domingo, 28 de dezembro de 2014

INTERNACIONAL 1 x 0 GRÊMIO

Final do Campeonato Gaúcho de 1975.

16-A - Internacional 1x0 Grêmio 

16-B - Internacional 1x0 Grêmio

O Inter 75 era um rolo compressor.

https://www.youtube.com/watch?v=R0WufT867GU

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1984

 

184212 

71. Hermeto Pascoal – Lagoa da Canoa do Município de Arapiraca

50385

72. Andreas Völlenweider – White Winds

54744 

73. Harold Budd & Brian Eno – The Pearl

61281

74. Ofra Haza – Yemenite Songs

84301 

75. Os Paralamas do Sucesso – O Passo do Lui

101657

76. Kool & The Gang - Emergency

118995 

77. Ratos de Porão – Crucificados Pelo Sistema

137491

78. Arvo Pärt – Tabula Rasa

148598 

79. Yellowman - King

161174

80. King Sunny Ade and The African Beats - Aura

BRAND OF SHAME

 

Brand Of Shame 01

sábado, 27 de dezembro de 2014

JENNA JAMESON

jenna jameson

jenna

OS 100 MELHORES DISCOS DE 1984

 

46031 

61. Mercyful Fate – Don’t Break The Oath

27784

62. Twisted Sister – Stay Hungry

31670 

63. Yngwie J.Malmsteen’s – Rising Force

32385

64. Chaka Khan – I Feel For You

33031 

65. Solaris – Marsbéli Krónikak

36104

66. Pallas – The Sentinel

46943

67. Chico Buarque

40523

68. Academy of St.Martin In The Fields ft. Neville Marriner – Amadeus Soundtrack

41323 

69. Soda Stereo

45681

70. Steve Vai - Flexable

O ROBÔ PODE SER UM INIMIGO ? (Visões de Robô, Editora Record)

 

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                                         ISAAC ASIMOV

