quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1981

71 – 80
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71. Brian Eno & David Byrne – My Life In The Bush of Ghosts
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72. Miles Davis – The Man With The Horn
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73. Olivia Newton-John - Physical
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74. Ozzy Osbourne – Diary of A Madman
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75. Black Uhuru - Red
Planets - front
76. Eloy - Planets
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77. Daryl Hall & John Oates – Private Eyes
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78. Einstürzende Neubauten - Kollaps
Roberto Carlos - Roberto Carlos (1981)
79. Roberto Carlos
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80. Prince - Controversy

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

PLANETA DIÁRIO APRESENTA: CENAS DE UM CASAMENTO ABERTO 24 HORAS

O Poder das Pirâmides.
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OS 100 MELHORES DISCOS DE 1981

61 – 70
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61. Mötley Crüe – Too Fast For Love
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62. Iron Maiden - Killers
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63. Kiss – Music From The Elder
Kurtis Blow - Deuce (Front)
64. Kurtis Blow - Deuce
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65. Durutti Column - LC
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66. Kleiton & Kledir
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67. Los Jaivas – Alturas de Macchu Picchu
Material (1981) Memory Serves
68. Material – Memory Serves
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69. Minutemen – The Punch Line
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70. Black Sabbath – Mob Rules

BOING BOOM TSCHAK # 9

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Um passo semelhante a Henry e Shaeffer neste estilo combinado com outra forma de música eletrônica, mais sintetizada, foi a peça "Poème Électronique" de Edgar Varèse. A obra foi executada na World's Fair em Bruxelas, Bélgica, em 1958, através de 425 alto-falantes cuidadosamente posicionados em um pavilhão especial desenvolvido por Iannis Xenakis.
A compositora fictícia Hilda Tablet, criada por Henry Reed, falou sobre sua criação da musique concrète renforcée.
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Depois da década de 1950, a musique concrète foi de certo modo substituída por outras formas de música eletrônica, mas sua influência pode ser vista na música popular através de várias bandas, incluindo os Beatles, na música Revolution 9, e Pink Floyd (mais notávelmente na música "Bike"). Por volta de 1967 e 1968, Frank Zappa compôs várias obras de musique concrète no Apostolic Studios em Nova York. O som resultante, ouvido em músicas como "The Chrome Plated Megaphone of Destiny" e "Dwarf Nebula Processional March & Dwarf Nebula", é uma série de ruídos e barulhos bizarros.
A musique concrète tradicional (e a não-tradicional) teve seu revival nas década de 1980 e 1990. Artistas como Ray Buttigieg, com suas séries de experimentos "Earth Noise" e "Sound Science Series", e os plunderphonics de John Oswald, usaram sons aleatórios e intencionais, editados na forma antiga, apesar da fita magnética já ter sido substituída com a tecnologia dos samplers.
Giorgio Moroder – Warum
Cecil Canterburn – Catching Game
Clara Rockmore – Valse Sentimentale
Flo Menezes – Transformantes part III
Harry Breuer – Saturn Sky Jump
Isao Tomita – Mars
Jean-Jacques Perrey – Parade des Soldats de Bois
Telex – Tour de France
Jorge Antunes – Fluxo Luminoso Para Sons Brancos parte 1
Bernard Parmegiani – En Phase Hors Phase From Dedans Dehors
Dave Richmond – Moving Alone
Edson Zampronha – Modelagem parte V
Jean-Jacques Perrey – Nola
John Cage – William Mix
no rádio:

baixe: MP3

LUX # 13

Revela a beleza de Jacqueline Bisset, Jane Powell, Jill St.John e Antonella Lualdi.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1981

 

51 – 60

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51. Jorge Mautner – Bomba de Estrelas

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52. The J.Geils Band – Freeze Frame

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53. The Gun Club – Fire of Love

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54. Rick James – Street Songs

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55. Rita Lee & Roberto de Carvalho - Saúde

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56. Echo And The Bunnymen – Heaven Up Here

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57. The Human League – Dare !

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58. Djavan - Seduzir

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59. Cabaret Voltaire – Red Mecca

