorpecente pronto para o consumo. Os policiais atuam em oito municípios próximos à divisa com a Bahia e em ilhas do rio São Francisco.

A operação, batizada de Caruá 2, conta com a participação de aproximadamente 90 policiais federais, além de 40 bombeiros e policiais militares de companhias especializadas. Estão sendo utilizados veículos terrestres, dois helicópteros, botes e até um jet-ski.

Técnicos do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) também participam da operação, fornecendo informações para a identificação dos proprietários das terras onde estão sendo encontradas as lavouras. A Constituição prevê a expropriação das áreas com plantio de entorpecentes para fins de reforma agrária.

74 lavouras destruídas produziriam cerca de 28 toneladas

74 lavouras destruídas produziriam cerca de 28 toneladas

A PF realiza quatro operações de erradicação de maconha por ano no sertão pernambucano. As ações coincidem com o ciclo produtivo da maconha, que é de três meses no sertão.

No ano passado, foram erradicados 1,04 milhão de pés nas quatro fases da operação. Segundo a PF, deixaram de ser produzidos 312 toneladas da droga. Este ano, na operação Caruá 1, os policiais destruíram 337,4 mil pés de maconha.

De acordo com a Polícia Federal, um traficante gasta cerca de R$ 20 mil para cultivar 10 mil pés e produzir três toneladas da droga. O quilo da maconha é vendido no local da produção por R$ 200 ou R$ 300, o que pode gerar um faturamento de até R$ 900 mil ao produtor. Em Recife, o quilo da droga chega a custar R$ 800.

 

Esse não ouve mais o Planet Hemp…

Atos dos Apóstolos 5 # Por Quê Eu Fui Cortar o Cabelo ?


5

Você ainda quer morar comigo ? Vento solar, estrelas do mar e um girassol da cor de seu cabelo.

No itinerário:

The Incredible String Band - Come With Me

The Lemon Drops - Sleeping On Colours

John Lennon and Plastic Ono Band - God

Jane - Together

If - Raise The Level Of Your Conscious Mind

Gass - Holy Woman

Alessi - All For a Reason


Por sua própria conta e risco:





Para ouvir depois aqui

ACCEPT – RUSSIAN ROULETTE (CBS, 1986)

 

Accept - Russian Roulette(Capa)

Aqui, roleta russa não é aquela estúpida prova de coragem de um revólver com uma bala no tambor contra nossa indefesa cabeça. É apenas mais um urrante trabalho do napoleãozinho alemão Udo Dirkschneider e seus asseclas. Apesar de algumas “chupadas” musicais eu gosto sempre do trabalho dos guitarristas Wolf e Jung (como em “Monsterman” e na faixa título) mas isso não melhora muito a coisa. O pique é bom, os efeitos estão certinhos, os solos e andamentos também, mas não sinto no disco um maior impacto. Essa roleta-russa também não agradou na Inglaterra, e é de lá que vem a acusação de ter o grupo se tornado comercial depois de um contrato com uma grande companhia. Fica devendo.

Leopoldo Rey, Bizz nº 17

 

Pequeno desvio de rota destes grandes alemães.

domingo, 1 de maio de 2011

O PAPA É POP

 

JOÃO DE DEUS

(Letra Paulo Roberto)

A benção, João de Deus.
A benção, João de Deus,
nosso povo te abraça.
Tu vens em missão de paz,
e és bem vindo.
Abençoa esse povo que te ama

A benção, João de Deus.
A benção, João de Deus,
nosso povo te abraça.
Tu vens em missão de paz,
e és bem vindo.
Abençoa esse povo que te ama

 

Santo, Santo, Santo, bendito o que vem em nome do Senhor.

Hosana nas alturas !

SAIU O PIRATA DO ANO ! ACHE QUEM PUDER (Bizz Nº 11, Dezembro de 1986)

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Um bootleg do Echo and the Bunnymen eletriza a Inglaterra PEPE ESCOBAR ouviu, babou e jamais se recuperou do choque

Título – On Strike (Em Greve) . Subtítulo, na contracapa: ...Or Songs The Lord Taught Us (...Ou Canções que o Senhor Nos Ensinou) . Banda: Echo & The Bunnymen, os mestres de Liverpool, a maior banda do planeta (depois dos Doors e Velvet, claro) . Gravadora: Psychedelic Moose Records . Gravação: em "qualquer cidade, qualquer lugar, qualquer tempo", segundo os "créditos".