Foi em 1942 que inventei as “Três Leis da Robótica”, e dessas leis,
naturalmente, a Primeira é a mais importante. Ela diz o seguinte: “Um robô não
pode fazer mal a um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano
sofra algum tipo de mal.” Em minhas histórias, sempre deixo bem claro que as
Leis, e especialmente a Primeira Lei, estão implantadas de forma indelével no
cérebro dos robôs e os robôs não podem violá-las.
Também deixo claro, embora talvez de forma menos insistente, que as Três
Leis não são necessárias para construir um robô. Os minerais e produtos químicos de
que são feitos os robôs não contêm as leis. Elas existem apenas porque são
incorporadas deliberadamente ao projeto dos cérebros eletrônicos, isto é, aos
computadores que controlam as ações dos robôs. É possível imaginar um robô que
não esteja sujeito às Três Leis, seja porque é primitivo demais para que elas possam
ser programadas no seu cérebro, seja porque seus fabricantes decidiram não incluir
as Leis na programação.
Até o momento, e talvez por muito tempo ainda, é a primeira alternativa
que prevalece. Os robôs são simplesmente primitivos demais para poderem prever
que suas ações poderão fazer mal a um ser humano e modificar o seu
comportamento para que isto não ocorra. Eles são, até agora, simples alavancas
computadorizadas, capazes de executar algumas seqüências estereotipadas de
movimentos, mas totalmente destituídos de qualquer iniciativa que vá além dos
limites estreitos das instruções que receberam. Em conseqüência, os robôs já
mataram algumas pessoas, como aconteceu também com um número enorme de
máquinas não-computadorizadas. Isso é lamentável, mas compreensível, e
podemos supor que quando os robôs forem dotados de sentidos mais acurados e
respostas mais flexíveis, será mais provável que disponham de dispositivos de
segurança equivalentes às Três Leis.
O que dizer, porém, da segunda alternativa? Os seres humanos terão
coragem de projetar deliberadamente um modelo avançado de robô que não tenha
que obedecer às Três Leis? Infelizmente, isso é bem possível. As pessoas já estão
falando em construir guardas de segurança mecânicos. Eles seriam robôs
encarregados de vigiar a entrada ou mesmo os corredores de um edifício. Sua
função seria impedir a passagem de qualquer pessoa não-autorizada.
Presumivelmente, as pessoas que trabalhassem no prédio e seus convidados teriam
algum tipo de identificação que o robô fosse capaz de reconhecer, como um cartão
magnético ou coisa parecida. Em nossos tempos violentos, o uso desses guardas
mecânicos talvez pareça uma excelente novidade. Poderia diminuir o vandalismo e
o terrorismo e, afinal de contas, o robô estaria desempenhando apenas o papel de
um cão de guarda.
Acontece que as medidas de segurança trazem sempre um desejo de mais
segurança. Depois de construir um robô capaz de reconhecer um intruso, por que
programá-lo apenas para fazer soar um alarme? Não seria melhor dar a ele
autonomia para expulsar o invasor, mesmo que fosse necessário machucá-lo no
processo? Um cão de guarda às vezes também machuca um ladrão, mordendo-lhe a
perna ou o pescoço. O que aconteceria, porém, quando o presidente da companhia
descobrisse que tinha esquecido o cartão de identificação no bolso da outra calça e
estivesse nervoso demais para abandonar o edifício a tempo de satisfazer o robô?
Ou se uma criança entrasse no prédio sem autorização? Desconfio que se o robô
fosse rude com a pessoa errada, haveria imediatamente um clamor geral para evitar
que o engano se repetisse.
Para citar um exemplo extremo, hoje em dia se fala muito de armas
robotizadas: aviões, tanques e canhões controlados por computador, que atacariam
infatigavelmente o inimigo, com precisão matemática. Poderíamos ficar em casa,
com todo o conforto, e deixar que as máquinas inteligentes lutassem em nosso
lugar. Se algumas fossem destruídas... ora, seriam apenas máquinas. Essa tática de
guerra seria particularmente interessante se dispuséssemos de máquinas inteligentes
e o inimigo, não.
Entretanto, como poderíamos ter certeza de que nossas máquinas seriam
capazes de distinguir os amigos dos inimigos? Mesmo quando todas as armas são
controladas por mãos humanas e cérebros humanos, o risco de acidentes não pode
ser ignorado. Armas americanas podem matar soldados e civis americanos; isso já
aconteceu algumas vezes no passado. Trata-se de erro humano, mas mesmo assim é
difícil de aceitar. E se os nossos robôs começassem a atirar contra nós? Isso seria
muito mais difícil de aceitar, especialmente se o inimigo desenvolvesse uma
estratégia para enganar nossos robôs e fazê-los atirar nos alvos errados. Não.
Tenho certeza de que as tentativas de usar robôs sem salvaguardas não vão dar
certo e que, no final, as Três Leis estarão de volta.

EL BARON DEL TERROR

 

Brainiac 01

E A COMUNIDADE, É LEGAL ? (Pop, junho de 1973)

E a comunidade é legal - Alexandre Goulart - Pop 1973-06 - Estilo de Vida - 01   

E a comunidade é legal - Alexandre Goulart - Pop 1973-06 - Estilo de Vida - 01a

E a comunidade é legal - Alexandre Goulart - Pop 1973-06 - Estilo de Vida - 02

E a comunidade é legal - Alexandre Goulart - Pop 1973-06 - Estilo de Vida - 03

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

NIKITA DENISE

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OS 100 MELHORES DISCOS DE 1984

 

14315 

51. Sheila E. – In The Glamorous Life

15687

52. Steel Pulse – Earth Crisis

16144 

53. Bon Jovi

18193

54. Midnight Oil – Red Sails In The Sunset

19704 

55. Fat Boys

20039

56. Dio – The Last In Line

20228 

57. Whodini - Escape

23435

58. The Go-Go’s – Talk Show

23559 

59. John Lennon & Yoko Ono – Milk and Honey

25526

60. Manuel Gottsching – E2-E4

DRÁCULA

Há 40 anos...