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60. Japan – Tin Drum

domingo, 25 de dezembro de 2011

rápido&rasteiro&rápido&rasteiro

Retrospectiva da carreira de Regina Duarte no Faustão com entrega de troféu pelas mãos de Hebe Camargo # a “Namoradinha do Brasil” merece # Disponível no emule o jogo Barcelona 4x0 Santos um presente do militante virtual Pizarin # no site Brazilian Nuggets especial musical com todas as fases da carreira do maestro Rogério Duprat # breve disponível para downoad no próprio sítio # Que beleza ver a Gibraltar Encyclopedia Of Prog Rock firme e forte # e o que é melhor atualizada # Série de vídeos imperdíveis no YouTube sobre a pré história do rock brasileiro # é só digitar Programa Curto Circuito e se deliciar com lembranças sobre a origem do fuzz no Brasil, Módulo 1000 e Alberto Pavão # lembraram até do Arnaud Rodrigues e do “Murituri” de 1974 # nos anos 90 fiz resenha sobre este álbum para um informativo da Ventania Discos #  Em breve nas bancas a “Road Crew” lança edição especial intitulada “81 Discos de 1981” # O Blog do Antonico deu antes né ? # E quando (e se) vão relançar “O Leilão do Lote 49” do Pynchon minha gente ? # Daqui a pouco reprise do especial do Rei em Jerusalém # o Rei é o Roberto Carlos… # O livro “A Pesca do Salmão no Iemên”, de Paul Torday ganha versão para as telonas em 2012 # “A Invenção de Hugo Cabret”, de Brian Selznick, também # Régis Tadeu detonando no Poeiracast # “e as pessoas não estão preparadas para sair da televisão” # é isso Régis # Guilhermina Guinle maravilhosa na capa da “Status” deste mês # No interior, ensaio chique em pb # Falando em capa, a primeira “Serafina” de janeiro traz a musa ruiva Florence Welch # só falta agora melhorar o conteúdo da revista # E ainda não peguei a edição dupla de “Some Girls” dos Stones # Daqui há algumas semanas começa o “Big Brother Brasil 12” # e o Bial ? vai apresentar o programa de chinelo ? # Quem tem um sonho não dança # Não se esqueçam crianças; 40 anos da morte de Torquato Neto no ano que vem.

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1981

41 – 50
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41. Peter Frampton – Breaking All The Rules
Frank Zappa Shut Up 'n Play Yer Guitar
42. Frank Zappa – Shut Up’n’ Play Yer Guitar
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43. Blue Öyster Cult – Fire of Unknown Origin
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44. Def Leppard – High’n’Dry
Demon
45. Demon – Night of The Demon
discipline
46. King Crimson - Discipline
Escape
47. Journey - Escape
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48. Phil Collins – Face Value
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49. Gabor Szabo – Femme Fatale
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50. Carl Carlton

sábado, 24 de dezembro de 2011

NO PALÁCIO DO REINO SAQUEADO (Folha de São Paulo. 07/04/1983)

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PEPE ESCOBAR
Quatro da tarde. Pânico em São Paulo. Profecia punk concretizada. Peste carcomendo o corpo inerte da cidade. Como no poema de Yeats, o centro deixou de segurar, a anarquia espalha-se por um tecido putrefato. Destruição.
Oito da noite. Toda cidade em frente à TV. O governador fala. Retrospectiva do dia. Silêncio.
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Nove da noite. Depois de uma rápida corrida à penteadeira e ao espelho, dois mil privilegiados cidadãos da terra devastada tomam outro Palace. Poses planejadas à perfeição permeiam o patriótico espaço three-tone, vermelho, branco e preto.Fome de emoções, assalto ao supermercado do vestuário degradado, expectativas diluídas em suspiros on the rocks.
Anos atrás, a Polyanna com minissaia de bailarina de bolo o fitava petrificada , na primeira fila da Jovem Guarda, antes de preencher cada noite de tédio com o proprietário de visíveis protuberâncias sob o ouro falso e o voil. Entram neste Dorothy Chandler Pavillion encarnado em um ringue de patinação para encontrar seus pares: filhos dos sonhos dos anos 60, todos trocaram a revolução pela samambaia. Dois mil cidadãos de boa consciência sentam em suas mesas exibindo trash chic e atestados de bom comportamento.
Onze da noite. Diluição total das barreiras entre o who’s who e o who’s nothing. Pequenos imaginários flertam com o momento tantas vezes antecipado. Uma valquíria bronzeada de minissaia marrom borrita gotas de furor, salpicadas nas mesas de patéticas aspirantes ao kitsch. Gorilinhas pré-new wave se disfarçam de amantes à moda antiga. Uma senhora de meio tom censura um homem que sabe o que quer e se apaixonou por uma mulher.
E, de repente, na moldura de neon, ele lhes sorri. Estão todos imersos no sonho da consciência, mas vêem seu sorriso mesmo assim. Detalhes relembrados, emoções revisitadas em viagem coletiva. Lágrimas, algumas delas amargas, por tudo que poderia ter sido feito e não foi.
Quando, sós entre as palavras e os fatos, somos incapazes de lhes comunicar a menor vibração e tudo parece tão seco, tão degradado; quando o silêncio do espírito pesa mais do que o dos objetos, descemos a um ponto em que o espanto de nossa inumanidade toma conta de nós. Mutismo: momento de vertigem em que só a poesia nos consola da perda momentânea de nossas certezas e nossas dúvidas. Ele, um certo Rei, chegou e supriu o vazio pelo símbolo do vazio (pois acaso a palavra é outra coisa ?) Por que não haveria de ser seguido em uma excepcional ilusão ? Qualquer outro tipo de irrealidade é preferível à nossa; há mais substância em um “você é mais que um problema/uma loucura qualquer/mas acabo sempre em seus braços/na hora que você quer” do que em todas estas palavras e poses trivializadas por nossas conversações ou nossas imposturas. Que sejam versos pouco sofisticados é um problema secundário. Exercício ou revelação, não importa. Liberaram, por artes de rei, duas mil pessoas dos tormentos do discurso, da dúvida e de uma angústia inexprimível. Por um momento – longo, pleno – foram, sem dúvida, um caminho de salvação.
Especial do Rei é como perú no Natal. Não pode faltar.

DRÁCULA

Há 40 anos...