Sim, é pirataria, e da braba. E, numa votação através dos tempos, desde o primeiro pirata de Buddy Holly pelos backyards da América, está decretado: este é o melhor já aparecido na Inglaterra, pelo menos nessa década.

echo

Onde achá-lo? Não tem. Se tiver, vai custar o preço de uma discoteca. Possibilidade de encontrar: o mercadinho de sábado da Portobello Road, Londres, na pracinha debaixo do viaduto. Lá – e pelas redondezas – estão entre cinco e seis banquinhas especializadas em pirataria. Desde fitas de shows com diversas qualidades de gravação (do mixing desk até microfone de walkman) a álbuns duplos com altas fotos de capa, vinil de primeira e dolby stereo. Esse pirata do Echo foi comprado de um hippie remanescente, em cuja banquinha havia pelo menos vinte edições diferentes do Cure, adarkalhações mirabolantes do Sisters of Mercy, uns cincoenta Bruce Springsteen, um duplo dos Cramps de abrir tumba na Transilvânia e uma fartíssima seção heavy. O Echo era o último – e, segundo o hippie, quase inincontroavel. Seu preço no mercado logo passaria para 50 libras, cerca de 80 dolares.

É, sem dúvida, ou um show ao vivo. Mas impossível saber onde. A gravação é excepcional para um pirata – sem dúvida de uma boa mesa digital. Deve ser de 85, época durante a qual Big Mac e seus coelhinhos estão tocando o que tocam. E o que tocam, pelas barbas do patrono da Guinness, é de se provocar romaria a Liverpool. Nesse vinil das esferas está simplesmente reunida toda a constelação à qual os Bunnymen prestam homenagem e crédito desde que nasceram. Tudo em cima: formação original, com Pete de Freitas destruindo na bateria e Big Mac infernal na guitarra rítmica.

on strike

Temos “Friction” do Television (álbum: Marquee Moon), o tributo de Mac a Tom Verlaine. Selvagem, uma versão de corar Verlaine, com Mac puxando no sotaque melancólico de cerveja preta. Temos “In The Midnight Hour”, clássico soul de Wilson "Wicked" Picket, cover dos Bunnymen há pelo menos três anos, regularmente. Temos “The Big Country”, tributo ao Talking Heads. Temos uma bomba, linha Abu Nidal: a dylanesca “It's All Over Now Baby Blue”, onde Mac só falta fazer o céu desabar na terra. Sofre, dilacera-se, o fio de voz escapa ao final de cada verso, para dylanescamente anasalar-se no seguinte e tonitroar quase com um sotaque francês quando ele articula "baby bleeeeeeeeuu". Will Sargeant pontua como um som de caixinha de bailarina e Les Pattinson carrega tudo no baixo. De Freitas, não é preciso dizer, confirma que é o melhor baterista das ilhas. Brilhante.

Tem mais. É uma infecção. Tributo ao Doors. Começa com “Soul Kitchen”. Big Mac não tenta imitar Morrison. Sussura enquanto Sargeant psicodeliza, e se atracam "stormig on the neon floor...", com uma sombra de digital delay. Passamos para “Thorn of Crows “ – embora o corpo ainda continue suingando com “Kitchen”, demonstração irrepreensível do mix "black and white" dos Bunnymen. "Thorn" é Bo Diddley viajando de LSD, e só pode desabar em “The End”. Baixou o Espirito Santo em Big Mac: ele recria o pesadelo psico-edipiano de Big Jim (deve ter tomado uma fábrica de Guinness), apenas para estourar o final de "Thorn", onde grita como um elfo ensandecido.

E o Velvet? Ah, junkerie, é claro. Em duas versões: “Run Run Run”, orientalizante, e “There She Goes Again”, com clima de garage band tocando em salão de debutante. Sargeant faz o som John Cale (deve ter treinado anos no seu quartinho) e o final tem tudo para desembarcar em “I'm Waiting For My Man”. Loulou, fase negra, aprovaria.

A tempestade em alto mar conclui-se com “Action Woman” – que não consigo lembrar de quem é, mas parece Blue Cher em São Francisco, 1967. Os Bunnymens são capazes de tudo: de garage a funk, de junkação terminal a balada countrizada. Acabou? Não. Ainda falta mencionar “Paint It Black”, de uns certos Rolling Qualquer Coisa, com o qual os Bunnymen encerram todos os seus shows.

A vida pode ser negra, o mundo pode ser negro, mas, graças ao Senhor das Profundezas, ainda existem piratarias como esta.

Will Sargeant provando que encontrou a pedra filosofal…

CRÁS Nº 1

 

Editora Abril (1974)

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Lembranças dos anos 70…

ARTE DA CAPA - URSULA ANDRESS

 

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DRÁCULA

Há 40 anos...